Quando você enxergar, cagará tijolos... Oo
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terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Bem na hora 12
Esse até parece um mindfuck...

Quando você enxergar, cagará tijolos... Oo
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Bem na hora 6
Alguém está fazendo o exame de próstata do jeito errado... :/

LOL
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terça-feira, 23 de novembro de 2010
Manual do que se fazer e o que NÃO fazer!
Essa é para os homens... Cuidado, viu? Se não vão ficar com fama de "Seringueiros"... xD

Ainda mais com uma banana dessa magnitude!! :O
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ando meio inativa porque to com preguiça e pq a iza não entra mais no MSN,
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izabestada não entra no MSN,
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Seleção de tirinhas 3
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tailor launtner é muuuuuuuuuuuuuuuito mais gato que robert pattinson F-A-T-O
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
É, vai discutir filosofia na rua pra ver no que dá
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domingo, 17 de outubro de 2010
The Natloz Chronicles - O Elefante, a Macumbeira e o Gurada-chuvas - Capítulo 1
CAPÍTULO 1 - A FLORESTA POSTAL
Depois de viajarmos naquele portal purpurinadamente gay do guarda-chuva, chegamos a outro lugar igualmente gay. Bom, não que eu tivesse algum preconceito (isso era coisa da Alícia), mas aquilo era EXTREMAMENTE gay.
Os veados eram realmente viados. Usavam maquiagens de drag queen e andavam em grupinhos, cantando "Dancing Queen", "I will survive" e "YMCA" adoidadamente. Fitas rosas estavam enroladas em seus chifres igualmente salpicados de purpurina azul. E usavam perucas loiras à la Lady Gaga.
Mas isso não estava acontecendo só com os veados. Isso acontecia com TODOS os bichos.
Aquela floresta era como um mundo invertido. Os gays eram preconceituosos com os heterossexuais e os perseguiam. Bom, sem comentários. Aquilo era o mundo deles afinal, e temos que seguir as regras desse mundo se você quiser governá-lo um dia. Sim, aprendi isso lendo "Dominando um mundo ainda não dominado", que a propósito não deve estar à venda em seu mundo, caro leitor. ^^'
Percebi que Alícia, Jaspion e Zoltan não estavam aqui perto de mim. Ou eles foram para uma "party" organizada por um bode bípede gay que eu vi à pouco, ou eles resolveram explorar esse novo mundo, ou eles resolveram fugir de mim... Eu REALMENTE esperava que eles estivessem na festinha. Ou eles sofreriam algumas consequências que eles NUNCA imaginariam que eu as fizesse... Muahahahahahaha!!
Como eu sou um ser do sexo feminino, fui perguntar à alguns animais que passavam por ali onde era a festa do Sr. Bode.
- Ei! Onde é que tá tendo uma feta?
- Ohhh, você deve estar falando da festa do Sr. Bundunus! É logo atrás daquele poste, numa caverna, mas você precisa fazer um teste para ver se é digna de entar... Nós, por exemplo, não conseguimos passar porque não tínhamos muito poder colorido! T.T - disse um Castor colorido de arco-íris.
- Oh. Mas, hum. que lugar é este?
- Aiiii, é o lugar mais perfeito e liberal que existe! Chama-se Floresta Postal, por conta desse poste que existe aqui, mas estamos fazendo um abaixo-assinado para que o nome mude para Floresta-ultra-mega-híper-colorida-e-liberal-dos-bichinhos-da-nova-geração-homomigos!! Não é, querido? - disse o "amiguinho" do castor, o Ornitorrinco, que por sinal era roxo e me lembrava de alguma coisa de meu mundo.
- Ahhh... Bom, obrigada!
Eu acho que eles eram doidos. Afinal, fala sério: um poste no meio da floresta?!?! Faz-me rir!!! Acho que era melhor sair andando sem direções e orientações mesmo...
Mas não deu outra. Bati minha singela e não tão grande cabecinha no dito poste!
Deixei minha marquinha/assinatura de presença àquele ponto turístico.
Minha marquinha não era a única por ali. Tinha algumas coisas escritas muito engraçadas, como "Jorginho S2 Perereca" ou "Pato Donald esteve aqui!" ou "Espuma!", e outras muito pejorativas, que não me atreverei a contar.
Para não ficar para trás, resolvi pegar minha Magic Pen (que por acaso sempre trago comigo) e escrevi os seguintes dizeres: "Natloz será minha um dia!"
Pressupondo que naquele mundo alternativo eles não tinham uma Magic Pen, eles nunca descobririam os meus planos.
Olhei por detrás do poste, e realmente havia indícios de que estava tendo uma festa ali. Morsas Seguranças que lembravam os do "Homens de Preto" (de terno preto, óculos e tudo) barravam os animais que tentavam entrar de penetra na festa, enquanto um João-de-barro gigante fazia o tal do teste para entrar na festa.
A fila para o teste estava enooooorme, mas usei meus poderes kidzóicos para ir do número 456321789 para 12. Demorou ainda quase uma hora para chegar na minha vez. Tudo por causa de um lobo que se dizia ser enviado da Rainha "Pranta" julgava-se no direito de entrar, e causou a maior comoção que eu já vira. Quinze morsas foram necessárias para barrar os penetras que tentaram entrar na festa junto com o lobo e para conter a fúria colorida do lobinho.
Enfim, chegou a minha vez de ser testada pelo João-de-barro.
- Boa Tarde - disse a ave, sem muita emoção. Parecia que ela não gostava de seu emprego - Nome?
- Hatraz King Smith! Posso entrar na festa? Acho que meus irmãos bobocas estão lá!
A ave congelou. E começou a balbuciar umas coisas estranhas.
- U-u-u-uma F-f-f-f-filha-a-a de-de-de-de-de-de...! Uma Filha da Mãe!
- É!! Sou uma filha da mãe! Minha mãe é minha mãe! Eu não nasci da barriga nojenta e engordurada de meu pai!
- Entre... Entra logo!!
E aí o João-de-barro me arrastou para dentro da caverna úmida e friolenta. E me arrastou para dentro de um camarote VIP, onde eu encontrei o tal do bode, que estava com meus irmãos bobocas. Todos estavam sentados em um estranho sofá zebra-roxo, e estavam fazendo coisas igualmente estranhas.
Jaspion tirava meleca do nariz e convenientemente a colocava embaixo do sofá, Zoltan lixava suas unhas com um lixa rosa que tinha os dizeres "AZA SUCOZ ROCKZ", e Alícia estava brincando com Polys Drag Queens.
Medo.
CONTINUA....
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sábado, 2 de outubro de 2010
Melancia alien!
" Hello, little lovely kiddos! Today I'll tell you about my great adventure with an ALIEN WATERMELON!
Era um dia normal na minha pequena vila. Eu era apenas um garoto, tinha 25 anos na época. E fome. Muuuuita fome. Então decidi ir ao mercado.
O mercado mais próximo de minha vila situava-se na cidade Boobscity, que ficava a exatos 785,63 km, então chegar lá sem ser peidando e voando seria uma coisa muito, muito difícil...
Bom, cheguei na minha mamain e pedi para ela fazer uma feijoada no capricho, daquelas em que você não consegue respirar sem peidar primeiro.
Mamaiiiinzinha o fez na hora. Na verdade, havia um pouco na geladeira, desde 25 outubro de 1928. Mamain querydha esquentou a deliciosa feijoada, e me chamou. Quando entrei na cozinha ela disse:
- LET'S GET FUCKED UP AND DIE!!!
- Mamaaainnnnnn?
- LET'S DO TCHACATCHACANABUTCHACA AND EAT ALFALFA AND COMMIT SUICIDE!!!
- Moomyyy.... O que tá acontecendo com vocêêêê?!?!
- LET'S WRITE A REALLYYYYY BAD ROMAAAAAANNNNCE!!
Descobri nessa mesma hora que mamain estava sofrendo do Mal de Gaga.
Comi a feijoada rapidamente e joguei mámá Ramámá! no carro, e dirigi ferozmente até o hospício, que ficava a 785,63 km da minha casinha, estranhamente a 0,00000 km do super mercado ( ir de carro ao mercado NAO TEM GRAÇÁÁ!). Entramos no Hospício chamado Hipermercado do Netinho, e falamos com um moço homossexual de branco que estava na entrada.
- EEEEEEEEEEEEEEI! Minha mamamainnn Sofre de um mal terrível! posso interná-la?
- Pffff, você acha que aqui é um hospício ou a Casa da Mãe Joana?!!
- Hããããã... Eu acho que é um Hipermercado!
- Ooohh, também! Mas, se você quer internar pessoas, é aqui mesmo, mas se quiser comprar coisas (incluindo drogas/remédios), é só virar à direita!
- À minha ou à sua direita?!
- À minha, né?
- Oooohhh, valeu! Fique com minha mamain!
- Posso fazer com ela o que eu bem entender?!
- Claro que NÃO! Só interne a infeliz!
Eu ouvi o cara resmungar e xingar baixinho, enquanto ia em direção ao supermercado.
Então fui às compras. Vi uma boneca chamada " mY babY". ERA UMA GRAÇA! Ela tinha cara do leonardo de Caprio, cabelo afro e era asiáticamente índia! Como custava apenas 39 dinheiros, coloquei em meu carrinho do Mario KART.
Andando mais alguns centímetros, encontrei uma mulher de meia idade que tinha os cabelos azuis com mechas amarelas, que cantava:
- Continue a nadar, continue a nadar...
Eu já tinha ouvido isso em algum lugar.
Deixei a mulher maluca de lado, e comecei a procurar comida de verdade, e não boneca metamorfas.
Encontrei um pão de mel meio comido numa embalagem bonitinhamente rosa, então coloquei-o no meu Kart.
Mais adiante, havia uma linda melancia, verdooona e muuuito vistosa. Mas a feijoada começara a fazer efeito...
Então eu saí voando pelo mercado, mais precisamente, em direção à maravilinda melancia, que era enormemente maliciosa.
Como eu ainda não era tão bom nessa modalidade de voo, eu só consegui agarrar a melancia e saí do mercado sem pagar.
Como ainda faltavam gases para serem usados, resolvi voltar para minha casinha na minha vilinha (porque usar tudo no diminutivo virou moda!).
Chegando lá, abri a linda melancia roubadamente deliciosa.
A casa era muuuuuuuuuuuuuito dura e muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito espessa. Depois de algumas horas enfiando a faca nos 432 mm de capa verde da melancia grandalhona, começou a sair a aguinha aquosa do buraco. ( Talvez fosse aguinha do MEU buraco. Duplo sentido ROCKS.).
- EITA PORR....!!!
Uma luz estranhamente verde começou a sair daquele buraco que eu tinha feito na melancia. Logo em seguida, uma mãozinha também começou a sair.
Achando tudo aquilo fora deste mundo, fui olhar na etiqueta estrategicamente presa na melancia o que significava aquilo tudo. E dizia:
"MELANCIA ALIENÍGENA
É UMA MELANCIA CULTIVADA EM JÚPITER, DEPOIS REGADA COM ÁGUA PROVENIENTE DA LUA E TRAZIDA PARA A TERRA PELO ÔNIBUS ESPACIAL DA NASA".
Agora isso explicava tudo.
Corri da cozinha, com medo do contato inter-planetar.
Entrei debaixo do meu cobertor junto com Teddy urso, meu bearzinho de pelúcia, e Samara, a guria dO chamado ( Ela disse pra mamãe, há um ano, que pagaria pra dormir lá em casa, como se fosse uma pensão, daí mamãe aceitou, mas tem 12 meses que ela não paga e ainda por cima dorme no meu quarto, na minha cama, comigo nela, e quando eu acordo a cama tá toda molhada de água de poço, ou xixi, daquela mininá dú dimonho).
- Ó qué acóntecéu, Joé...? - perguntou a minina do capeta.
Eu não conseguia parar de me balançar e sair daquela posição fetal.
- Uma melancia... Uma melancia que parece ser sua parenta está na cozinha!!
- Óóóóó, vocé tá falandó da Mélancía Alíen?
- C-como você sabe?
- Uééééé.... Éla é mínhá paréntáááá!!
Começei a me perguntar se a menina não seria meio-Edward-Vampiro-Sexy-Molhado-de-poço-leitor-de-mentes . Então ela saiu do cobertor, e eu só pude ouvir a conversa e ver uma luz verde transparecer pelo meu cobertor fino e branco.
- JorginhuuuxXxuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!
- SAmArAxXxAAAAAAAxXxAAAAAAA!!!!! PrimuXxXxXxXxXaaaaaaaaahhh!
AxXxo que eles eram emos...
Resolvi sair debaixo das cobertas e tirar minhas dúvidas com eles.
- Vocês são emos? - perguntei para eles.
- Oooohhh! Como descobristes?!?! - perguntou "Chamaráá".
- Ué... Descobri pelo jeitão de vocês... AAAHHHHH, MAS QUE... COISA É ESSA?!?!?!?!
Acabara de ver a coisa mais estranha do mundo: uma melancia falante e andante e olhante! :O
A melancia Alien me olhava fixamente. Decidi que um Alien-emo-fruta (kkkkkkkkkkk) não podia ficar na minha casa cheirosa ( EU USO GLADE TOQUE DE FRESCOR QUE ACIONA AUTOMATICAMENTE DE 9 EM 9 MINUTINHOS CARENTES!).
- Hey! Hey Watermelon! - falei pra melancia.
- What? - ela respondeu.
- Do u want 2 hear a joke?!?!
- Oh...
- Do you know why the chicken crossed the street?!
- No!
- 'Cause she wanted to go to the other side! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!
- That wasn't funny.... - said the watermelon.
- Heey! Hey watermelon!!
- WHAT?!?! -respondeu a estressada!
- KNIFE!!!!!
E aí eu dei uma facada nela, porque eu estava realmente com fome.
O funeral foi a coisa mais estranha que eu já vira.
Primeiro, porque foi na minha casa. Segundo, os convidados foram só frutinhas (huuuummmm, boiolas). Terceiro, em vez de comida para os convidados, tinha adubo e terra para comer.
"Chámara" chorou muito no funeral, tinha ficado muito doida e tava botando a culpa em mim. O pior é que as frutinhas acrditaram nela e me expulsaram de minha prória casa e vila!!!
A história de como realizei uma revolução para voltar para meu recinto e como foi nomeada "A Revolução das Frutas" fica para outro dia, crianças... Xauzinho!! (porque tudo no diminutivo virou moda!!)"
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Gente doida neste mundo maluco
Oi pessoas! Aqui é a Anny (AGAIN), e vim lhes trazer algumas notícias.
Primeiro, os capítulos restantes de "As Crônicas de Hatraz" serão postados nos fins de semana pela minha adorável amiga IZA. Então, se não sair um capítulo neste sábado ou domingo, assim como nos próximos, culpem a IZA e não eu ou o blog, ok? ^^ A série tem no total 14 capítulos e já está completa, sendo que apenas 4 capítulos (eu acho) estão disponíveis aqui.
Segundo (é agora que o título do post vai fazer sentido), sabe o treco de Vila Sésamo (Sesame Street, em inglês)? Aquele "seriado" para criancinhas que tem como personagens o coiso vermelho chamado Elmo, e a galinha amarela chamada Garibaldo?
Então, acho que alguns de vocês já tão sabendo que a maluquinha da Kate Perry participou desse programa, parodiando sua própria música "Hot 'n Cold" para uma versão mais infantil, onde ela quer brincar de vestir com o Elmo, mas ele só fica fugindo dela... Conseguiram lembrar/imaginar? Não? Então, eis o vídeo aqui.
Além da Kate Perry, quero enquadrar mais três pessoas como doidinhos, que não são tão famosos quanto essa pop star: o meu professor de física, M.K. (que NÃO DÁ pra iza.... muahahahahahahahaha ambiguidade rocks!!! xDD), minha professora de geografia H.C., e minha professora de redação, L., que acho que está mais para maluquete. Ah, mas quem são eles, Annyyyyy?!?! E por que você chama eles de doidosssss?!
Haha. Por motivos diferentes para cada um.
Vou começar pela L., professora de redação. Ela estava dando aula sobre como escrever uma entrevista, que mais parecia aula de boas maneiras. Sabe por quê? Citarei suas palavras de sabedoria: "Você não vai chegar na sua entrevista com o Barack Obama e chamá-lo de Preto Safado!! Nem de Sr. Preto Safado!". É, eu ri litros. Quem em sua sanidade chamaria o cara mais poderoso do mundo de "Preto Safado"?? Bom, sempre tem exceções, então é sempre bom avisar... :/ Como diria um colega meu, L. foi possuída pela alma de nossa professora de literatura, M.H., que nasceu junto com o Universo e se auto-nomeia "jovem senhora", usa várias gírias de manos skatistas no meio da aula e nos chama de "ingênuos". Oh, acho que devia tê-la incluído na lista de pessoas doidinhas. Ou não.
Agora, falarei da professora de geografia H.C.. Hoje ela começou a dar aula de economia e de mercado de trabalho, e falou em como desejava que os três anos para sua aposentadoria chegassem logo. Mas aí ela falou que, depois da aposentadoria, não ficaria parada logo de cara. Ela disse que ia arrumar um "empreguinho", como "Madame C.", que joga tarot, lê seu zodíaco e vê se você combina com seu namorado ou não. E tudo isso na frente da minha escola! Vê se pode um negócio desses?!
Agora por último, meu prof de física, M.K.. Esse sim é o mais doidão. Sem ofensas, claro. Estou só analisando seu jeitão. Por exemplo: ao invés de chamar a turma de "turma", "classe", "pessoal" etc., ele nos chama de "entidades de carbono". E chama a maioria das pessoas pelo seu número de chamada (menos a raras exceções, tipo as pessoas que ele pega no pé MESMO, só por diversão [o que dá graça na aula]), e particularmente ADORA quando é um menino que sai com os números 11 e 24. Já deu pra sacar, né?
Além disso, quando ele corrige os exercícios do livro, ele pede para a pessoa que tem o número da chamada que coincide com o número da questão ler a questão! E, se você tiver coragem de ler o símbolo kg como "quilos" no meio da leitura, ele quase voa no seu pescoço. E diz: "não é quilos, é quilogramas!!
E, como isso tudo não basta, na hora de explicar a matéria, ele usa alguns exemplos tão doidos como ele, que sempre tem uma criancinha que se dá mal no final e o prof termina com: "É, é mó legal!"!
Sabe, tem tantas coisas sobre ele que são esquisitas e malucas que é bom parar por aqui. Já cumpri meu dever com os post de dias úteis. Então, falou, cambada! XD
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domingo, 25 de julho de 2010
Emo nas cavernas
"Hello, Kiddozz! Ha'Ya'Doin'?
Como prometido, voou contar a história dos meus dias de emo incomum... Há muito tempo atrás, depois de uma tristeza profunda, decidi virar emo, e me torturar por todas as coisas que já aconteceram. Eu comia cacos de vidro, batia minha cabeça e meus cotovelos nas paredes mofadas de minha humilde moradia, imitava o albino masoquista do Código da Vinci, etc, etc...
Depois de trinta longos minutos, percebi que isso não era ser emo, e sim era dar uma de Anny copista imitando o cara do filme acima, mas enfim...
Cheio de dúvidas de como podia ser um emo, resolvi consultar o Deus Google.
No Google, encontrei um vídeo muuuuito legal, que ensinava o passo a passo de como ser emo. Simplesmente, O MÁXIMO.
Assisti o vídeo várias vezes seguidas, e finalmente consegui o efeito desejado. Achei que mamain ficaria orgulhosa, mas me expulsou de casa. Então decidi morar numa caverna.
Porém, como todos sabem (e se não sabem, DEVIAM saber), é muito difícil encontrar um imóvel cavernoso e arcaico como uma caverna nesses dias onde a tecnologia predomina. Cheguei até a invadir sítios arqueológicos patrimoniais da UNESCO aqui, no Brasil. Mas eles me expulsaram também, jogando maldições e clavas de madeira em mim. Então, resolvi atravessar o Oceano Atlântico a nado para chegar na África e povoar uma de suas cavernas cavernosas.
Chegando na África, o povo foi bastante afetuoso e me acolheu. Mas eu traí o movivento Mama África do Chico César e matei todo mundo, meu.
Fugi rápido para uma caverna no meio da savanna, e lá dentro morava um grupo de culto ao demônio formado por uma girafa, uma zebra, uma hipopótama(uhuuu) e um leão que dançava. Achei familiar... e me juntei a eles. A princípio, eles disseram que não havia mais vagas na banda Culto Demoníaco, mas estranhamentemente (kkkkk) a hipopótama insistiu para que eles me deixassem entrar, então acabei me juntando oficialmente. A girafa tocava bateria, a zebra tocava baixo, a hipopótama usava a guitarra e cantava, enquanto o leão dançava que nem uma galinha voante...
Disseram que eu podia ser o keytarrista, mas eu não sabia que devia apertar as teclinhas, então me ofereceram outro instrumento... O EMOSARTORIALISTHIPER harpa!! Esse sim eu sabia tocar! E muito bem!
Meus dedos fluiam de um lado para o outro do belo instrumento, e as notas ecoavam como pássaros amarelos voando alegremente em um domingo ensolarado por um parque com o gramado recém-aparado completamente verde, enquanto campistas fazem piqueniques. Lindo. Belíssimo.
O(s) problema(s) era(m): aquela caverna era só para treinos, a banda não era tão popular assim e todos estavam com fome. ISSO sim era algo com que se preocupar. O leão dançante olhava maliciosamente para minha barriga avantajada, e a girafa e a hipopótama olhavam para meus belíssimos fios de cabelo imaginando, penso eu, que eram cebolinhas. Oh, Deus. F*deu. Decidi ficar e arriscar minha vidinha inutéél. Logo o pessoal começou a notar meu excesso de auto-confiança, e decidiu que aquilo não era necessariamente "saudável" para o grupo. E me expulsaram.
Tive que passar as noites em claro no meio da savanna por falta de um instrumento emo pra tocar, e de amigos para me acharem apetitoso.
Foi aí que tipo do NADA, apareceu um cara de jaleco branco com óculos e que estava segurando uma sanfona. Antes que eu gritasse que tinha um tarado querendo me agarrar, ele tapou minha boca e começou a falar:
- Olá, querido amiguinho emo perdido. Meu nome é Décio Pinto. Atrás daquela pedra no topo do penhasco está meu irmão, Caio Pinto. Moramos numa vila aqui perto. Que tal se abrigar lá? Minha mamain, Paula Tejando, e meu papain, Tomas Turbando, ficarão muito honrados em lhe abrigar.
Achei que podiam ser meus parentes, por causa de seus nomes ridículos inventados por humoristas de um canal ruim completamente mal-pago. Então segui o homem de jaleco até detrás da enorme pedra circular, que me lembrava um traseiro. Ou um hambúrguer.
Foi aí que ele começou a me mandar fazer umas coisas estranhas, tipo abaixar as calças, botar o dedo indicador da mão direita na boca e o mindinho da esquerda no umbigo e tentar cantar Macarena, enquanto ele tocava sua sanfona. Estranho. Mas fiz mesmo assim.
Estava lá eu, numa pose estranha, quando minha tia Paulinha apareceu. Logo Décio disse:
- Mamamamamainnnnn!
- Oi, bebê.
- Mmamamaminnnn, trouxe o jantar! Quer dizer... pra jantar com a gente, heh.
- Pera!
- ?
- Fiiiii! é o Joinho!
- ?
- O Joinho, é mesmo você!
- É mesmo queeem, mamamins? - disse Décio, zangado e esfomeado.
Eu não me lembrava muito daquela baranga não. Mas minha intuição feminina (uhuuu xD) me alertou que era para fingir que eu me lembrava dela.
- Titia Paulita! Quanto teeemmmpoooo! - falei.
- E não é, Joinho?! Fazem exatamente 13 anos!
- Mamaaaaaainnn! - gritou Décio - Quem diabos é Joinho?!
Paula começou a contar uma história looonga, começando a partir da data em que ela nasceu. Ela contou como ela e sua irmã eram siamesas pela cabeça, mas que fizeram uma cirurgia de separação, onde a maior parte do cérebro foi para ela mesma. E que como elas eram amigonas, dividiam até os namorados, e blá, blá, blá. E como cada uma foi para seu lado, literalmente: Jacinta (minha mamain) permaneceu no Brasil e Paula foi para a África. Até que... Jacinta casou com um cara mooooito desprovido de beleza, mas que era capaz de dar a mortadela de cada dia para ela. E Paula tinha casado com um cara tão hot quanto Voldemuerte, mas ela mesma tinha que lutar por seu pão. Ela continuou falando sobre sua obsessiva inveja da irmã e depois falou do dia em que eu nasci:
- Oh Joinho, você nasceu num domingo ensolarado em que pássaros amarelos voavam alegremente sobre um parque cuja grama estava recém-aparada em que campistas faziam pique-niques.... Foi um dia liiindo! Belíssimo! Mas daí a bruxa da sua mãe esqueceu a piranha de cabelos dela no meu carro (eu levei ela para o hosital), então eu gritei:
- Jacinta! Sua piranha!
E aí ela e o bonitão do velho barrigudo marido dela ficaram com ódio eterno e mortal de mim.
Eu nunca soube da verdade de meu nascimento. Mamain se recusava a dizer e o defunto do meu pai também nunca mais falaria, então fiquei chocado com essa história. Minha primeira reação foi dizer:
- Titia, você tá me sacaneando?!
- Não, não, Joinho!! - disse ela, chocada - Por que eu mentiria para meu queridoe odiado sobrinho??- - Não sei... Essa história parece verídica... Mas não sei se devo confiar em uma pessoa que chamou minha mammain de piranha...
- Oh, Joinho... Perdoe-me...
- Nooonca!
E então meu primitcho Décio entrou na conversa:
- Ué, mamis, achei que voxê tivesse dito piranha se referindo a presilha da minha nunca mencionada tia Jacinta!
- O que? Eu não. Queria aquela piranha de cabelo e aquele marido pra mim. Tinha minhas esperanças de que ele acreditaria que aquela mulher suada em trabalho de parto era mesmo uma vagaba. Mas ele nunca me amou. A tia finalmente recobrou a memória, e se jogou da montanha.
- Mamiiiiiisssss!! - gritou Décio, chorando descontroladamente.
- Huh. Levou foi pouco. Vagaba. Biscate. Pu-
Mas aí o meu priminho me meteu um gancho de direita, me fazendo cair do penhasco também. Mas a história de como sobrevivi à queda e como me vinguei dele é outra história... Tchau, seres! Até a próxima!"
Como prometido, voou contar a história dos meus dias de emo incomum... Há muito tempo atrás, depois de uma tristeza profunda, decidi virar emo, e me torturar por todas as coisas que já aconteceram. Eu comia cacos de vidro, batia minha cabeça e meus cotovelos nas paredes mofadas de minha humilde moradia, imitava o albino masoquista do Código da Vinci, etc, etc...
Depois de trinta longos minutos, percebi que isso não era ser emo, e sim era dar uma de Anny copista imitando o cara do filme acima, mas enfim...
Cheio de dúvidas de como podia ser um emo, resolvi consultar o Deus Google.
No Google, encontrei um vídeo muuuuito legal, que ensinava o passo a passo de como ser emo. Simplesmente, O MÁXIMO.
Assisti o vídeo várias vezes seguidas, e finalmente consegui o efeito desejado. Achei que mamain ficaria orgulhosa, mas me expulsou de casa. Então decidi morar numa caverna.
Porém, como todos sabem (e se não sabem, DEVIAM saber), é muito difícil encontrar um imóvel cavernoso e arcaico como uma caverna nesses dias onde a tecnologia predomina. Cheguei até a invadir sítios arqueológicos patrimoniais da UNESCO aqui, no Brasil. Mas eles me expulsaram também, jogando maldições e clavas de madeira em mim. Então, resolvi atravessar o Oceano Atlântico a nado para chegar na África e povoar uma de suas cavernas cavernosas.
Chegando na África, o povo foi bastante afetuoso e me acolheu. Mas eu traí o movivento Mama África do Chico César e matei todo mundo, meu.
Fugi rápido para uma caverna no meio da savanna, e lá dentro morava um grupo de culto ao demônio formado por uma girafa, uma zebra, uma hipopótama(uhuuu) e um leão que dançava. Achei familiar... e me juntei a eles. A princípio, eles disseram que não havia mais vagas na banda Culto Demoníaco, mas estranhamentemente (kkkkk) a hipopótama insistiu para que eles me deixassem entrar, então acabei me juntando oficialmente. A girafa tocava bateria, a zebra tocava baixo, a hipopótama usava a guitarra e cantava, enquanto o leão dançava que nem uma galinha voante...
Disseram que eu podia ser o keytarrista, mas eu não sabia que devia apertar as teclinhas, então me ofereceram outro instrumento... O EMOSARTORIALISTHIPER harpa!! Esse sim eu sabia tocar! E muito bem!
Meus dedos fluiam de um lado para o outro do belo instrumento, e as notas ecoavam como pássaros amarelos voando alegremente em um domingo ensolarado por um parque com o gramado recém-aparado completamente verde, enquanto campistas fazem piqueniques. Lindo. Belíssimo.
O(s) problema(s) era(m): aquela caverna era só para treinos, a banda não era tão popular assim e todos estavam com fome. ISSO sim era algo com que se preocupar. O leão dançante olhava maliciosamente para minha barriga avantajada, e a girafa e a hipopótama olhavam para meus belíssimos fios de cabelo imaginando, penso eu, que eram cebolinhas. Oh, Deus. F*deu. Decidi ficar e arriscar minha vidinha inutéél. Logo o pessoal começou a notar meu excesso de auto-confiança, e decidiu que aquilo não era necessariamente "saudável" para o grupo. E me expulsaram.
Tive que passar as noites em claro no meio da savanna por falta de um instrumento emo pra tocar, e de amigos para me acharem apetitoso.
Foi aí que tipo do NADA, apareceu um cara de jaleco branco com óculos e que estava segurando uma sanfona. Antes que eu gritasse que tinha um tarado querendo me agarrar, ele tapou minha boca e começou a falar:
- Olá, querido amiguinho emo perdido. Meu nome é Décio Pinto. Atrás daquela pedra no topo do penhasco está meu irmão, Caio Pinto. Moramos numa vila aqui perto. Que tal se abrigar lá? Minha mamain, Paula Tejando, e meu papain, Tomas Turbando, ficarão muito honrados em lhe abrigar.
Achei que podiam ser meus parentes, por causa de seus nomes ridículos inventados por humoristas de um canal ruim completamente mal-pago. Então segui o homem de jaleco até detrás da enorme pedra circular, que me lembrava um traseiro. Ou um hambúrguer.
Foi aí que ele começou a me mandar fazer umas coisas estranhas, tipo abaixar as calças, botar o dedo indicador da mão direita na boca e o mindinho da esquerda no umbigo e tentar cantar Macarena, enquanto ele tocava sua sanfona. Estranho. Mas fiz mesmo assim.
Estava lá eu, numa pose estranha, quando minha tia Paulinha apareceu. Logo Décio disse:
- Mamamamamainnnnn!
- Oi, bebê.
- Mmamamaminnnn, trouxe o jantar! Quer dizer... pra jantar com a gente, heh.
- Pera!
- ?
- Fiiiii! é o Joinho!
- ?
- O Joinho, é mesmo você!
- É mesmo queeem, mamamins? - disse Décio, zangado e esfomeado.
Eu não me lembrava muito daquela baranga não. Mas minha intuição feminina (uhuuu xD) me alertou que era para fingir que eu me lembrava dela.
- Titia Paulita! Quanto teeemmmpoooo! - falei.
- E não é, Joinho?! Fazem exatamente 13 anos!
- Mamaaaaaainnn! - gritou Décio - Quem diabos é Joinho?!
Paula começou a contar uma história looonga, começando a partir da data em que ela nasceu. Ela contou como ela e sua irmã eram siamesas pela cabeça, mas que fizeram uma cirurgia de separação, onde a maior parte do cérebro foi para ela mesma. E que como elas eram amigonas, dividiam até os namorados, e blá, blá, blá. E como cada uma foi para seu lado, literalmente: Jacinta (minha mamain) permaneceu no Brasil e Paula foi para a África. Até que... Jacinta casou com um cara mooooito desprovido de beleza, mas que era capaz de dar a mortadela de cada dia para ela. E Paula tinha casado com um cara tão hot quanto Voldemuerte, mas ela mesma tinha que lutar por seu pão. Ela continuou falando sobre sua obsessiva inveja da irmã e depois falou do dia em que eu nasci:
- Oh Joinho, você nasceu num domingo ensolarado em que pássaros amarelos voavam alegremente sobre um parque cuja grama estava recém-aparada em que campistas faziam pique-niques.... Foi um dia liiindo! Belíssimo! Mas daí a bruxa da sua mãe esqueceu a piranha de cabelos dela no meu carro (eu levei ela para o hosital), então eu gritei:
- Jacinta! Sua piranha!
E aí ela e o bonitão do velho barrigudo marido dela ficaram com ódio eterno e mortal de mim.
Eu nunca soube da verdade de meu nascimento. Mamain se recusava a dizer e o defunto do meu pai também nunca mais falaria, então fiquei chocado com essa história. Minha primeira reação foi dizer:
- Titia, você tá me sacaneando?!
- Não, não, Joinho!! - disse ela, chocada - Por que eu mentiria para meu querido
- Oh, Joinho... Perdoe-me...
- Nooonca!
E então meu primitcho Décio entrou na conversa:
- Ué, mamis, achei que voxê tivesse dito piranha se referindo a presilha da minha nunca mencionada tia Jacinta!
- O que? Eu não. Queria aquela piranha de cabelo e aquele marido pra mim. Tinha minhas esperanças de que ele acreditaria que aquela mulher suada em trabalho de parto era mesmo uma vagaba. Mas ele nunca me amou. A tia finalmente recobrou a memória, e se jogou da montanha.
- Mamiiiiiisssss!! - gritou Décio, chorando descontroladamente.
- Huh. Levou foi pouco. Vagaba. Biscate. Pu-
Mas aí o meu priminho me meteu um gancho de direita, me fazendo cair do penhasco também. Mas a história de como sobrevivi à queda e como me vinguei dele é outra história... Tchau, seres! Até a próxima!"
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
As crônicas de Joe - O baile - Capítulo 1
Joe estava alegre, em casa, olhando seu reflexo no espelho. Como aquele terno lhe servia bem! Joe estava se exibindo para si mesmo quando sua mãe entrou no quarto.
-AAAANDA! Parece até que tu é mulher! – E puxou o pequeno joe pela orelha até o velho carro da família, onde seu velho pai de camisa amarela terminava de engolir um presunto e enfiava a chave na ignição.
Ao chegar na festa, Joe foi correndo no bar escolher alguns salgadinhos, entre eles coxinhas, canapés, tentáculos de polvo fritos com alho e salsa, empadas de cachorro, churrasco grego com KiSuco e outras iguarias.
Ao engolir um pedaço d
e orelha canina do recheio de sua empada deliciosamente esmagada, Joe avistou God. Sua melhor amiga. Vestida em pura seda, maquiada em puro pó e penteada em puros grampos, ela foi até Joe em câmera lenta, fato que assustou muito os outros convidados.
- Oi, joezinho.
- Oi, Godinha. – Lindo apelido.
- Nossa... Esse terno lhe serve perfeitamente Joinho.
- AAAH! – Joe havia caído. Como? Por que? Ninguém sabia. Até que de um canto escuro saiu Chico Xavier, que, usando seus poderes psíquicos, descobriu a presença de uma força maliga de outra dimensão: A DIMENSÃO DOS MORTOS (também conhecida como a dimensão dos desprovidos de vida e de heterozice. [já reparou como mortos-vivos são afetados? Uhuhu])!
Quer saber se Joe sobreviveu? Se a força maligna afetada destruiu o baile de formatura? Aguarde! Em breve o capítulo 2 estará disponível no blog do titio joe mais perto de você!
-AAAANDA! Parece até que tu é mulher! – E puxou o pequeno joe pela orelha até o velho carro da família, onde seu velho pai de camisa amarela terminava de engolir um presunto e enfiava a chave na ignição.
Ao chegar na festa, Joe foi correndo no bar escolher alguns salgadinhos, entre eles coxinhas, canapés, tentáculos de polvo fritos com alho e salsa, empadas de cachorro, churrasco grego com KiSuco e outras iguarias.
Ao engolir um pedaço d
e orelha canina do recheio de sua empada deliciosamente esmagada, Joe avistou God. Sua melhor amiga. Vestida em pura seda, maquiada em puro pó e penteada em puros grampos, ela foi até Joe em câmera lenta, fato que assustou muito os outros convidados.- Oi, joezinho.
- Oi, Godinha. – Lindo apelido.
- Nossa... Esse terno lhe serve perfeitamente Joinho.
- AAAH! – Joe havia caído. Como? Por que? Ninguém sabia. Até que de um canto escuro saiu Chico Xavier, que, usando seus poderes psíquicos, descobriu a presença de uma força maliga de outra dimensão: A DIMENSÃO DOS MORTOS (também conhecida como a dimensão dos desprovidos de vida e de heterozice. [já reparou como mortos-vivos são afetados? Uhuhu])!
Quer saber se Joe sobreviveu? Se a força maligna afetada destruiu o baile de formatura? Aguarde! Em breve o capítulo 2 estará disponível no blog do titio joe mais perto de você!
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sexta-feira, 9 de julho de 2010
Uma breve historia sobre o Annycão - Edição Especial de Férias
"Olá crianças/niños/enfants/kidz/lapset/børn/fëmijë! Como vocês podem ver, virei poliglota, mas isso não vem ao caso!
O fato é: tenho recebido muitos e-mails (não, isso é mentira kkkkkkkk) de crianças de todos os mundos (isso mesmo! Da Terra, de Marte, do ex-planeta Plutão, de Yargo), pedindo para explicar quem diabos é o Annycão.
Primeiro, gostaria de registrar meu espanto com relação a isso. Como vocês não sabem quem é o Annycão?! Foi ele quem deu origem à música do desenho do ex-Jetix chamado Yin Yang Yo!! Olha só:
"Em um mundo de cãos e de cãofusão
Quem salva o dia é o Annycão!
A-nny-cão!
Annycão, Annycão!
A-nny-cão!
Annycããããão!"
Entenderam agora ou querem que eu explique de novo? kkkkkkkkkkkkkkkkkk"
INFO E HISTÓRIA COMPLETA DO ANNYCÃO
Era uma noite escura. Anny, o cachorro andava despreocupada/o com a vida, quando um automóel de pequeno porte a/o atropelou. O motorista desceu do carro, para ver o gorila que estava ali embaixo. Mas era apenas a/o gorda/o da/o annycão. Que coisa. O cara foi embora.
Anos depois, Anny ainda estava sobre a estrada. Sua vida/morte mudou depois que uma quadrilha de super "heróis" passou por ali e sentiu pena daquele ser. Os Super Super lhe deram uma nova vida. Anny, o cachorro, não era mais apenas um vira lata gordo. Era... Um SUPERCÃO!
Seu nome de Super Uau virou ANNYCÃO ( bem criativo. Nem remete ao passado...). Na verdade, o nome todo é Annycão Verde Azul Gonçalvez Machão Femeála. Mas só a chamam de ANNYCÃO!
Foto do ser canídeo, o Annycão.
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Braços e Corações Partidos
" Olá bērni!! ( que foi? não sabe falar letão não? hahaha)
Hoje vou contar a história de como quebrei meu braço esquerdo cortando um limão.
Era madrugada, e God tava lá em casa.
Daí pra dar uma de chiquezinho, fui pegar umas bebidas geladas para nós.
Preparei os drinks, e fui colocar uma rodelinha de limão em cada taça Pink.
Quando levantei a faca para rachar a delicada e preciosa casca do tão estimado limão, o caldo perfeito espirrou em meus olhos.
- AWWWWGHHGHHHH - gritei por conta das mini-mini gotinhas que espirraram em meu olho.
God rápida e prontamente veio me acudir. Mas, como eu estava descontrolado, acabei dando uma cotovelada na cara de God.
- MAS QUE M**** VOCÊ PENSA QUE TÁ FAZENDO, SEU FILHO DA ****!! C******!! TÁ TUDO ACABADO ENTRE NÓS!!
- Nãããão God! Fique comigo!
God já ia saindo pela porta.
Eu tentei agarrá-la, mas a porta bateu diretamente no meu cotovelo, que afetou meus ombros, que afetou meu mini-mini dentinho nascendo no meio do meu céu da boca. E ainda quebrara meu braço esquerdo.
Levei minhas mãos à minha boca, gemendo de dor, mas logo percebi que isso não traria God de volta, então tratei de aguentar a dor e ir atrás dela.
Então decidi correr atrás dela.
Quando terminei de descer os 47 lances de escada do meu prédio, percebi q o MEU carro não estava mais lá e que God também não estava. Achei melhor ligar pra ela pra avisar que iria pegar um ônibus e ir até a casa dela, sendo que ela não queria me ver pra dar tempo dela fugir e tal.
Então... Liguei para ela e, incrível e surpreendentemente ela atendeu.
- Carlos Daniel? É você?
- Nããoo.. É o Joe, seu fofuxo.
- Quê?! O que você quer?
- Eu queria te ligar pra te avisar que vou te seguir até os confins do infeeeeeerno.... Ah, e pra te avisar que to indo de ônibus pra te seguir.
- Você é por acaso o O Assassino Terrivelmente Lento Com a Arma Extremamente Ineficiente?! Vê se larga do meu pé, chulé!! - e desligou o telefone.
Mesmo assim peguei o ônibus, lotado. Quando desci do ônibus, a vinte quilômetros de distância da casa de God, percebi que o homem velho de camisa amarela dentro do ônibus olhava feio para mim. Quando o ônibus voltou a entrar em movimento, o velho colocou a cabeça para fora da janela, jogou um presunto em mim e disse:
- P*** QUE PARIU!
Não entendi o que ele quis dizer com o presunto, mas começei a correr para chegar na casa de God antes que ela fugisse.
Comecei a correr. Porém, crianças, nunca fui um bom corredor, então vocês já podem imaginar a cena... E olha que eu tinha apenas 15 anos!
50 dias, 23 horas, 58 minutos, 14 segundos e 66 nano-segundos depois, finalmente cheguei na casa de God. But.... Ela não estava lá!!
Aquela musiquinha da Avril Lavigne começou a tocar na minha cabeça, a tal do Nobody's Home...
Aproveitei o momento e dançei aquela música que se encaixava perfeitamente no meu momentinho " She's lost inside, lost inside, Oh Oh..."...Opa, momento diva pop passando...
Arrombei a porta preta cheia de correntes e avisos como " Não entre! Cachorra raivosa!", "Cuidado com a gata" e " Não alimente os pombos" (?). Entrei. A sala estava completamente vazia. Exceto pela cachorra que espumava pela boca, a gata que rosnava e os pombos que ciscavam.
E eu achando que minha amada God estaria ali..
Foi aí que, pela minha belíssima visão periférica, vi um vulto se mexendo. Olhei para os lados, para cima, para baixo e para as diagonais, quando vi ele...!
- Washington... Carlos...? - perguntei para ele.
- ...Essa voz... É você Joe?!
- W.C.!!
- Burger King!!!
E nos abraçamos como se estivéssemos em Broke Back Mountain.
- Wash, o que você está fazendo aqui?
(liindo apelido, que remete ao propósitos reais do meu amigão)
- Ah, errrr... A Goddy disse que ia viajar e pediu que eu ficasse na casa dela, alimentasse os bichinhos dela, me aproveitasse das almofadas de penas dela e da TV a cabo dela com pay per view, e comesse toda a Nuttela estocada pra 2012 que ela tem!
- AHH... Isso parece mesmo o tipo de coisa que a God diria...
- Hehehehehe he he...- Wash parecia nervoso. Hmm. Estranho. Mas tanto faz. Ele sempre foi assim... Hmmm... Meu nervosinho... Sempre deu um Pitizinho aqui, outro ali... Ai..
- Joe.... Presssssssssssssssssciso te contar uma coisa!!
- O que foi Wash?!
- ...
- Fala logo!!
- É que minha vida é uma mentira!!!
- Mas... O quê?!
- É isso aí!! Tudo o que eu acreditava até então se mostrou ser mentira!!
- Tipo...?
- Tipo o Annycão ser hermafrotida!
Não deu pra segurar: eu ri.
- Wash... Annycão nunca foi hermafrodita!
- Claro que sim! Como você explica o fato de Annycão ter mamas produtoras ativas de leitinho quentinho e um NEGOÇO cilíndrico que expele leitinho quentinho logo abaixo das mamas?
- Oh, argumento convincente, Wash.
- Viiiiu, Joinho? Minha vida é uma mentira parcial.
- Sim... Pelo menos sua sexualidade está esclarecida desde que você entrou nesta história.
- Oh Joe! Me abrace!
Passamos a noite toda assim...
Roçando os pelos corporais e faciais um no outro.
Infelizmente, a cachorra, a gata e os pombos se entusiasmaram e quiseram roçar os deles também.
Foi aí, nesse momento, que God entrou em sua casa.
- Wash, queridooooo...! Esqueci a minha erva e a minha bomba para... Mas que.... COISA é essa?!
Ahhhnnn.... Nossas fantasias acabaram. Agora meu mundo era God, e não Washinho.
- Goddy, querida... - comecei.
- NÃO ME CHAME DE QUERIDA!! Wash... Não acredito que você está me traindo com o Joe!! Que desgostooooo!!
- E eu não sabia que você era gaúcha... (é, crianças, espero que não tenham pensado que Goddy era uma traficante e que gostava de explodir coisas) - tentei.
- Oh, Joe, me poupe! Todos aqueles anos.... O episódio das laranjas... E o do Submundo... E você não sabia disso! O detalhe mórbido mais simples da minha vida de Deusa não traficante... - E God chutou meu cotovelo. Doeu muito. A dor afetou meu ombros, que afetou meu mini-mini dentinho no meio do meu céu da boca.
- Goddy... Minha tetéia... Acalme-s-
- Me acalmar?! ACALMAR?? Acabei de descobrir que você é bissexual (nada contra isso crianças, sem preconceitos, paz e amor, love n' peace) e que Wash é gay!! Como você acha que me sinto em relação a vocês?! FORA DE MINHA VIDA!! FORA DE MINHA CASA!!
- Nããão God! Não me julgue!
- Ah Joe, já perdi muito tempo com você.
Começei a chorar descontroladamente. "Uma vida sem God, mesmo que uma vida imortal, seria vazia." *momento herói de filme que ama todo mundo passando*
Porém, God não voltou nem quando eu chorei. E foi embora, batendo a porta no meu cotovelo de novo.
Washinho, depois de ter visto todo aquele drama pela God, não me perdoou e me abandonou também.
Os animais também não gostaram nada de ter sua brincadeira interrompida e vazaram.
Agora, eu estava sozinho, sem amigos, sem amantes e sem bichinhos.
Peguei mais um ônibus de volta para casa (depois de ter roubado dois potes de Nutella da casa de God), desviei do presunto do velhinho de camiseta amarela quando desci na minha parada e, depois de mais de 70 dias, cheguei em casa.
E lá resolvi mofar até alguém me salvar.
Enquanto mofava, para aliviar a pressão, virei emo. Mas não um emo comum, do tipo que corta os pulsos e come flores. Batia por puro prazer meu cotovelo nas portas. Mas meu período emo é uma história pra outro dia, crianças....
Tchau! Até a próxima!"
Hoje vou contar a história de como quebrei meu braço esquerdo cortando um limão.
Era madrugada, e God tava lá em casa.
Daí pra dar uma de chiquezinho, fui pegar umas bebidas geladas para nós.
Preparei os drinks, e fui colocar uma rodelinha de limão em cada taça Pink.
Quando levantei a faca para rachar a delicada e preciosa casca do tão estimado limão, o caldo perfeito espirrou em meus olhos.
- AWWWWGHHGHHHH - gritei por conta das mini-mini gotinhas que espirraram em meu olho.
God rápida e prontamente veio me acudir. Mas, como eu estava descontrolado, acabei dando uma cotovelada na cara de God.
- MAS QUE M**** VOCÊ PENSA QUE TÁ FAZENDO, SEU FILHO DA ****!! C******!! TÁ TUDO ACABADO ENTRE NÓS!!
- Nãããão God! Fique comigo!
God já ia saindo pela porta.
Eu tentei agarrá-la, mas a porta bateu diretamente no meu cotovelo, que afetou meus ombros, que afetou meu mini-mini dentinho nascendo no meio do meu céu da boca. E ainda quebrara meu braço esquerdo.
Levei minhas mãos à minha boca, gemendo de dor, mas logo percebi que isso não traria God de volta, então tratei de aguentar a dor e ir atrás dela.
Então decidi correr atrás dela.
Quando terminei de descer os 47 lances de escada do meu prédio, percebi q o MEU carro não estava mais lá e que God também não estava. Achei melhor ligar pra ela pra avisar que iria pegar um ônibus e ir até a casa dela, sendo que ela não queria me ver pra dar tempo dela fugir e tal.
Então... Liguei para ela e, incrível e surpreendentemente ela atendeu.
- Carlos Daniel? É você?
- Nããoo.. É o Joe, seu fofuxo.
- Quê?! O que você quer?
- Eu queria te ligar pra te avisar que vou te seguir até os confins do infeeeeeerno.... Ah, e pra te avisar que to indo de ônibus pra te seguir.
- Você é por acaso o O Assassino Terrivelmente Lento Com a Arma Extremamente Ineficiente?! Vê se larga do meu pé, chulé!! - e desligou o telefone.
Mesmo assim peguei o ônibus, lotado. Quando desci do ônibus, a vinte quilômetros de distância da casa de God, percebi que o homem velho de camisa amarela dentro do ônibus olhava feio para mim. Quando o ônibus voltou a entrar em movimento, o velho colocou a cabeça para fora da janela, jogou um presunto em mim e disse:
- P*** QUE PARIU!
Não entendi o que ele quis dizer com o presunto, mas começei a correr para chegar na casa de God antes que ela fugisse.
Comecei a correr. Porém, crianças, nunca fui um bom corredor, então vocês já podem imaginar a cena... E olha que eu tinha apenas 15 anos!
50 dias, 23 horas, 58 minutos, 14 segundos e 66 nano-segundos depois, finalmente cheguei na casa de God. But.... Ela não estava lá!!
Aquela musiquinha da Avril Lavigne começou a tocar na minha cabeça, a tal do Nobody's Home...
Aproveitei o momento e dançei aquela música que se encaixava perfeitamente no meu momentinho " She's lost inside, lost inside, Oh Oh..."...Opa, momento diva pop passando...
Arrombei a porta preta cheia de correntes e avisos como " Não entre! Cachorra raivosa!", "Cuidado com a gata" e " Não alimente os pombos" (?). Entrei. A sala estava completamente vazia. Exceto pela cachorra que espumava pela boca, a gata que rosnava e os pombos que ciscavam.
E eu achando que minha amada God estaria ali..
Foi aí que, pela minha belíssima visão periférica, vi um vulto se mexendo. Olhei para os lados, para cima, para baixo e para as diagonais, quando vi ele...!
- Washington... Carlos...? - perguntei para ele.
- ...Essa voz... É você Joe?!
- W.C.!!
- Burger King!!!
E nos abraçamos como se estivéssemos em Broke Back Mountain.
- Wash, o que você está fazendo aqui?
(liindo apelido, que remete ao propósitos reais do meu amigão)
- Ah, errrr... A Goddy disse que ia viajar e pediu que eu ficasse na casa dela, alimentasse os bichinhos dela, me aproveitasse das almofadas de penas dela e da TV a cabo dela com pay per view, e comesse toda a Nuttela estocada pra 2012 que ela tem!
- AHH... Isso parece mesmo o tipo de coisa que a God diria...
- Hehehehehe he he...- Wash parecia nervoso. Hmm. Estranho. Mas tanto faz. Ele sempre foi assim... Hmmm... Meu nervosinho... Sempre deu um Pitizinho aqui, outro ali... Ai..
- Joe.... Presssssssssssssssssciso te contar uma coisa!!
- O que foi Wash?!
- ...
- Fala logo!!
- É que minha vida é uma mentira!!!
- Mas... O quê?!
- É isso aí!! Tudo o que eu acreditava até então se mostrou ser mentira!!
- Tipo...?
- Tipo o Annycão ser hermafrotida!
Não deu pra segurar: eu ri.
- Wash... Annycão nunca foi hermafrodita!
- Claro que sim! Como você explica o fato de Annycão ter mamas produtoras ativas de leitinho quentinho e um NEGOÇO cilíndrico que expele leitinho quentinho logo abaixo das mamas?
- Oh, argumento convincente, Wash.
- Viiiiu, Joinho? Minha vida é uma mentira parcial.
- Sim... Pelo menos sua sexualidade está esclarecida desde que você entrou nesta história.
- Oh Joe! Me abrace!
Passamos a noite toda assim...
Roçando os pelos corporais e faciais um no outro.
Infelizmente, a cachorra, a gata e os pombos se entusiasmaram e quiseram roçar os deles também.
Foi aí, nesse momento, que God entrou em sua casa.
- Wash, queridooooo...! Esqueci a minha erva e a minha bomba para... Mas que.... COISA é essa?!
Ahhhnnn.... Nossas fantasias acabaram. Agora meu mundo era God, e não Washinho.
- Goddy, querida... - comecei.
- NÃO ME CHAME DE QUERIDA!! Wash... Não acredito que você está me traindo com o Joe!! Que desgostooooo!!
- E eu não sabia que você era gaúcha... (é, crianças, espero que não tenham pensado que Goddy era uma traficante e que gostava de explodir coisas) - tentei.
- Oh, Joe, me poupe! Todos aqueles anos.... O episódio das laranjas... E o do Submundo... E você não sabia disso! O detalhe mórbido mais simples da minha vida de Deusa não traficante... - E God chutou meu cotovelo. Doeu muito. A dor afetou meu ombros, que afetou meu mini-mini dentinho no meio do meu céu da boca.
- Goddy... Minha tetéia... Acalme-s-
- Me acalmar?! ACALMAR?? Acabei de descobrir que você é bissexual (nada contra isso crianças, sem preconceitos, paz e amor, love n' peace) e que Wash é gay!! Como você acha que me sinto em relação a vocês?! FORA DE MINHA VIDA!! FORA DE MINHA CASA!!
- Nããão God! Não me julgue!
- Ah Joe, já perdi muito tempo com você.
Começei a chorar descontroladamente. "Uma vida sem God, mesmo que uma vida imortal, seria vazia." *momento herói de filme que ama todo mundo passando*
Porém, God não voltou nem quando eu chorei. E foi embora, batendo a porta no meu cotovelo de novo.
Washinho, depois de ter visto todo aquele drama pela God, não me perdoou e me abandonou também.
Os animais também não gostaram nada de ter sua brincadeira interrompida e vazaram.
Agora, eu estava sozinho, sem amigos, sem amantes e sem bichinhos.
Peguei mais um ônibus de volta para casa (depois de ter roubado dois potes de Nutella da casa de God), desviei do presunto do velhinho de camiseta amarela quando desci na minha parada e, depois de mais de 70 dias, cheguei em casa.
E lá resolvi mofar até alguém me salvar.
Enquanto mofava, para aliviar a pressão, virei emo. Mas não um emo comum, do tipo que corta os pulsos e come flores. Batia por puro prazer meu cotovelo nas portas. Mas meu período emo é uma história pra outro dia, crianças....
Tchau! Até a próxima!"
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quinta-feira, 8 de julho de 2010
A Montanha Enfeitiçada Com Um X Vermelho
"Olá kidz (é, é kidz mesmo, não sabem inglês?? hahaha)!
Hoje, contarei a incrível história da Montanha Enfeitiçada Com Um X Vermelho...
Dizem que lá mora a tribo das tesouras atletas e, como sou muito curioso, resolvi procurar esse lendário e misterioso lugar.
Ao chegar ao topo da montanha circundada por uma espessa nuvem cor de rosa, encontrei um pajé-advogado-cadeira-macho-mesa-fêmea tomando "café" e mexendo num "sal", junto com outros 24 amiguinhos kidzóicos.
Como sou muito civilizado (e vocês supostamente também são, né kidz?), resolvi conversar com o Pajé antes de virar lobisomem e arrancar a cabeça dele.
- Ei, Pajé Hermafrodita!
- Como você sabe meu nome?! - respondeu ele, muito surpreso.
- Sei porque sou meio ser supremo do mal, e vim avisar que em 1 minuto ou menos, sua cabeça será minha e a magia cor de rosa-magenta-púrpura-purpurina vai ser tooooda minhaaaan, gatchennho/a!!!
- OOH, não! - e o Pajé correu, arrastando fortemente todos os seus comparsas/amantes.
Quando todos vazaram, levantando uma leve camada de poeira por onde correram, olhei em minha volta. Não havia nenhuma tribo de tesouras atletas e nem uma marca com um X vermelho. Por isso, resolvi escalar mais a montanha com nuvens cor de rosa.
Como um garoto preparado, sempre carrego minha maionese comigo. SEMPRE.
Comi toda a maionese e usei o pote para levar para casa como souvenir um pouc daquela linda fumaçinha cor de coelhinho safado.
Continuei subindo a montanha ( faltavam apenas 4 cm para atingir o "very top", honey).
E, chegando lá, avistei o grande X, mas não era vermelho, era inexplicávellindamente... ROSA-PÚRPUROMAGENTO-BRILLA BRILLA- PISCA PISCA- PURPURINA - LANTEJOULA - PINKY!!!!
Eu achei incrivelmente suspeita aquela cor para o grande X, mas como sou muito curioso, resolvi cavar ali mesmo naquela marca rosenta...
Quando cheguei na marca de 3 metros cavados, uma voz ressoou por fora do buraco:
- VOCÊ PAGARÁ POR VIOLAR A TUMBA DO FARAÓ AVULADO SUPREMÃO RAMSÉS SEGUNDÃO DE OSÍRIS!!
- Mas... Os Faraós não são enterrados no Egito e em pirâmides? - perguntei.
- SIM... MAS O FARAÓ AVULADO... AH, VOCÊ SABE O NOME DELE! ESSE FARAÓ RESOLVEU SE ENTERRAR EMBAIXO DESSA MARCA ROSINHA MUITO FASHION!
- Ah... Então esse Faraó jogou no outro time??
- ISSO NÃO TE INTERESSA!! BEHOLD THE WRATH OF THE PHARAOH!!
E aí, um monte de terra caiu em cima de mim.
Descobri então que eu estava fadado a viver no Submundo (literalmente hohoho), como Papai Noel de faraó no fim do ano, putinha de faraó todas as noites e babá de faraó todos os dias (que quando se está enterrado sobre um X rosa são bem escuros :( )
Começei os preparativos para meu futuro promissor comprando uma mamadeira, um chicote e uma rena.
Foi quando eu a avistei. Lá estava minha musa inspiradora, minha agulha no palheiro, meu feijão na marmita, minha rosa no jardim, minha abelha na colméia...
Lá estava a minha querida - e falecida - God!!
Ela estava muito melhor do que imaginei, vestida de Mamãe Noel com a máscara da Tiazinha, chicoteando todas aquelas almas penadas e condenadas.
Estufei o peito, empinei a bundinha, encolhi a barriga, e fui falar com a razão da minha vida/morte/zumbilência.
- OOOI! * Smooch* como é bom te ver! * Smooch* Senti muuuito a sua falta!
Então ela tirou a barba falsa, o gorro quase descosturado e a máscara poeirenta.
E ali estava uma face semi-decompostamente perfeita.
Ah, como eu amava aquela zumbi.
E ela tinha a mesma profissão que eu.
- Joe.... Is déti reali iu? - falou a zumbi God.
- Iés... Détis mi. - respondi - Vamos parar de falar inglês e vamos sair daqui!! Não aguento mais ser a putinha do faraó; por causa disso não consigo mais sentar!!
- Não, Joe... Minha vida de putinha/babá/mamãe noel tem sido perfeita aqui. Se você me ama mesmo como diz que ama, vai ser putinha/babá/papai noel aqui comigo, e no fim da madrugada, você pode ser minha putinha/babá/papai noel...
- Oh, God... Me parece perfeito...
- Então venha... Junte-se a nós... Junte-se a nós...
- Nós?
- Sim, Joezinho lovinho... Nós...
- Nós quem?
- Eu e meu faraó "amigo"...
Antes, o plano me pareceu perfeito, mas depois que ela falou que o Faraó era seu "amigo", meu interior entrou em ruínas. Tudo o que eu queria naquele mometo era decapitar aquele ser infiel e sair dali... Mas como?
Foi quando, não sei como, apareceu uma lua cheia, e eu me transformei em um lobisomem, ali mesmo, no Submundo.
E isso foi uma pééééssima ideia.
Atrás de uma pedra pontiaguda, saiu o Van Helsing e o Drácula, gritando:
- Matem-no! Matem o lobisomem!!
Mas eles não eram páreos para mim, então os decapitei como se fossem isopor.
Aquele isopor parecia delicioso, então o comi. Estava me sentindo muuuito forte. Corri até o ponto mais fundo do buraco, onde ficava o bercinho do faraó. Ao me aproximar, ele disse:
- Papai, quero cooooooooooooooolo!
Delicadamente ergui minhas garras de Wolverine e peguei o pobre bebê gay faraó.
Ele sorriu para mim com aquela cara de bebê de 34 anos, e mais 20 de governo.
Eu sabia que havíamos matado muita gente; mas este faraó gracinha havia matado mais que todos.
Havíamos feito coisas ruins ( eu, você e o Zooboomafoo), mas o faraó havia feito coisas piores ( sim, kidz, o zooboomafoo está aqui conosco).
Não compreendi porque a coragem me faltava naquele momento crucial de toda minha existência pinky.
O "bebê" Faraó sorriu para mim, mostrando duas fileiras (uma atrás da outra =O ) de pontiagudos dentes superiores.
E aí eu entendi porque God queria ficar ali no Submundo.
Mas, quem disse que eu era ela?!?!
No outro segundo, o bebê havia se partido ao meio, fazendo aparecer uma reluzente porta vermelha purpurinada.
Corri até ela, botei a mão na maçaneta e abri.
Do outro lado, havia um muro de tijolos. Uhuuuuuu.
Enfiei a mão nos tijolos por falta do que fazer...
E era apenas um painel de tecido. Uhuuuu2.
Do outro lado do painel de tecido muuuito realista, havia uma imensidão azul.
Talvez fosse o mar. Mas porque a água não havia invadido o cômodo?
Medo.
Medo.
Medo.
E comecei a nadar.
Medo.
Mesmo aterrorizado, nadei, nadei, e nadei, e nada de aparecer qualquer monte de areia. Foi aí que começou a amanhecer e perdi minha forma lupina, junto com meu fôlego e força sobrenatural. Eu sabia que não conseguiria como um humano. Mas estava enganado.
No outro segundo após minha transformação, apareceu a guarda oceanal e me resgatou. Eu estava com muito frio, então não falei com ninguém. Mas eles falavam umas coisas engraçadas que eu não entendia, tipo:
- Abo! Adimoc acserf aterid od ram!!
Para me aquecer, eles foram muito gentis a ponto de me botar num caldeirão com água pré-aquecida. Mas aí a água começou a ficar quente demais.
- Ei, você!! A água tá muito quent-
E aí eu percebi que eu estava sendo cozinhado vivo e que os guardas oceanais falavam ao contrário...!
Como estava fraco demais para lutar, preferi ficar ali e ser cozinhado. Olhei pra frente. Oh, aqueles guardas eram MOOOINTO HOTS...
Tirei uma mão do caldeirão e apertei a bundinha de um deles.
Pelo salto que ele deu, percebi que não eram que nem o faraó. No outro segundo, ele havia me tirado do caldeirão e havia me desafiado para um duelo mortal: o Mortal Kombat III.
Quem ganhasse, tinha direito a um desejo. E, não importava o quão impossível fosse, o outro teria que realizá-lo. Se não... Muahahahaha!!
Eu realmente estava muito fraco para lutar. Então pulei bem rápido nas águas oceanicas geladas e fugi. No meio do caminho, o pessoal me encontrou para continuar o combate. Mas essa é uma história para outro dia...
Tchau kidzz!
Eca, cadê a mãe desse menino?! Ele vomitou..."
Hoje, contarei a incrível história da Montanha Enfeitiçada Com Um X Vermelho...
Dizem que lá mora a tribo das tesouras atletas e, como sou muito curioso, resolvi procurar esse lendário e misterioso lugar.
Ao chegar ao topo da montanha circundada por uma espessa nuvem cor de rosa, encontrei um pajé-advogado-cadeira-macho-mesa-fêmea tomando "café" e mexendo num "sal", junto com outros 24 amiguinhos kidzóicos.
Como sou muito civilizado (e vocês supostamente também são, né kidz?), resolvi conversar com o Pajé antes de virar lobisomem e arrancar a cabeça dele.
- Ei, Pajé Hermafrodita!
- Como você sabe meu nome?! - respondeu ele, muito surpreso.
- Sei porque sou meio ser supremo do mal, e vim avisar que em 1 minuto ou menos, sua cabeça será minha e a magia cor de rosa-magenta-púrpura-purpurina vai ser tooooda minhaaaan, gatchennho/a!!!
- OOH, não! - e o Pajé correu, arrastando fortemente todos os seus comparsas/amantes.
Quando todos vazaram, levantando uma leve camada de poeira por onde correram, olhei em minha volta. Não havia nenhuma tribo de tesouras atletas e nem uma marca com um X vermelho. Por isso, resolvi escalar mais a montanha com nuvens cor de rosa.
Como um garoto preparado, sempre carrego minha maionese comigo. SEMPRE.
Comi toda a maionese e usei o pote para levar para casa como souvenir um pouc daquela linda fumaçinha cor de coelhinho safado.
Continuei subindo a montanha ( faltavam apenas 4 cm para atingir o "very top", honey).
E, chegando lá, avistei o grande X, mas não era vermelho, era inexplicávellindamente... ROSA-PÚRPUROMAGENTO-BRILLA BRILLA- PISCA PISCA- PURPURINA - LANTEJOULA - PINKY!!!!
Eu achei incrivelmente suspeita aquela cor para o grande X, mas como sou muito curioso, resolvi cavar ali mesmo naquela marca rosenta...
Quando cheguei na marca de 3 metros cavados, uma voz ressoou por fora do buraco:
- VOCÊ PAGARÁ POR VIOLAR A TUMBA DO FARAÓ AVULADO SUPREMÃO RAMSÉS SEGUNDÃO DE OSÍRIS!!
- Mas... Os Faraós não são enterrados no Egito e em pirâmides? - perguntei.
- SIM... MAS O FARAÓ AVULADO... AH, VOCÊ SABE O NOME DELE! ESSE FARAÓ RESOLVEU SE ENTERRAR EMBAIXO DESSA MARCA ROSINHA MUITO FASHION!
- Ah... Então esse Faraó jogou no outro time??
- ISSO NÃO TE INTERESSA!! BEHOLD THE WRATH OF THE PHARAOH!!
E aí, um monte de terra caiu em cima de mim.
Descobri então que eu estava fadado a viver no Submundo (literalmente hohoho), como Papai Noel de faraó no fim do ano, putinha de faraó todas as noites e babá de faraó todos os dias (que quando se está enterrado sobre um X rosa são bem escuros :( )
Começei os preparativos para meu futuro promissor comprando uma mamadeira, um chicote e uma rena.
Foi quando eu a avistei. Lá estava minha musa inspiradora, minha agulha no palheiro, meu feijão na marmita, minha rosa no jardim, minha abelha na colméia...
Lá estava a minha querida - e falecida - God!!
Ela estava muito melhor do que imaginei, vestida de Mamãe Noel com a máscara da Tiazinha, chicoteando todas aquelas almas penadas e condenadas.
Estufei o peito, empinei a bundinha, encolhi a barriga, e fui falar com a razão da minha vida/morte/zumbilência.
- OOOI! * Smooch* como é bom te ver! * Smooch* Senti muuuito a sua falta!
Então ela tirou a barba falsa, o gorro quase descosturado e a máscara poeirenta.
E ali estava uma face semi-decompostamente perfeita.
Ah, como eu amava aquela zumbi.
E ela tinha a mesma profissão que eu.
- Joe.... Is déti reali iu? - falou a zumbi God.
- Iés... Détis mi. - respondi - Vamos parar de falar inglês e vamos sair daqui!! Não aguento mais ser a putinha do faraó; por causa disso não consigo mais sentar!!
- Não, Joe... Minha vida de putinha/babá/mamãe noel tem sido perfeita aqui. Se você me ama mesmo como diz que ama, vai ser putinha/babá/papai noel aqui comigo, e no fim da madrugada, você pode ser minha putinha/babá/papai noel...
- Oh, God... Me parece perfeito...
- Então venha... Junte-se a nós... Junte-se a nós...
- Nós?
- Sim, Joezinho lovinho... Nós...
- Nós quem?
- Eu e meu faraó "amigo"...
Antes, o plano me pareceu perfeito, mas depois que ela falou que o Faraó era seu "amigo", meu interior entrou em ruínas. Tudo o que eu queria naquele mometo era decapitar aquele ser infiel e sair dali... Mas como?
Foi quando, não sei como, apareceu uma lua cheia, e eu me transformei em um lobisomem, ali mesmo, no Submundo.
E isso foi uma pééééssima ideia.
Atrás de uma pedra pontiaguda, saiu o Van Helsing e o Drácula, gritando:
- Matem-no! Matem o lobisomem!!
Mas eles não eram páreos para mim, então os decapitei como se fossem isopor.
Aquele isopor parecia delicioso, então o comi. Estava me sentindo muuuito forte. Corri até o ponto mais fundo do buraco, onde ficava o bercinho do faraó. Ao me aproximar, ele disse:
- Papai, quero cooooooooooooooolo!
Delicadamente ergui minhas garras de Wolverine e peguei o pobre bebê gay faraó.
Ele sorriu para mim com aquela cara de bebê de 34 anos, e mais 20 de governo.
Eu sabia que havíamos matado muita gente; mas este faraó gracinha havia matado mais que todos.
Havíamos feito coisas ruins ( eu, você e o Zooboomafoo), mas o faraó havia feito coisas piores ( sim, kidz, o zooboomafoo está aqui conosco).
Não compreendi porque a coragem me faltava naquele momento crucial de toda minha existência pinky.
O "bebê" Faraó sorriu para mim, mostrando duas fileiras (uma atrás da outra =O ) de pontiagudos dentes superiores.
E aí eu entendi porque God queria ficar ali no Submundo.
Mas, quem disse que eu era ela?!?!
No outro segundo, o bebê havia se partido ao meio, fazendo aparecer uma reluzente porta vermelha purpurinada.
Corri até ela, botei a mão na maçaneta e abri.
Do outro lado, havia um muro de tijolos. Uhuuuuuu.
Enfiei a mão nos tijolos por falta do que fazer...
E era apenas um painel de tecido. Uhuuuu2.
Do outro lado do painel de tecido muuuito realista, havia uma imensidão azul.
Talvez fosse o mar. Mas porque a água não havia invadido o cômodo?
Medo.
Medo.
Medo.
E comecei a nadar.
Medo.
Mesmo aterrorizado, nadei, nadei, e nadei, e nada de aparecer qualquer monte de areia. Foi aí que começou a amanhecer e perdi minha forma lupina, junto com meu fôlego e força sobrenatural. Eu sabia que não conseguiria como um humano. Mas estava enganado.
No outro segundo após minha transformação, apareceu a guarda oceanal e me resgatou. Eu estava com muito frio, então não falei com ninguém. Mas eles falavam umas coisas engraçadas que eu não entendia, tipo:
- Abo! Adimoc acserf aterid od ram!!
Para me aquecer, eles foram muito gentis a ponto de me botar num caldeirão com água pré-aquecida. Mas aí a água começou a ficar quente demais.
- Ei, você!! A água tá muito quent-
E aí eu percebi que eu estava sendo cozinhado vivo e que os guardas oceanais falavam ao contrário...!
Como estava fraco demais para lutar, preferi ficar ali e ser cozinhado. Olhei pra frente. Oh, aqueles guardas eram MOOOINTO HOTS...
Tirei uma mão do caldeirão e apertei a bundinha de um deles.
Pelo salto que ele deu, percebi que não eram que nem o faraó. No outro segundo, ele havia me tirado do caldeirão e havia me desafiado para um duelo mortal: o Mortal Kombat III.
Quem ganhasse, tinha direito a um desejo. E, não importava o quão impossível fosse, o outro teria que realizá-lo. Se não... Muahahahaha!!
Eu realmente estava muito fraco para lutar. Então pulei bem rápido nas águas oceanicas geladas e fugi. No meio do caminho, o pessoal me encontrou para continuar o combate. Mas essa é uma história para outro dia...
Tchau kidzz!
Eca, cadê a mãe desse menino?! Ele vomitou..."
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