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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

The Natloz Chronicles - O Elefante, a Macumbeira e o Guarda-chuvas - Capítulo 5

CHAPTER 5

Sr. Bundunus andava de um lado para o outro, nervoso, enquanto Lobão batia impacientemente seu pé no chão de madeira. Como sou superdotada, percebi tudo isso do andar de cima, só ouvindo o som que produziam ao executarem suas ações. Fuck Yeah.
Mas isso não era coisa para se contentar e ficar calada, não. Ainda tinha que resgatar meus irmãos que amo - na verdade, odeio - muito.
Depois de mais alguns momentos de silêncio, Sr. Bundunus quebrou o silêncio:
- Bom... Então, por esse três Filhos eu recebo DN$$ 3.000.000, certo?
- Certíssimo.
- Então, levem-os logo - disse e, ao que parecia, chutando algo. Um grito abafado soou lá embaixo, então infere-se (hohohohoho uso da língua padrão usada no vestibular!) que Garu havia chutado um de meus irmãos...
Bem, não que eu me importasse com isso, mas se "meus soldados" iriam me ajudar, eles teriam que estar em perfeita forma.
- Espere! - disse Bundunus, súbita e furiosamente.
- O que foi dessa vez?! - Lobão parecia assustadoramente impaciente e do mal.
- Hã, eh, bem... - Garu parecia ter perdido a coragem e a fúria que segundos atrás havia - Meu pagamento, Capitão, você o esqueceu...
- Ooohh, claaaaro, como pude esquecer... Lupus! Joseph! August! Entreguem a recompensa ao nosso amigo Garu...
Como adivinhei. A recompensa para um traidor como Garu não era o dinheiro esperado, e sim a morte. Parecia que os lobos convocados por Lobão estavam extremamente famintos, pois os gritos de Garu eram quase insuportáveis. Depois de algum tempo, os gritos cessaram.
Porém, eu tinha mais coisas com que me preocupar. Afinal, Lobão estava com meus irmãos agora; não seria mais tão fácil quanto antes. Huh! Adogo desafios!!
Olhei sorrateiramnete pela janela pqla qual havia entrado. Acho que nunca vi meus irmãos em estado tão deplorável quanto eles estavam agora.
Todos estavam com panos em suas bocas para abafar qualquer som que ousasse sair deles. As mãos e pés estavam amarrados, e uma corda maior amarrava todos juntos para facilitar o transporte, se é que você me entende, leitor, e era por aí mesmo que Lobão arrastava meus irmãos para a viatura. Olhando para Alícia, parecia que tinham-lhe arrancado os cabelos, pois faltava cabelo no topo de sua cabeça, evidenciando um pouco de couro-cabeludo. Zoltan estava com ambos os olhos roxos que, depois de um tempo, percebi que não eram resultantes de agressão física - e sim de um possível teste de maquiagem de drag queen. Parecia também que haviam posto vários piercings em suas sobrancelhas e no nariz.
Jaspin estava perfeitamente normal, pelo menos se olhássemos para ele somente por seu lado direito, pois o esquerdo estava cheio de cortes provenientes de faca.
Sim, leitor. A toda-poderosa-Hatraz aqui captou TUDO isso em segundos!!
Procurei em meus bolsos algo que pudesse me ajudar naquele momento, pois faltava menos de uma hora para que a Rainha Pranta desse a louca.
Esvaziando-os completamente, encontrei apenas uma tesoura sem ponta, um frasco de água de privada tóxica (proveniente do "trono" sujo de Alyal), o mapa do acampamento, um elástico e uma caneta de marca desconhecida. Oba! Tinha tudo o que precisava!
Lembrando-me daquele dia em que visitei a prisão e fiz amizade com um cara muito do mal (que me ensinara várias coisas), construí a arma ideal:



Peguei o frasco com aquela água tóxica e derramei um pouco na ponta de meu arco-e-flecha made in prision. Estava pronto.
Lobão estava quase fechando as portas da viatura, que já tinha em seu interior meus irmãos.
Mirei direto na nuca daquele animal, e atirei sem piedade.

CONTINUA...

sábado, 6 de novembro de 2010

The Natloz Chronicles - O Elefante, a Macumbeira e o Guarda-chuvas - Capítulo 4

CHAPTER 4

"Pra gente ser feliz/Tem que cultivar as nossas amizades/Os amigos de verdade/Pra gente ser feliz". Essa música estava começando a me irritar. Afinal, pra gente ser feliz, temos é que dominar tudo e todos. Se você não respeita o meu pensamento, ou seja, o pensamento de Hatraz King Smith, você é um idiota.
O marido de Layla, a "castorah", saía do banheiro localizado exatamente do lado da minha cama, deixando escapar um cheirinho desagradável de banheiro de posto de gasolina.
- Olha soh! Ela acordo! - disse ele.
- Isso msm, marido! A propósito, o nome dele eh Alyal, Hatraz.
- Alyal...? Mas isso ñ eh Layla de trás para frente?
- Exato - disse Alyal - Mas agora, vamo ao ponto importante. Onde tão os seus irmãos?
Expliquei novamente tudo o que acontecera na residência gaysística de Garu. Eles pareceram muito raivosos ao ouvirem toda a história, pois de suas bocas saía espuma.
- Hatraz, querida - disse Layla - vc tem q volta pra onde os seus irmãos tão e traze eles d volta! Se não, tds vamos morre!!
- Pq? - perguntei, ingenuamente.
- Pq a Rainha Pranta vai descobri em exatas 2h 12min 56s q estamos abrigando vc! E vc e seus irmãos serão os q nos salvarão deste pesadelo! - disse Alyal.
- Vc eh um vidente, por acaso? ¬¬' - perguntei para Alyal.
- kkkkkkkkkkkkkkk Como vc descobriu?
Suspirei. Naquele mundo, todos dependiam muito de mim. Eu era o símbolo de salvação deles, assim como meus irmãos idiotas. Se só euzinha aqui salvasse Natloz, não adiantaria nada, pois eram TODOS os irmãos quem deviam salvar esse mundinho. Portanto, eu devia salvar aqueles bobocas no prazo de 2 horas, no máximo. Pedaço de bolo para mim! :P
- Ok, ok! Eu vo salva eles agora!
- Oh, mas q menina + generosa!! - disse Alyal.
- Eu keria q ela fosse meu filhote! - disse Layla, chorosa.
Depois de discutir algumas estratégias de infiltração e fuga e de algumas despedidas melosas e desnecessárias, finalmente saí da toca. Olhei para o relógio de pulso que eles haviam me dado. Eu tinha apenas 2h 1min 32s para salvar meus irmãos e fugir para o acampamento da resistência Enduring Freedom. O mapa para chegar lá os castores haviam me dado, então seria bem fácil.
Mas o que eu achei uma pura sacanagem foi que eles foram para lá primeiro que nós. Huh. Covardes.
Andei por uns dez minutos até chegar no "cabaré" de Garu. O que foi ainda mais engraçado é que, de longe, vi que estava tendo uma briga do lado de fora. Segundos depois, apareceu a polícia, composta por hienas. Rindo, as policiais hienas começaram a prender todo mundo, inclusive uma gaivota que gritava e implorava para as hienas: "Eu não sou Pucca! Eu não sou Pucca!". E o que deixou a cena mais hilária ainda, foi que o chefe policial das hienas, um hipopótamo, começou a cantar uma música mais ou menos assim: "A lei te vigia, bandido infeliz/Com seus olhos de raio-X".
Segurando minha vontade de rir loucamente, tirei uma bomba de fedor de meu bolso (que havia feito na toca dos castores, coletado diretamente do banheiro cuja descarga não havia sido pressionada por Alyal) e taquei no meio daquela comoção. As hienas e o hipopótamo fugiram quase que imediatamente, deixando o Cabaré Garu vazio. Usando um kit ninja (que havia pego "emprestado" dos castores fãs de Naruto), escalei até a janela onde era o quarto dos meus irmãos. Obviamente, eles não estavam lá. Porém, ali em cima, eu conseguia ouvir uma conversa de Garu com aquele lobo que havia sido expulso da festinha.
- ... Eu sei muito bem que eles valem muito mais do que apenas 3.000.000 dinheiros Narnianos! Sabe, Lobão, eu aprendi matemática. Se a recompensa total é de 12.000.000, cada Filho devia valer 3.000.000! Eu devia era receber 9.000.000 por esses três aqui!!
- Sr. Bundunus. Sua matemática é infalível, mas não é desse jeito que foi dividido a recompensa por cada cabeça. Segundo a profecia, o Filho mais ameaçador à Rainha é a Filha mais nova. Os outros só servem para ajudá-la. Se não existir a Filha mais nova, eles são inúteis. Mas como você sabe muuuito bem, Rainha Pranta é uma colecionadora fanática de animais empalhados, logo ela quer todos os Filhos. A Filha que você deixou escapar era a mais valiosa, cujo valor sobre sua cabeça é de 9.000.000 dinheiros narnianos.
- Oh, shit!
Hahahaha. Eu sabia que eu era a melhor de todos os meus irmãos. A mais talentosa, inteligente, bonita etc. Mas, de acordo com Lobão, eu precisaria da ajuda de seus irmãos em algum ponto da luta com a Rainha Pranta. Olhei para o meu relógio. Faltavam agora apenas 1h 30min, exatos.

CONTINUA...

terça-feira, 2 de novembro de 2010

The Natloz Chronicles - O Elefante, a Macumbeira e o Guarda-chuvas - Capítulo 3

CHAPTER 3

Eu ainda não estava acreditando que meus irmãos babacas era uns Filhos também.
Eu já sabia que era especial. Mas ELES? Tendo eles a mesma "classe social" que eu, me faz sentir uma pária. Ou um cocô, tanto faz.
Mas também tinha alguma coisa errada com o Garu. O que, eu não sabia. Mas ele era estranho. Deixe-me raciocinar.
Rainha Pranta quer nos eliminar. Ela tem toda Natloz aos seus pés. Isso implica que, como uma boa governante e para melhores resultados, ela ordenaria para toda Natloz que caso encontre algum Filho que o encaminhasse imediatamente para ela...
Ah, mas que Garu filho da...
- ALÍCIA!! JAPIN!! ZOLTAN!! ACORDEM LOGO!! TEMOS QUE FUGIR!!
Eu já conseguia ouvir uma comoção na Party House de Garu. Então, os guardas da Rainha já haviam chegado... Merda!
Mas mesmo ameaçados pela morte, meus odiosos irmãos não levantaram da cama. Só me restara fazer uma coisa...
- Eu lhes avisei... LEVANTEM AGORA!!
E então soltei o pum mais fedorento que já dera na vida. Não sabia que essa técnica nojenta que meu odioso pai me ensinara prestaria algum dia. Huh.
Enfim, finalmente eles se levantaram. E me xingaram de umas coisas que prefiro não comentar.
- Gente, temos que sair daqui!! Fomos enganados, e seremos entregues à Rainha Pranta!!
- Oooohhh... Saquei... mas me deixa dormir mais um pouquinho... Sua fedorentaa... - disse Alícia.
- Tá bom!! Fiquem aí, seus nojentos!!
E aí eu pulei da janela localizada no segundo andar, onde estava o nosso quarto. Usando minhas manobras que aprendi no meu cursinho de circo, pousei no chão graciosamente. Enquanto corria, não olhei uma vez sequer para trás.
Caro leitor, não me ache uma egoísta desnaturada. Eu tentei fazê-los levantar e sair dali. Mas eles não quiseram. Danem-se.
Corri, corri, e corri. Percebi que saíra da Floresta Postal, pois já não era mais primavera, e sim inverno.
Eu usava roupas de verão, então comecei a passar frio. Mas tentei ignorar.
Andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, andei, DESMAIEI.

~~**~~

Quando acordei, estava em uma toca que fedia a mofo e a terra. Parecia que os habitantes daquele lugar eram fãs de Sandy e Júnior, pois a música que tocava no radinho era aquela: "Era uma vez/ Um lugarzinho no meio do nada/ Com sabor de chocolate/ Cheio de terra molhada"
- LOL! Vc acordo!
Procurei, assustada, por aquele ser que falava em internetês comigo. Ainda bem que eu sabia falar essa língua...!
- Quem stah aí? - perguntei.
- So eu, Layla, a castorah + divertida q vc vai encontra na sua vida!
- Castorah...?
- Eh! Akele bichu q nada na água e constroi morrinhos de gravetus!
- Hum. E, tem + alguém aki?
- teeemmmm... Meu marido!
- Kd ele?
- Pfff, no banheiro, onde +?
- Vc sabe quem eu so?
- Claaaro. Vc eh o símbolo d resistência aki na Floresta Invernal!
- Infernal? Eca, to fora.
- EU DISSE INVERNAL!! Fik aki, guria!
- Oh, ok. Continua.
- Tá. Vc, Hatraz King Smith, eh o símbolo da resistência à Rainha Pranta pq é vc + seus irmãos quem vão mata ela! Falando nisso, onde stao eles?
- Mortos.
- EEEEEEEEEEEEEEEEEEHHHHHHHHHHHHHHHHH??
- Ñ quiseram fuigir. Fikram pra trás. Foram pegos pelos guardas da Rainha.
- E vc ñ quis salva eles?
- Eles ñ se levantaram nem qnd peidei na kra deles!!!
- Ooohhhh, talvez eles estivessem enfeitiçados. Eles beberam alguma coisa suspeita?
- Sim, acho q na ksa do sr Bundunus...
- Oh, shit!
- Querida! Cagueeeeiiii...! - disse o marido de Layla.

CONTINUA...

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

The Natloz Chronicles - O Elefante, a Macumbeira e o Guarda-chuvas - Capítulo 2

CHAPTER 2

Depois de reparar nas coisas estranhas que meus "blodes" faziam, finalmente olhei para o dito Sr. Bundunus.
Parecia que, além de eu, Alícia e Zoltan, Bundunus era hetero (sim, Jaspin era como os animaiszinhos da floresta!), pois estava rodeado de Puccas. Bom, confesso que Bundunus me lembrou do Garu. -.-'
- EEEI, por acaso você também se chama Garu? - perguntei para o bode.
- Huh, menina insolente, você não devia começar a conversa! João-de-barro, o que lhe levou a trazer essa pirralha aqui?
- B-bem, meu senhor...
- Pfffff!! Que João-de-barro o quê!! Você parece um Rato!! Vou te chamar de Rabicho!! - acho que hoje eu estava com um pique para inventar apelidos.
- Uhhhh, Rabicho... Gostei!
- Ande, Rabicho! O que ela está fazendo aqui? - disse Garu.
- Bem, é que... Bom, meu senhor, ela se apresentou como Hatraz King Smith...! E, como diz a lenda... Ela é uma Filha da Mãe!
- Escuta, na primeira vez eu levei de brincadeira, mas isso está virando um desaforo!! Quer morrer???
- Interessante... Muuuuuito interessante...!
Garu parecia extremamente interessado em mim. Ele me olhava com seus olhos vermelhos (possivelmente causados por uma erva não tão amigável e que te mata), que pareciam tentar me convencer a falar mais. Bem, se era isso que ele queria...
- Posso matar o Rabicho? E, ah, defina Filha da Mãe, por favor - não era o meu tipo sair pedindo por favor, mas em um outro mundo que você irá conquistar, você deve ser amigo de todos e dar o máximo respeito possível. Alícia parecia ter percebido meus planos, pois começou a me fitar como Garu me fitava.
- Quê? Hum, não, não pode matá-lo, pois ele ainda é útil para mim... E, se deseja saber o que é ser uma Filha da Mãe... Sente-se, por favor.
Sentei em uma poltrona igualmente roxa com uma pose de princesa, para demonstrar como eu seria elegante no poder. Garu começou a falar:
- Por essas terras de Natloz, corre uma lenda em que 2 Filhas da Mãe e 2 Filhos da Pú derrubarão o reinado das trevas da belíssima, porém má, Rainha Pranta. Ser uma Filha da Mãe significa que você derrotará a Rainha Pranta. ponto final. End of the story.
- Tá, mas quem é essa Rainha Pranta...? Ela é muito poderosa? - perguntei, pois se era ela quem estava no comando, significava que se eu realmente a derrotasse, eu dominaria esse mundo. E ainda teria uma desculpa para isso! :P
- A Rainha Pranta, aka White Beach (:P), é o ser mais do mal que já pintou por Natloz. Como Asnom desapareceu tipo do nada, ela dominou toda Natloz em apenas 3 minutos.
- Ah... Bom, tenho mais três perguntas... Asnom é um asno/jumento/burro? Se eu sou uma das Filhas da Mãe, quem são os outros? E, se nós derrubaremos a Rainha Pranta, isso significa que ela quer nos matar?
- Ahhhhh, de fato, perguntas inteligentes. Não, Asnom é um leão manco. Sim, a Rainha Pranta está atrás de todos esses Filhos, ou seja, está atrás de você, Hatraz, de Alícia, de Zoltan, e de Jaspin.
Ok... Pausa para o momento "unbelivable"! Acho que minha boca ficou num ó perfeito, porque Garu e suas Puccas começaram a rir.
- É, acho que foi informação demais para vocês hoje... Que tal se hospedarem aqui? Temos comida e aqui é quentinho e confortável...! - sugeriu Garu.
- Hum... Tá, ok... - respondi.
Já era noitinha, e Rabicho nos levou a nossos aposentos. Meus três irmãos babacas caíram logo dormindo, mas eu, não.
Afinal: que país é esseeeeeee?? Que país é esseeeeseee...?

CONTINUA...

domingo, 17 de outubro de 2010

The Natloz Chronicles - O Elefante, a Macumbeira e o Gurada-chuvas - Capítulo 1

CAPÍTULO 1 - A FLORESTA POSTAL

Depois de viajarmos naquele portal purpurinadamente gay do guarda-chuva, chegamos a outro lugar igualmente gay. Bom, não que eu tivesse algum preconceito (isso era coisa da Alícia), mas aquilo era EXTREMAMENTE gay.
Os veados eram realmente viados. Usavam maquiagens de drag queen e andavam em grupinhos, cantando "Dancing Queen", "I will survive" e "YMCA" adoidadamente. Fitas rosas estavam enroladas em seus chifres igualmente salpicados de purpurina azul. E usavam perucas loiras à la Lady Gaga.
Mas isso não estava acontecendo só com os veados. Isso acontecia com TODOS os bichos.
Aquela floresta era como um mundo invertido. Os gays eram preconceituosos com os heterossexuais e os perseguiam. Bom, sem comentários. Aquilo era o mundo deles afinal, e temos que seguir as regras desse mundo se você quiser governá-lo um dia. Sim, aprendi isso lendo "Dominando um mundo ainda não dominado", que a propósito não deve estar à venda em seu mundo, caro leitor. ^^'
Percebi que Alícia, Jaspion e Zoltan não estavam aqui perto de mim. Ou eles foram para uma "party" organizada por um bode bípede gay que eu vi à pouco, ou eles resolveram explorar esse novo mundo, ou eles resolveram fugir de mim... Eu REALMENTE esperava que eles estivessem na festinha. Ou eles sofreriam algumas consequências que eles NUNCA imaginariam que eu as fizesse... Muahahahahahaha!!
Como eu sou um ser do sexo feminino, fui perguntar à alguns animais que passavam por ali onde era a festa do Sr. Bode.
- Ei! Onde é que tá tendo uma feta?
- Ohhh, você deve estar falando da festa do Sr. Bundunus! É logo atrás daquele poste, numa caverna, mas você precisa fazer um teste para ver se é digna de entar... Nós, por exemplo, não conseguimos passar porque não tínhamos muito poder colorido! T.T - disse um Castor colorido de arco-íris.
- Oh. Mas, hum. que lugar é este?
- Aiiii, é o lugar mais perfeito e liberal que existe! Chama-se Floresta Postal, por conta desse poste que existe aqui, mas estamos fazendo um abaixo-assinado para que o nome mude para Floresta-ultra-mega-híper-colorida-e-liberal-dos-bichinhos-da-nova-geração-homomigos!! Não é, querido? - disse o "amiguinho" do castor, o Ornitorrinco, que por sinal era roxo e me lembrava de alguma coisa de meu mundo.
- Ahhh... Bom, obrigada!
Eu acho que eles eram doidos. Afinal, fala sério: um poste no meio da floresta?!?! Faz-me rir!!! Acho que era melhor sair andando sem direções e orientações mesmo...
Mas não deu outra. Bati minha singela e não tão grande cabecinha no dito poste!
Deixei minha marquinha/assinatura de presença àquele ponto turístico.
Minha marquinha não era a única por ali. Tinha algumas coisas escritas muito engraçadas, como "Jorginho S2 Perereca" ou "Pato Donald esteve aqui!" ou "Espuma!", e outras muito pejorativas, que não me atreverei a contar.
Para não ficar para trás, resolvi pegar minha Magic Pen (que por acaso sempre trago comigo) e escrevi os seguintes dizeres: "Natloz será minha um dia!"
Pressupondo que naquele mundo alternativo eles não tinham uma Magic Pen, eles nunca descobririam os meus planos.
Olhei por detrás do poste, e realmente havia indícios de que estava tendo uma festa ali. Morsas Seguranças que lembravam os do "Homens de Preto" (de terno preto, óculos e tudo) barravam os animais que tentavam entrar de penetra na festa, enquanto um João-de-barro gigante fazia o tal do teste para entrar na festa.
A fila para o teste estava enooooorme, mas usei meus poderes kidzóicos para ir do número 456321789 para 12. Demorou ainda quase uma hora para chegar na minha vez. Tudo por causa de um lobo que se dizia ser enviado da Rainha "Pranta" julgava-se no direito de entrar, e causou a maior comoção que eu já vira. Quinze morsas foram necessárias para barrar os penetras que tentaram entrar na festa junto com o lobo e para conter a fúria colorida do lobinho.
Enfim, chegou a minha vez de ser testada pelo João-de-barro.
- Boa Tarde - disse a ave, sem muita emoção. Parecia que ela não gostava de seu emprego - Nome?
- Hatraz King Smith! Posso entrar na festa? Acho que meus irmãos bobocas estão lá!
A ave congelou. E começou a balbuciar umas coisas estranhas.
- U-u-u-uma F-f-f-f-filha-a-a de-de-de-de-de-de...! Uma Filha da Mãe!
- É!! Sou uma filha da mãe! Minha mãe é minha mãe! Eu não nasci da barriga nojenta e engordurada de meu pai!
- Entre... Entra logo!!
E aí o João-de-barro me arrastou para dentro da caverna úmida e friolenta. E me arrastou para dentro de um camarote VIP, onde eu encontrei o tal do bode, que estava com meus irmãos bobocas. Todos estavam sentados em um estranho sofá zebra-roxo, e estavam fazendo coisas igualmente estranhas.
Jaspion tirava meleca do nariz e convenientemente a colocava embaixo do sofá, Zoltan lixava suas unhas com um lixa rosa que tinha os dizeres "AZA SUCOZ ROCKZ", e Alícia estava brincando com Polys Drag Queens.
Medo.

CONTINUA....

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

The Natloz Chronicles - O Elefante, a Macumbeira e o Gurada-chuvas - PRÓLOGO

PRÓLOGO

"Hola, colleges!
Meu nome é Hatraz, e vocês com toda a certeza já ouviram falar de mim. Hoje começo a contar-lhes a história de como foi minha perfeita viagem à Natloz.
Eu estava passando o verão na casa de meu dindo querido, o W.C.. Mas não era por causa de uma guerra ou alguma coisa parecida. Era porque meus pais iam para algum lugar longíquo com 18 de seus filhos, deixando 4 para trás pela falta de dinheiro extra. E isso me irritou profundamente. Por que fui deixada para trás com meus odiosos irmãos?!?
Então meu querido irmão mais novo, cheio de cabelos azuis em sua testa, Jaspionhero, teve a terrível idéia de brincar de Pique-esconde. Como nem eu nem meus outros dois irmãos largados tínhamos nada melhor para fazer, fomos brincas com Jaspin.
Alíciaculhão, outra de meus odiosos irmãos que ficaram para trás, estava extremamente “animanada” com esse brincadeira mais do que infantil. Poxa, eu já tinha 7 anos. Uma hora temos que crescer, né? Mas Alícia nunca cresceria, e isso era um fato extremamente depressivo.
Rapidamente, o desanimado Zoltan, na época com 14 anos, disse que seria o "procurador". Fui me esconder na cozinha, onde uma das 666 empregadas de Titio Wash degolava uma galinha caipira para o almoço. Entrei dentro da pequena despensa, que poderia ser também chamada de galinheiro, e aguardei.
Mas aí percebi que Zoltan estava indo em direção ao meu esconderijo nada comum. Huh. Devia ter suspeitado que ele quase lê meus pensamentos. Ele sabe que eu adoro galinhas mortas e macumbas de Whitewhitcheswithswatches. Ahahahahahahahaha!
Ele abriu a porta da despensa, olhou para a minha cara e fez um sinal de "saia". Logo percebi que ele usava minha saia rosa odiosa da lilinoca. E ainda era bordada!!
Aí eu comecei a olhar para ele, e comecei a ficar muito doidona, tipo assim eu tipo enxerguei a cabeça do meu tipo dindo Wash na cabeça duvidosamente verdadeira de meu odiado irmão.
Daí, tipo, começei a bater tipo, descontroladamente nele.
Ele mordeu minha mãE(O) e me fez ajudá-lo a procurar os outros fedorentos.
Assim como Zoltan sabia o que eu pensava, eu, infelizmente, sabia o que Alícia pensava. Que, por sua vez, Alícia sabia o que Jaspin pensava. Logo, me achar primeiro tinha sido uma ideia realmente brilhante por parte de Zoltan.
Andando apenas alguns kilômetros pela casa anormalmente grande de dindo Wash, e parando em frente a um quarto com uma placa que dizia “Kidz Zone”, encontrei Alícia babando em cima de Winnie the Pooh mofadamente mofado.
- Great. Now the next one. - Zoltan era cá-nada/ndo e mexe-cú, então não falava português muito bem.
Alícia disse que Jaspin estaria em algum lugar com um guarda-chuva. Ótimo.
Andamos mais uma pá de metros (ou seja, andamos a distancia que mede o comprimento de uma pá), até que encontramos um porta-guarda-chuvas. Chutei aquele treco para longe. Não sei por que, mas esse objeto me irritava.
Aí, começamos a ouvir umas risadinhas de Jaspin atrás de uma porta que também ria. Essa casa estranha estava me irritando profundamente. Parece até que estou em um dos sonhos de Alícia!
Zoltan chutou a porta risonha, mas ali haviam apenas mais guarda chuvas.
- Why don't you meet me on the floor? Wanna have a sample of the taste of my stuff? And now you're begging for more. I could be your dealer...I'M YOUR DEALER!!!!! I mean... I'M YODILLA! - A voz maligna e cantante vinha do fundo do armário.
- Ahn, sai do armário! - gritou Alícia, homofobicamente.
Jaspin começou a chorar loucamente à moda de EmoJoe. E começou a abrir um monte de guarda-chuvas sem parar.
Zoltan estava enfurecido, e começou a tacar os mesmos objetos em seu irmão convertido em emo.
Mas aí tipo do nada um portão mágico purpurinadamente gay apareceu e engoliu nós 4.
Medo. Medo.
Medo ao cubo"

CONTINUA....

terça-feira, 12 de outubro de 2010

The Natloz Chronicles - O Elefante, a Macumbeira e o Gurada-chuvas

É, é só para vocês ficarem sabendo que eu a a iza já terminamos as crônicas da hatraz, mas estamos com preguiça de postar no blog! E que, para comemorar a saída do castigo de iza, vamos criar essa nova série da hatraz, já que ela se mostrou mais popular que seu pai! :O
A história se passa em Burguers 'n meats (só no início) e em Natloz (encare como um mundo paralelo à Nárnia).
Já deu para perceber pelo título e por essa explicação que vamos parodiar Nárnia, não é?
Bom, esperem entao, seus cabeçudos!
Tchau, então! Eu estou com sonooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo....