E funciona, se o vendedor não desconfiar.
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sábado, 11 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Placas ridículas 4
Dessa vez é em vídeos do youtube... No programa do Jô Soares! :)
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domingo, 22 de agosto de 2010
Inutilidades que enriquecem
Enfim...
Oi pessoas, é a Anny de novo! Porque a Iza nunca posta nada, então sou muito identificável...
Vim aqui depois de mais de duas semanas de inatividade para criticar, xingar e falar mal da Iza.... Muahahahahaha!
10 palavras com "iza"
Izagiota
Idiotiza
Coiza
Izaberração (entende-se como "aberração" ou uma iza que berra muito)
Zoofiza
Poliza
Erudiza
Tomiza
Orgiza
Gordiza
Iza (subs): ser abominável de duas cabeças que atormenta as pessoas dormentes, agarrando seus tornozelos enquanto se situa embaixo do apretecho do sono; (adj; dar uma de) ser louco(a); agiota.
Ah, e vim também falar coisas totalmente enriquecedoras, aka (also known as) Henriques VIII. Isso mesmo, o ilustre rei absoluto da Inglaterra, que roubou a Igreja para se casar com a Ana Bolena. Sabe, essa história toda de traição e reis ricaços me fez lembrar daquele barraco de Sorocaba que teve aqui no Brasil, sabe? Quem não viu ainda, clique aqui.
Basicamente, Juliana Bolena (hahahaha) e Vivian de Aragão (rsrsrsrs) lutaram por um cara feio (Cícero VIII). Viram quanta coincidência? Só o final foi diferente, onde no passado a Bolena prevalesce, quando hoje é a Aragão...
"Ah, Anny, mas que post inútil para quem não escreveu nada por duas semanas!!!" -> é o que você está pensando? pois vai tomar sujeira de abacaxi!
"Ah, e se eu não quiser??" -> Tá legal, coma alfalfa e se suicida!
"Ah, mas por que??" -> Porque sim!!
Oi pessoas, é a Anny de novo! Porque a Iza nunca posta nada, então sou muito identificável...
Vim aqui depois de mais de duas semanas de inatividade para criticar, xingar e falar mal da Iza.... Muahahahahaha!
10 palavras com "iza"
Izagiota
Idiotiza
Coiza
Izaberração (entende-se como "aberração" ou uma iza que berra muito)
Zoofiza
Poliza
Erudiza
Tomiza
Orgiza
Gordiza
Iza (subs): ser abominável de duas cabeças que atormenta as pessoas dormentes, agarrando seus tornozelos enquanto se situa embaixo do apretecho do sono; (adj; dar uma de) ser louco(a); agiota.
Ah, e vim também falar coisas totalmente enriquecedoras, aka (also known as) Henriques VIII. Isso mesmo, o ilustre rei absoluto da Inglaterra, que roubou a Igreja para se casar com a Ana Bolena. Sabe, essa história toda de traição e reis ricaços me fez lembrar daquele barraco de Sorocaba que teve aqui no Brasil, sabe? Quem não viu ainda, clique aqui.
Basicamente, Juliana Bolena (hahahaha) e Vivian de Aragão (rsrsrsrs) lutaram por um cara feio (Cícero VIII). Viram quanta coincidência? Só o final foi diferente, onde no passado a Bolena prevalesce, quando hoje é a Aragão...
"Ah, Anny, mas que post inútil para quem não escreveu nada por duas semanas!!!" -> é o que você está pensando? pois vai tomar sujeira de abacaxi!
"Ah, e se eu não quiser??" -> Tá legal, coma alfalfa e se suicida!
"Ah, mas por que??" -> Porque sim!!
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sábado, 31 de julho de 2010
As crônicas de Hatraz: Acontecimentos Natalinos - extended and extreme edition :D - Chapter 1
Chapter 1
The decision [1]
Once upon a time[2], numa vila chamada Burgers 'n Meats, vivia uma família MUITO grande. Composta de 2 adultos, 17 adolescentes, 3 crianças e 2 bebês, ela era uma das mais prósperas - mas pobretona - famílias dessa vila pequena demais para viver gente como a da laia de Joe, o chefe da família King-Smith.
Porém, em certas épocas do ano, a prosperidade fugia para o Amsterdã[3] e era substituída por desespero. E uma dessas épocas era o Natal.
O cupom fiscal das compras de Natal chegava a ter num total 6 dígitos trapaceiros. E isso atormentava Joe por MESES, pois seu salário de contador de histórias era de apenas 3 dígitos. Logo, quem pagava as despesas era sua amada, cansada e, atualmente, um bagaço de esposa tamanho Vovózona, Hannah Smith King.
Não se sabe até hoje por que a belíssima garota de cabelos verdes e olhos pretos casou com um retardado como Joe. Depois de dar à luz 22 filhos, não há beleza que resista...

Hannah contava com um salário aceitável de 7 dígitos como modelo tamanho GGeisy. Mesmo assim, somado às contas de luz, água, esgoto, impostos, e
scola e compras, sobravam apenas 10 dinheiros para ela gastar com ela mesma. Correção: sobrava nada, pois Joe sempre pega para gastar com cerveja.
Deixando os problemas da família de lado, Hannah tinha 15 filhos maravilhosos (ou seja, os que obedeciam ela) e 7 capetinhas. Entre esses 7 capetas bem espertinhos como a mamãe estava Hatraz, uma criança do sexo feminino que só pensava nela mesma - e em presentes.
O problema era que Hatraz estava aprontando demais esse ano: defumou o gato do vizinho, bateu no apresentador de programas infantis (Ortinoco, o ornitorrinco feliz), fez macumba com seu cachorro (Zeffred), jogou GTA só para roubar as velhinhas, jogou a televisão da família pela janela e fez seus irmãos mais novos servirem ela pelo resto de suas existências.
Joe também achava isso uma p*ta falta de sacanagem e já tava xingando muito no Twitter.
- Joe... Você sabe que vai adiantar nada fazer isso, né? - falou Hannah para seu marido, certo dia.
- Sério?! Mas eu pensei que-
- Joe, você não pensa nada.
- Verdade, verdade...
- Que tal você contar pra Hatraz que, por causa do comportamento dela esse ano, ela não irá receber presente do Santa Claus? - sugeriu Hannah
- Mas por que VOCÊ não faz isso?
- Porque eu mando em você. Agora VÁ!!!
Forçado pela esposa raivosa, cuja boca expelia espuma, Joe foi contar para Hatraz que ela ficaria sem presentes esse ano.
A reação de Hatraz foi terrível: ela se jogou no chão e girou feito o vovô Abe Simpson (de você sabe onde!), esperneou, atirou pedras nos Porshes[4] dos vizinhos, etc. Mas ela sabia que isso não traria seus presentes de volta. E justo quando queria um kit terrorista...
- Já sei! - decidiu Hatraz - Vou reclamar com o Santa Claus! Ele com certeza vai me devolver os presentes!

As aparências enganam... Oo... Logo, o dedo de Hatraz que está levantado NÃO é o indicador.
[1] Do inglês, significa "capítulo 1 - a decisão".
[2] Do inglês, significa "era uma vez".
[3] Amsterdã é a capital da Holanda.
[4] Veja imagem desse carro aqui.
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uhuuu
terça-feira, 27 de julho de 2010
Uma nova série
Oi, crianças queridas do meu coraçãããão (não, isso é mentira.... hahahahahaha xD)!
Quero avisar que uma nova série está chegando, e ela será focada na minha filhinha mal-criada chamada Hatraz.
Em breve (tipo três meses, não, brincadeira) os capítulos serão postados!
Quero avisar que uma nova série está chegando, e ela será focada na minha filhinha mal-criada chamada Hatraz.
Em breve (tipo três meses, não, brincadeira) os capítulos serão postados!
domingo, 25 de julho de 2010
Emo nas cavernas
"Hello, Kiddozz! Ha'Ya'Doin'?
Como prometido, voou contar a história dos meus dias de emo incomum... Há muito tempo atrás, depois de uma tristeza profunda, decidi virar emo, e me torturar por todas as coisas que já aconteceram. Eu comia cacos de vidro, batia minha cabeça e meus cotovelos nas paredes mofadas de minha humilde moradia, imitava o albino masoquista do Código da Vinci, etc, etc...
Depois de trinta longos minutos, percebi que isso não era ser emo, e sim era dar uma de Anny copista imitando o cara do filme acima, mas enfim...
Cheio de dúvidas de como podia ser um emo, resolvi consultar o Deus Google.
No Google, encontrei um vídeo muuuuito legal, que ensinava o passo a passo de como ser emo. Simplesmente, O MÁXIMO.
Assisti o vídeo várias vezes seguidas, e finalmente consegui o efeito desejado. Achei que mamain ficaria orgulhosa, mas me expulsou de casa. Então decidi morar numa caverna.
Porém, como todos sabem (e se não sabem, DEVIAM saber), é muito difícil encontrar um imóvel cavernoso e arcaico como uma caverna nesses dias onde a tecnologia predomina. Cheguei até a invadir sítios arqueológicos patrimoniais da UNESCO aqui, no Brasil. Mas eles me expulsaram também, jogando maldições e clavas de madeira em mim. Então, resolvi atravessar o Oceano Atlântico a nado para chegar na África e povoar uma de suas cavernas cavernosas.
Chegando na África, o povo foi bastante afetuoso e me acolheu. Mas eu traí o movivento Mama África do Chico César e matei todo mundo, meu.
Fugi rápido para uma caverna no meio da savanna, e lá dentro morava um grupo de culto ao demônio formado por uma girafa, uma zebra, uma hipopótama(uhuuu) e um leão que dançava. Achei familiar... e me juntei a eles. A princípio, eles disseram que não havia mais vagas na banda Culto Demoníaco, mas estranhamentemente (kkkkk) a hipopótama insistiu para que eles me deixassem entrar, então acabei me juntando oficialmente. A girafa tocava bateria, a zebra tocava baixo, a hipopótama usava a guitarra e cantava, enquanto o leão dançava que nem uma galinha voante...
Disseram que eu podia ser o keytarrista, mas eu não sabia que devia apertar as teclinhas, então me ofereceram outro instrumento... O EMOSARTORIALISTHIPER harpa!! Esse sim eu sabia tocar! E muito bem!
Meus dedos fluiam de um lado para o outro do belo instrumento, e as notas ecoavam como pássaros amarelos voando alegremente em um domingo ensolarado por um parque com o gramado recém-aparado completamente verde, enquanto campistas fazem piqueniques. Lindo. Belíssimo.
O(s) problema(s) era(m): aquela caverna era só para treinos, a banda não era tão popular assim e todos estavam com fome. ISSO sim era algo com que se preocupar. O leão dançante olhava maliciosamente para minha barriga avantajada, e a girafa e a hipopótama olhavam para meus belíssimos fios de cabelo imaginando, penso eu, que eram cebolinhas. Oh, Deus. F*deu. Decidi ficar e arriscar minha vidinha inutéél. Logo o pessoal começou a notar meu excesso de auto-confiança, e decidiu que aquilo não era necessariamente "saudável" para o grupo. E me expulsaram.
Tive que passar as noites em claro no meio da savanna por falta de um instrumento emo pra tocar, e de amigos para me acharem apetitoso.
Foi aí que tipo do NADA, apareceu um cara de jaleco branco com óculos e que estava segurando uma sanfona. Antes que eu gritasse que tinha um tarado querendo me agarrar, ele tapou minha boca e começou a falar:
- Olá, querido amiguinho emo perdido. Meu nome é Décio Pinto. Atrás daquela pedra no topo do penhasco está meu irmão, Caio Pinto. Moramos numa vila aqui perto. Que tal se abrigar lá? Minha mamain, Paula Tejando, e meu papain, Tomas Turbando, ficarão muito honrados em lhe abrigar.
Achei que podiam ser meus parentes, por causa de seus nomes ridículos inventados por humoristas de um canal ruim completamente mal-pago. Então segui o homem de jaleco até detrás da enorme pedra circular, que me lembrava um traseiro. Ou um hambúrguer.
Foi aí que ele começou a me mandar fazer umas coisas estranhas, tipo abaixar as calças, botar o dedo indicador da mão direita na boca e o mindinho da esquerda no umbigo e tentar cantar Macarena, enquanto ele tocava sua sanfona. Estranho. Mas fiz mesmo assim.
Estava lá eu, numa pose estranha, quando minha tia Paulinha apareceu. Logo Décio disse:
- Mamamamamainnnnn!
- Oi, bebê.
- Mmamamaminnnn, trouxe o jantar! Quer dizer... pra jantar com a gente, heh.
- Pera!
- ?
- Fiiiii! é o Joinho!
- ?
- O Joinho, é mesmo você!
- É mesmo queeem, mamamins? - disse Décio, zangado e esfomeado.
Eu não me lembrava muito daquela baranga não. Mas minha intuição feminina (uhuuu xD) me alertou que era para fingir que eu me lembrava dela.
- Titia Paulita! Quanto teeemmmpoooo! - falei.
- E não é, Joinho?! Fazem exatamente 13 anos!
- Mamaaaaaainnn! - gritou Décio - Quem diabos é Joinho?!
Paula começou a contar uma história looonga, começando a partir da data em que ela nasceu. Ela contou como ela e sua irmã eram siamesas pela cabeça, mas que fizeram uma cirurgia de separação, onde a maior parte do cérebro foi para ela mesma. E que como elas eram amigonas, dividiam até os namorados, e blá, blá, blá. E como cada uma foi para seu lado, literalmente: Jacinta (minha mamain) permaneceu no Brasil e Paula foi para a África. Até que... Jacinta casou com um cara mooooito desprovido de beleza, mas que era capaz de dar a mortadela de cada dia para ela. E Paula tinha casado com um cara tão hot quanto Voldemuerte, mas ela mesma tinha que lutar por seu pão. Ela continuou falando sobre sua obsessiva inveja da irmã e depois falou do dia em que eu nasci:
- Oh Joinho, você nasceu num domingo ensolarado em que pássaros amarelos voavam alegremente sobre um parque cuja grama estava recém-aparada em que campistas faziam pique-niques.... Foi um dia liiindo! Belíssimo! Mas daí a bruxa da sua mãe esqueceu a piranha de cabelos dela no meu carro (eu levei ela para o hosital), então eu gritei:
- Jacinta! Sua piranha!
E aí ela e o bonitão do velho barrigudo marido dela ficaram com ódio eterno e mortal de mim.
Eu nunca soube da verdade de meu nascimento. Mamain se recusava a dizer e o defunto do meu pai também nunca mais falaria, então fiquei chocado com essa história. Minha primeira reação foi dizer:
- Titia, você tá me sacaneando?!
- Não, não, Joinho!! - disse ela, chocada - Por que eu mentiria para meu queridoe odiado sobrinho??- - Não sei... Essa história parece verídica... Mas não sei se devo confiar em uma pessoa que chamou minha mammain de piranha...
- Oh, Joinho... Perdoe-me...
- Nooonca!
E então meu primitcho Décio entrou na conversa:
- Ué, mamis, achei que voxê tivesse dito piranha se referindo a presilha da minha nunca mencionada tia Jacinta!
- O que? Eu não. Queria aquela piranha de cabelo e aquele marido pra mim. Tinha minhas esperanças de que ele acreditaria que aquela mulher suada em trabalho de parto era mesmo uma vagaba. Mas ele nunca me amou. A tia finalmente recobrou a memória, e se jogou da montanha.
- Mamiiiiiisssss!! - gritou Décio, chorando descontroladamente.
- Huh. Levou foi pouco. Vagaba. Biscate. Pu-
Mas aí o meu priminho me meteu um gancho de direita, me fazendo cair do penhasco também. Mas a história de como sobrevivi à queda e como me vinguei dele é outra história... Tchau, seres! Até a próxima!"
Como prometido, voou contar a história dos meus dias de emo incomum... Há muito tempo atrás, depois de uma tristeza profunda, decidi virar emo, e me torturar por todas as coisas que já aconteceram. Eu comia cacos de vidro, batia minha cabeça e meus cotovelos nas paredes mofadas de minha humilde moradia, imitava o albino masoquista do Código da Vinci, etc, etc...
Depois de trinta longos minutos, percebi que isso não era ser emo, e sim era dar uma de Anny copista imitando o cara do filme acima, mas enfim...
Cheio de dúvidas de como podia ser um emo, resolvi consultar o Deus Google.
No Google, encontrei um vídeo muuuuito legal, que ensinava o passo a passo de como ser emo. Simplesmente, O MÁXIMO.
Assisti o vídeo várias vezes seguidas, e finalmente consegui o efeito desejado. Achei que mamain ficaria orgulhosa, mas me expulsou de casa. Então decidi morar numa caverna.
Porém, como todos sabem (e se não sabem, DEVIAM saber), é muito difícil encontrar um imóvel cavernoso e arcaico como uma caverna nesses dias onde a tecnologia predomina. Cheguei até a invadir sítios arqueológicos patrimoniais da UNESCO aqui, no Brasil. Mas eles me expulsaram também, jogando maldições e clavas de madeira em mim. Então, resolvi atravessar o Oceano Atlântico a nado para chegar na África e povoar uma de suas cavernas cavernosas.
Chegando na África, o povo foi bastante afetuoso e me acolheu. Mas eu traí o movivento Mama África do Chico César e matei todo mundo, meu.
Fugi rápido para uma caverna no meio da savanna, e lá dentro morava um grupo de culto ao demônio formado por uma girafa, uma zebra, uma hipopótama(uhuuu) e um leão que dançava. Achei familiar... e me juntei a eles. A princípio, eles disseram que não havia mais vagas na banda Culto Demoníaco, mas estranhamentemente (kkkkk) a hipopótama insistiu para que eles me deixassem entrar, então acabei me juntando oficialmente. A girafa tocava bateria, a zebra tocava baixo, a hipopótama usava a guitarra e cantava, enquanto o leão dançava que nem uma galinha voante...
Disseram que eu podia ser o keytarrista, mas eu não sabia que devia apertar as teclinhas, então me ofereceram outro instrumento... O EMOSARTORIALISTHIPER harpa!! Esse sim eu sabia tocar! E muito bem!
Meus dedos fluiam de um lado para o outro do belo instrumento, e as notas ecoavam como pássaros amarelos voando alegremente em um domingo ensolarado por um parque com o gramado recém-aparado completamente verde, enquanto campistas fazem piqueniques. Lindo. Belíssimo.
O(s) problema(s) era(m): aquela caverna era só para treinos, a banda não era tão popular assim e todos estavam com fome. ISSO sim era algo com que se preocupar. O leão dançante olhava maliciosamente para minha barriga avantajada, e a girafa e a hipopótama olhavam para meus belíssimos fios de cabelo imaginando, penso eu, que eram cebolinhas. Oh, Deus. F*deu. Decidi ficar e arriscar minha vidinha inutéél. Logo o pessoal começou a notar meu excesso de auto-confiança, e decidiu que aquilo não era necessariamente "saudável" para o grupo. E me expulsaram.
Tive que passar as noites em claro no meio da savanna por falta de um instrumento emo pra tocar, e de amigos para me acharem apetitoso.
Foi aí que tipo do NADA, apareceu um cara de jaleco branco com óculos e que estava segurando uma sanfona. Antes que eu gritasse que tinha um tarado querendo me agarrar, ele tapou minha boca e começou a falar:
- Olá, querido amiguinho emo perdido. Meu nome é Décio Pinto. Atrás daquela pedra no topo do penhasco está meu irmão, Caio Pinto. Moramos numa vila aqui perto. Que tal se abrigar lá? Minha mamain, Paula Tejando, e meu papain, Tomas Turbando, ficarão muito honrados em lhe abrigar.
Achei que podiam ser meus parentes, por causa de seus nomes ridículos inventados por humoristas de um canal ruim completamente mal-pago. Então segui o homem de jaleco até detrás da enorme pedra circular, que me lembrava um traseiro. Ou um hambúrguer.
Foi aí que ele começou a me mandar fazer umas coisas estranhas, tipo abaixar as calças, botar o dedo indicador da mão direita na boca e o mindinho da esquerda no umbigo e tentar cantar Macarena, enquanto ele tocava sua sanfona. Estranho. Mas fiz mesmo assim.
Estava lá eu, numa pose estranha, quando minha tia Paulinha apareceu. Logo Décio disse:
- Mamamamamainnnnn!
- Oi, bebê.
- Mmamamaminnnn, trouxe o jantar! Quer dizer... pra jantar com a gente, heh.
- Pera!
- ?
- Fiiiii! é o Joinho!
- ?
- O Joinho, é mesmo você!
- É mesmo queeem, mamamins? - disse Décio, zangado e esfomeado.
Eu não me lembrava muito daquela baranga não. Mas minha intuição feminina (uhuuu xD) me alertou que era para fingir que eu me lembrava dela.
- Titia Paulita! Quanto teeemmmpoooo! - falei.
- E não é, Joinho?! Fazem exatamente 13 anos!
- Mamaaaaaainnn! - gritou Décio - Quem diabos é Joinho?!
Paula começou a contar uma história looonga, começando a partir da data em que ela nasceu. Ela contou como ela e sua irmã eram siamesas pela cabeça, mas que fizeram uma cirurgia de separação, onde a maior parte do cérebro foi para ela mesma. E que como elas eram amigonas, dividiam até os namorados, e blá, blá, blá. E como cada uma foi para seu lado, literalmente: Jacinta (minha mamain) permaneceu no Brasil e Paula foi para a África. Até que... Jacinta casou com um cara mooooito desprovido de beleza, mas que era capaz de dar a mortadela de cada dia para ela. E Paula tinha casado com um cara tão hot quanto Voldemuerte, mas ela mesma tinha que lutar por seu pão. Ela continuou falando sobre sua obsessiva inveja da irmã e depois falou do dia em que eu nasci:
- Oh Joinho, você nasceu num domingo ensolarado em que pássaros amarelos voavam alegremente sobre um parque cuja grama estava recém-aparada em que campistas faziam pique-niques.... Foi um dia liiindo! Belíssimo! Mas daí a bruxa da sua mãe esqueceu a piranha de cabelos dela no meu carro (eu levei ela para o hosital), então eu gritei:
- Jacinta! Sua piranha!
E aí ela e o bonitão do velho barrigudo marido dela ficaram com ódio eterno e mortal de mim.
Eu nunca soube da verdade de meu nascimento. Mamain se recusava a dizer e o defunto do meu pai também nunca mais falaria, então fiquei chocado com essa história. Minha primeira reação foi dizer:
- Titia, você tá me sacaneando?!
- Não, não, Joinho!! - disse ela, chocada - Por que eu mentiria para meu querido
- Oh, Joinho... Perdoe-me...
- Nooonca!
E então meu primitcho Décio entrou na conversa:
- Ué, mamis, achei que voxê tivesse dito piranha se referindo a presilha da minha nunca mencionada tia Jacinta!
- O que? Eu não. Queria aquela piranha de cabelo e aquele marido pra mim. Tinha minhas esperanças de que ele acreditaria que aquela mulher suada em trabalho de parto era mesmo uma vagaba. Mas ele nunca me amou. A tia finalmente recobrou a memória, e se jogou da montanha.
- Mamiiiiiisssss!! - gritou Décio, chorando descontroladamente.
- Huh. Levou foi pouco. Vagaba. Biscate. Pu-
Mas aí o meu priminho me meteu um gancho de direita, me fazendo cair do penhasco também. Mas a história de como sobrevivi à queda e como me vinguei dele é outra história... Tchau, seres! Até a próxima!"
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kkkkkkkkk,
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