"Olá, pequenos seres humanos não completamente desenvolvidos (também conhecidos como crianças)!
Num passado até que muito distante, disse que teria uma continuação da historinha da Montanha Enfeitiçada com um X Vermelho. Pois a espera, a fadiga e a prisão de ventre acabaram (pelo menos para mim), seres kidzóicos!
Cof, cof, caham! Desculpem-me, acho que tenho alergia a seres que leem o blog, hahahaha...! Mas não me deixem por causa disso, não! Prefiro morrer (muito provavelmente por conta de uma resposta exagerada do sistema imunológico a uma substância estranha ao organismo, ou seja, vocês)!
Ok... Chega de enrolex e vamos a história!
...
....
.....
Mas antes, uma pequenina restrospectiva.
Só porque eu achei os guardinhas oceanais mooito hots e apertei a bundinha de um deles, eles me desafiaram para um Mortal Kombat III. Só que eu estava moouuito fraco para lutar, então pulei na H2O com sal para escapar, mas no meio do caminho eles me alcançaram para continuar o combate...
Os guardas tããão hotis me arrastaram para uma ilha tropical semi-deserta (pois era habitada por todos os tipos de seres vivos, com exceção dos Homos Sapiens Sapiens). Rapidinho armaram também uma réplica do Coliseu que guardavam em seus bolsos e me jogaram nele junto com o guarda que eu assediei.
- Odnauq someratlos so seõel? - perguntou, ao que parecia, o conselheiro do líder dos guardas.
- Me everb, uem orac adaramac - respondeu o líder Césão, que usava até uma coroa de louros para demonstrar seu ilustre poder supremo.
Ou seja, eles queriam me jogar aos leões o mais rápido possível. Só para que eu saísse perdedor e eu atendesse ao desejo deles!! T_T
Mas os guardas oceanais e a vida são injustos, kidz. Aprendam isso e irão se dar bem na sua existência - enquanto ela durar.
Eu não tinha percebido que conhecia o guardinha que tinha assediado - pois estava ocupado com sua óbvia hottidade. O guarda era alguém nada mais e nada menos que... Washington Carlos!! Meu querido amigo W.C.!!
- Washinho... Quanto tem-
- Sim, sim. Que seja. Você me assediou e descobriu a existência do Submundo. Agora, teremos que lutar. Como dois homens machos e héteros fariam - respondeu Wash, enfatizando as últimas palavras.
- Mas... Eu não quero lutar com meu amigo!!
- Quem disse que o sou, Joe? - disse Wash, polindo seu machado HÍPER-ULTRA-MEGA-SUPER poderoso e ameaçadoramente mortal.
- Hummm... Talvez eu, em um passado distante, quando estávamos no Jardim III.
- Falando em números, Joe... Receio que devemos começar o Mortal Kombat III.
Crianças, acho que não é necessário narrar minha perfeita - mas bela - derrota. Para minha sorte, o desejo de Wash não era tão impossível assim. Mas algo próximo a isso! -.-'
- Joe... Desejo me tornar hétero e que você esqueça tudo acerca da Montanha, do Submundo, da Guarda Oceanal e desta Ilha semi-deserta.
Bom, falhei é claro, crianças. E o fato de como recuperei minha memória fica para outra história, outro dia... Détis au, foulqs!"
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sábado, 24 de julho de 2010
Mortal Kombat III
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quinta-feira, 8 de julho de 2010
A Montanha Enfeitiçada Com Um X Vermelho
"Olá kidz (é, é kidz mesmo, não sabem inglês?? hahaha)!
Hoje, contarei a incrível história da Montanha Enfeitiçada Com Um X Vermelho...
Dizem que lá mora a tribo das tesouras atletas e, como sou muito curioso, resolvi procurar esse lendário e misterioso lugar.
Ao chegar ao topo da montanha circundada por uma espessa nuvem cor de rosa, encontrei um pajé-advogado-cadeira-macho-mesa-fêmea tomando "café" e mexendo num "sal", junto com outros 24 amiguinhos kidzóicos.
Como sou muito civilizado (e vocês supostamente também são, né kidz?), resolvi conversar com o Pajé antes de virar lobisomem e arrancar a cabeça dele.
- Ei, Pajé Hermafrodita!
- Como você sabe meu nome?! - respondeu ele, muito surpreso.
- Sei porque sou meio ser supremo do mal, e vim avisar que em 1 minuto ou menos, sua cabeça será minha e a magia cor de rosa-magenta-púrpura-purpurina vai ser tooooda minhaaaan, gatchennho/a!!!
- OOH, não! - e o Pajé correu, arrastando fortemente todos os seus comparsas/amantes.
Quando todos vazaram, levantando uma leve camada de poeira por onde correram, olhei em minha volta. Não havia nenhuma tribo de tesouras atletas e nem uma marca com um X vermelho. Por isso, resolvi escalar mais a montanha com nuvens cor de rosa.
Como um garoto preparado, sempre carrego minha maionese comigo. SEMPRE.
Comi toda a maionese e usei o pote para levar para casa como souvenir um pouc daquela linda fumaçinha cor de coelhinho safado.
Continuei subindo a montanha ( faltavam apenas 4 cm para atingir o "very top", honey).
E, chegando lá, avistei o grande X, mas não era vermelho, era inexplicávellindamente... ROSA-PÚRPUROMAGENTO-BRILLA BRILLA- PISCA PISCA- PURPURINA - LANTEJOULA - PINKY!!!!
Eu achei incrivelmente suspeita aquela cor para o grande X, mas como sou muito curioso, resolvi cavar ali mesmo naquela marca rosenta...
Quando cheguei na marca de 3 metros cavados, uma voz ressoou por fora do buraco:
- VOCÊ PAGARÁ POR VIOLAR A TUMBA DO FARAÓ AVULADO SUPREMÃO RAMSÉS SEGUNDÃO DE OSÍRIS!!
- Mas... Os Faraós não são enterrados no Egito e em pirâmides? - perguntei.
- SIM... MAS O FARAÓ AVULADO... AH, VOCÊ SABE O NOME DELE! ESSE FARAÓ RESOLVEU SE ENTERRAR EMBAIXO DESSA MARCA ROSINHA MUITO FASHION!
- Ah... Então esse Faraó jogou no outro time??
- ISSO NÃO TE INTERESSA!! BEHOLD THE WRATH OF THE PHARAOH!!
E aí, um monte de terra caiu em cima de mim.
Descobri então que eu estava fadado a viver no Submundo (literalmente hohoho), como Papai Noel de faraó no fim do ano, putinha de faraó todas as noites e babá de faraó todos os dias (que quando se está enterrado sobre um X rosa são bem escuros :( )
Começei os preparativos para meu futuro promissor comprando uma mamadeira, um chicote e uma rena.
Foi quando eu a avistei. Lá estava minha musa inspiradora, minha agulha no palheiro, meu feijão na marmita, minha rosa no jardim, minha abelha na colméia...
Lá estava a minha querida - e falecida - God!!
Ela estava muito melhor do que imaginei, vestida de Mamãe Noel com a máscara da Tiazinha, chicoteando todas aquelas almas penadas e condenadas.
Estufei o peito, empinei a bundinha, encolhi a barriga, e fui falar com a razão da minha vida/morte/zumbilência.
- OOOI! * Smooch* como é bom te ver! * Smooch* Senti muuuito a sua falta!
Então ela tirou a barba falsa, o gorro quase descosturado e a máscara poeirenta.
E ali estava uma face semi-decompostamente perfeita.
Ah, como eu amava aquela zumbi.
E ela tinha a mesma profissão que eu.
- Joe.... Is déti reali iu? - falou a zumbi God.
- Iés... Détis mi. - respondi - Vamos parar de falar inglês e vamos sair daqui!! Não aguento mais ser a putinha do faraó; por causa disso não consigo mais sentar!!
- Não, Joe... Minha vida de putinha/babá/mamãe noel tem sido perfeita aqui. Se você me ama mesmo como diz que ama, vai ser putinha/babá/papai noel aqui comigo, e no fim da madrugada, você pode ser minha putinha/babá/papai noel...
- Oh, God... Me parece perfeito...
- Então venha... Junte-se a nós... Junte-se a nós...
- Nós?
- Sim, Joezinho lovinho... Nós...
- Nós quem?
- Eu e meu faraó "amigo"...
Antes, o plano me pareceu perfeito, mas depois que ela falou que o Faraó era seu "amigo", meu interior entrou em ruínas. Tudo o que eu queria naquele mometo era decapitar aquele ser infiel e sair dali... Mas como?
Foi quando, não sei como, apareceu uma lua cheia, e eu me transformei em um lobisomem, ali mesmo, no Submundo.
E isso foi uma pééééssima ideia.
Atrás de uma pedra pontiaguda, saiu o Van Helsing e o Drácula, gritando:
- Matem-no! Matem o lobisomem!!
Mas eles não eram páreos para mim, então os decapitei como se fossem isopor.
Aquele isopor parecia delicioso, então o comi. Estava me sentindo muuuito forte. Corri até o ponto mais fundo do buraco, onde ficava o bercinho do faraó. Ao me aproximar, ele disse:
- Papai, quero cooooooooooooooolo!
Delicadamente ergui minhas garras de Wolverine e peguei o pobre bebê gay faraó.
Ele sorriu para mim com aquela cara de bebê de 34 anos, e mais 20 de governo.
Eu sabia que havíamos matado muita gente; mas este faraó gracinha havia matado mais que todos.
Havíamos feito coisas ruins ( eu, você e o Zooboomafoo), mas o faraó havia feito coisas piores ( sim, kidz, o zooboomafoo está aqui conosco).
Não compreendi porque a coragem me faltava naquele momento crucial de toda minha existência pinky.
O "bebê" Faraó sorriu para mim, mostrando duas fileiras (uma atrás da outra =O ) de pontiagudos dentes superiores.
E aí eu entendi porque God queria ficar ali no Submundo.
Mas, quem disse que eu era ela?!?!
No outro segundo, o bebê havia se partido ao meio, fazendo aparecer uma reluzente porta vermelha purpurinada.
Corri até ela, botei a mão na maçaneta e abri.
Do outro lado, havia um muro de tijolos. Uhuuuuuu.
Enfiei a mão nos tijolos por falta do que fazer...
E era apenas um painel de tecido. Uhuuuu2.
Do outro lado do painel de tecido muuuito realista, havia uma imensidão azul.
Talvez fosse o mar. Mas porque a água não havia invadido o cômodo?
Medo.
Medo.
Medo.
E comecei a nadar.
Medo.
Mesmo aterrorizado, nadei, nadei, e nadei, e nada de aparecer qualquer monte de areia. Foi aí que começou a amanhecer e perdi minha forma lupina, junto com meu fôlego e força sobrenatural. Eu sabia que não conseguiria como um humano. Mas estava enganado.
No outro segundo após minha transformação, apareceu a guarda oceanal e me resgatou. Eu estava com muito frio, então não falei com ninguém. Mas eles falavam umas coisas engraçadas que eu não entendia, tipo:
- Abo! Adimoc acserf aterid od ram!!
Para me aquecer, eles foram muito gentis a ponto de me botar num caldeirão com água pré-aquecida. Mas aí a água começou a ficar quente demais.
- Ei, você!! A água tá muito quent-
E aí eu percebi que eu estava sendo cozinhado vivo e que os guardas oceanais falavam ao contrário...!
Como estava fraco demais para lutar, preferi ficar ali e ser cozinhado. Olhei pra frente. Oh, aqueles guardas eram MOOOINTO HOTS...
Tirei uma mão do caldeirão e apertei a bundinha de um deles.
Pelo salto que ele deu, percebi que não eram que nem o faraó. No outro segundo, ele havia me tirado do caldeirão e havia me desafiado para um duelo mortal: o Mortal Kombat III.
Quem ganhasse, tinha direito a um desejo. E, não importava o quão impossível fosse, o outro teria que realizá-lo. Se não... Muahahahaha!!
Eu realmente estava muito fraco para lutar. Então pulei bem rápido nas águas oceanicas geladas e fugi. No meio do caminho, o pessoal me encontrou para continuar o combate. Mas essa é uma história para outro dia...
Tchau kidzz!
Eca, cadê a mãe desse menino?! Ele vomitou..."
Hoje, contarei a incrível história da Montanha Enfeitiçada Com Um X Vermelho...
Dizem que lá mora a tribo das tesouras atletas e, como sou muito curioso, resolvi procurar esse lendário e misterioso lugar.
Ao chegar ao topo da montanha circundada por uma espessa nuvem cor de rosa, encontrei um pajé-advogado-cadeira-macho-mesa-fêmea tomando "café" e mexendo num "sal", junto com outros 24 amiguinhos kidzóicos.
Como sou muito civilizado (e vocês supostamente também são, né kidz?), resolvi conversar com o Pajé antes de virar lobisomem e arrancar a cabeça dele.
- Ei, Pajé Hermafrodita!
- Como você sabe meu nome?! - respondeu ele, muito surpreso.
- Sei porque sou meio ser supremo do mal, e vim avisar que em 1 minuto ou menos, sua cabeça será minha e a magia cor de rosa-magenta-púrpura-purpurina vai ser tooooda minhaaaan, gatchennho/a!!!
- OOH, não! - e o Pajé correu, arrastando fortemente todos os seus comparsas/amantes.
Quando todos vazaram, levantando uma leve camada de poeira por onde correram, olhei em minha volta. Não havia nenhuma tribo de tesouras atletas e nem uma marca com um X vermelho. Por isso, resolvi escalar mais a montanha com nuvens cor de rosa.
Como um garoto preparado, sempre carrego minha maionese comigo. SEMPRE.
Comi toda a maionese e usei o pote para levar para casa como souvenir um pouc daquela linda fumaçinha cor de coelhinho safado.
Continuei subindo a montanha ( faltavam apenas 4 cm para atingir o "very top", honey).
E, chegando lá, avistei o grande X, mas não era vermelho, era inexplicávellindamente... ROSA-PÚRPUROMAGENTO-BRILLA BRILLA- PISCA PISCA- PURPURINA - LANTEJOULA - PINKY!!!!
Eu achei incrivelmente suspeita aquela cor para o grande X, mas como sou muito curioso, resolvi cavar ali mesmo naquela marca rosenta...
Quando cheguei na marca de 3 metros cavados, uma voz ressoou por fora do buraco:
- VOCÊ PAGARÁ POR VIOLAR A TUMBA DO FARAÓ AVULADO SUPREMÃO RAMSÉS SEGUNDÃO DE OSÍRIS!!
- Mas... Os Faraós não são enterrados no Egito e em pirâmides? - perguntei.
- SIM... MAS O FARAÓ AVULADO... AH, VOCÊ SABE O NOME DELE! ESSE FARAÓ RESOLVEU SE ENTERRAR EMBAIXO DESSA MARCA ROSINHA MUITO FASHION!
- Ah... Então esse Faraó jogou no outro time??
- ISSO NÃO TE INTERESSA!! BEHOLD THE WRATH OF THE PHARAOH!!
E aí, um monte de terra caiu em cima de mim.
Descobri então que eu estava fadado a viver no Submundo (literalmente hohoho), como Papai Noel de faraó no fim do ano, putinha de faraó todas as noites e babá de faraó todos os dias (que quando se está enterrado sobre um X rosa são bem escuros :( )
Começei os preparativos para meu futuro promissor comprando uma mamadeira, um chicote e uma rena.
Foi quando eu a avistei. Lá estava minha musa inspiradora, minha agulha no palheiro, meu feijão na marmita, minha rosa no jardim, minha abelha na colméia...
Lá estava a minha querida - e falecida - God!!
Ela estava muito melhor do que imaginei, vestida de Mamãe Noel com a máscara da Tiazinha, chicoteando todas aquelas almas penadas e condenadas.
Estufei o peito, empinei a bundinha, encolhi a barriga, e fui falar com a razão da minha vida/morte/zumbilência.
- OOOI! * Smooch* como é bom te ver! * Smooch* Senti muuuito a sua falta!
Então ela tirou a barba falsa, o gorro quase descosturado e a máscara poeirenta.
E ali estava uma face semi-decompostamente perfeita.
Ah, como eu amava aquela zumbi.
E ela tinha a mesma profissão que eu.
- Joe.... Is déti reali iu? - falou a zumbi God.
- Iés... Détis mi. - respondi - Vamos parar de falar inglês e vamos sair daqui!! Não aguento mais ser a putinha do faraó; por causa disso não consigo mais sentar!!
- Não, Joe... Minha vida de putinha/babá/mamãe noel tem sido perfeita aqui. Se você me ama mesmo como diz que ama, vai ser putinha/babá/papai noel aqui comigo, e no fim da madrugada, você pode ser minha putinha/babá/papai noel...
- Oh, God... Me parece perfeito...
- Então venha... Junte-se a nós... Junte-se a nós...
- Nós?
- Sim, Joezinho lovinho... Nós...
- Nós quem?
- Eu e meu faraó "amigo"...
Antes, o plano me pareceu perfeito, mas depois que ela falou que o Faraó era seu "amigo", meu interior entrou em ruínas. Tudo o que eu queria naquele mometo era decapitar aquele ser infiel e sair dali... Mas como?
Foi quando, não sei como, apareceu uma lua cheia, e eu me transformei em um lobisomem, ali mesmo, no Submundo.
E isso foi uma pééééssima ideia.
Atrás de uma pedra pontiaguda, saiu o Van Helsing e o Drácula, gritando:
- Matem-no! Matem o lobisomem!!
Mas eles não eram páreos para mim, então os decapitei como se fossem isopor.
Aquele isopor parecia delicioso, então o comi. Estava me sentindo muuuito forte. Corri até o ponto mais fundo do buraco, onde ficava o bercinho do faraó. Ao me aproximar, ele disse:
- Papai, quero cooooooooooooooolo!
Delicadamente ergui minhas garras de Wolverine e peguei o pobre bebê gay faraó.
Ele sorriu para mim com aquela cara de bebê de 34 anos, e mais 20 de governo.
Eu sabia que havíamos matado muita gente; mas este faraó gracinha havia matado mais que todos.
Havíamos feito coisas ruins ( eu, você e o Zooboomafoo), mas o faraó havia feito coisas piores ( sim, kidz, o zooboomafoo está aqui conosco).
Não compreendi porque a coragem me faltava naquele momento crucial de toda minha existência pinky.
O "bebê" Faraó sorriu para mim, mostrando duas fileiras (uma atrás da outra =O ) de pontiagudos dentes superiores.
E aí eu entendi porque God queria ficar ali no Submundo.
Mas, quem disse que eu era ela?!?!
No outro segundo, o bebê havia se partido ao meio, fazendo aparecer uma reluzente porta vermelha purpurinada.
Corri até ela, botei a mão na maçaneta e abri.
Do outro lado, havia um muro de tijolos. Uhuuuuuu.
Enfiei a mão nos tijolos por falta do que fazer...
E era apenas um painel de tecido. Uhuuuu2.
Do outro lado do painel de tecido muuuito realista, havia uma imensidão azul.
Talvez fosse o mar. Mas porque a água não havia invadido o cômodo?
Medo.
Medo.
Medo.
E comecei a nadar.
Medo.
Mesmo aterrorizado, nadei, nadei, e nadei, e nada de aparecer qualquer monte de areia. Foi aí que começou a amanhecer e perdi minha forma lupina, junto com meu fôlego e força sobrenatural. Eu sabia que não conseguiria como um humano. Mas estava enganado.
No outro segundo após minha transformação, apareceu a guarda oceanal e me resgatou. Eu estava com muito frio, então não falei com ninguém. Mas eles falavam umas coisas engraçadas que eu não entendia, tipo:
- Abo! Adimoc acserf aterid od ram!!
Para me aquecer, eles foram muito gentis a ponto de me botar num caldeirão com água pré-aquecida. Mas aí a água começou a ficar quente demais.
- Ei, você!! A água tá muito quent-
E aí eu percebi que eu estava sendo cozinhado vivo e que os guardas oceanais falavam ao contrário...!
Como estava fraco demais para lutar, preferi ficar ali e ser cozinhado. Olhei pra frente. Oh, aqueles guardas eram MOOOINTO HOTS...
Tirei uma mão do caldeirão e apertei a bundinha de um deles.
Pelo salto que ele deu, percebi que não eram que nem o faraó. No outro segundo, ele havia me tirado do caldeirão e havia me desafiado para um duelo mortal: o Mortal Kombat III.
Quem ganhasse, tinha direito a um desejo. E, não importava o quão impossível fosse, o outro teria que realizá-lo. Se não... Muahahahaha!!
Eu realmente estava muito fraco para lutar. Então pulei bem rápido nas águas oceanicas geladas e fugi. No meio do caminho, o pessoal me encontrou para continuar o combate. Mas essa é uma história para outro dia...
Tchau kidzz!
Eca, cadê a mãe desse menino?! Ele vomitou..."
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