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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Crônicas Aleatórias - Side Story - Commedia Dell'arte

     A alguns anos atrás, uma companhia de teatro supostamente chamada Commedia Dell'arte foi fundada por Andern. Os primeiros integrantes foram seus amigos Décio e Fernando, junto com os filhos deles - Diego e Juliane. O número de atores aumentou ainda mais com a entrada das amigas de Juliane, ainda que relutante (se bem que Jéssica, uma das amigas, rapidamente concordou em se juntar). 
     Jéssica entrara com o intuito de se aproximar mais de Diego e com melhoras físicas em mente, tais como trapos menores e mais furados, mas nada parecia capturar a atenção do jabuticabento ator.
     Certo dia, ao apresentar-se no antigo vilarejo Boobscity, Diego teve diarreia. Ele correu para o matinho mais próximo e se enfiou lá. Jéssica prontamente o seguiu, com um sorrisão do tamanho de uma melancia. Lá, ela deu uma boa olhada no físico jabuticabeiro de Diego e murmurava "Velhính!".
     Diego, percebendo alarmado esses barulhos muito suspeitos, gritou:
     - Quem está aí?!
     Jéssica, envergonhada, saiu correndo para a casa mais próxima, sem ligar realmente para onde estava indo.
     Quando se enfiou na casa, encontrou um homem, que tomava banho em uma tina. Como boa apreciadora que era, Jéssica, com seus olhos safados que lembravam mouros lascivos, o observou esfregar as costas com uma escova de madeira azul. A pobre garota dos trapos furados não conseguiu conter outros gritinhos de "velhính!", chamando a atenção do homem sem traços de jabuticabas.
     - Ai meu Deus! Perdoa-me!
     - Não, não. Tudo bem. Isso acontece pelo menos três vezes por mês. Mas geralmente são traficantes russos. Estranho. Chamo-me Oene, um militar, e tu?
     Foi atração à primeira vista. Tudo o que Jéssica conseguia pensar era no que havia dentro da água e em progressões geométricas, rapidamente realizando alguns cálculos que só aprendizes de Mulher P.G. conseguiam fazer.
     - Sou Jéssica, uma atriz.
     - Ah, que lindo nome! Mas então, já que estás aqui, gostarias de tomar um banho comigo?
     Jéssica, porém, não era tão atrevida quanto sua companheira de profissão Soraya. Após uma fuga improvisada, resolveu, enfim, voltar para perto do grupo. Ao avistar a carruagem (que também servia como palco de suas apresentações), Diego reclamava furiosamente de que havia sido espionado nas matas. Percebendo a presença de Jéssica, repetiu a absurda história. Para azar da atriz dos furos, o cérebro de Diego não era composto de matéria jabuticabenta como seu corpo. O garoto começara a ligar os pontos: o espião, o repentino desaparecimento da colega...
     - Espera aí... Onde estavas este tempo todo, Jéssica?!
     - Ah... Eu... Fui tomar banho com meu Oene!
     Jéssica deu um sorrisinho e entrou na carruagem, saboreando a semente do ciume que acreditava ter plantado em Diego.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

As crônicas de Hatraz: Acontecimentos Natalinos - extended and extreme edition ^^ - Chapter 4

CHAPTER 4
Nome aqui!

"1º dia... A sede começava a dominar nossos corpos [...]". Hatraz estava lendo "As aventuras de Ortinocú no Deserto", um livro infantil lúdico cujas páginas já lidas eram arrancadas pela menina rancorosa. Neste momento eles estavam a exatos 234 milímetros de alcançar as fronteiras da cidade.
Exatos dois segundos após o início do capítulo, eles estavam no negocinho do pedágio. Hatraz deu 1 dinheiro falso para Rudolph pagar o pedágio.
Ao passar pelos portões enferrujados/congelados da cidade, encontraram algo inesperado: um iglu!
Na porta do iglu havia dois guardas armados, que pareciam famintos.
Hatraz ofereceu a eles um pedaço de presunto, mas eles se assustaram com a carne e prenderam a garota.
Hatraz conferiu sua quantia de dinheiros, e esta não era suficiente para pagar a fiança.
Então Hatraz decidiu usar seus poderes kidzóicos de birra para sair dali: berrou ("mó altão", foi como o guarda yobro definiu os gritos da menina), esperneou, lambeu as grades, lambeu o arame farpado da janela, berrou de dor, berrou porque não lhe fizeram curativo, berrou porque o band-aid não pregava em sua língua, e berrou porque havia sido liberta. UFA! Quase não tinha mais razão para berrar... Mas ela continuou. Afinal, berrar é divertido!
Hatraz e Rudolph decidiram seguir viagem, rumo ao DEATH VALLEY, uma vale cuja grama é verde e aparada, os campos são repletos de flores, é primavera o ano inteiro, os pássaros cantavam de dia, e de noite cantavam zumbis, lobisomens e morcegos metamorfos, enfim, um lugar amável.
O trajeto foi curto, mas ao chegarem no vilarejo, já estava escuro... Acho que é uma coisa local. Passaram por um campinho cheio de margaridas, que se alternavam com cruzes e lápides, dando a impressão de que milhares de flores foram plantadas sobre um cemitério. O decorador daquele vale era realmente ruim! Por mais que ele tentasse fazer o local parecer sombrio, tudo continuava feliz e infantil (como a Anny! Talvez ela seja a decoradora hahahahaha)!
Mas à frente havia um castelo, que parecia uma montanha com uma porta de mármore do Himalaia e maçanetas de ouro do Egito (as pedras que constituíam a "fantasia" do castelo de montanha vieram da caverna da banda da Savanna, cuja história você já deve ter ouvido! Mas isso Hatraz descobriu anos depois).
Bateram na porta do castelo. Ninguém respondeu. Seguindo filmes de terror mal feitos, entraram sem convite...
À esquerda havia um fóssil de um monstro-azul-lunar-peludo-imitêixóun (reconhecido anos depois como o fóssil de Mr. Ráidi, segunda personalidade monstruosa [a primeira personalidade também é monstruosa kkk] da Doutora Anny), e à direita uma cadeira (de mogno italiano e estofamento de seda francesa legítima. Um dos pés havia sido comido por cupins. Sim, Hatraz percebeu tudo isso logo de cara! Incrivelmente, um dos pés do monstro também havia sido comido).
Preferiam atravessar a sala correndo, mas tiveram que parar para ver um filminho, que nem no Resident Evil. Quando acabou, inexplicavelmente as portas haviam sido trancadas e zumbis de três ou mais olhos corriam na direção deles, dizendo algo como: "Brains!", "I'm cold!" e "I see dead people!".
Rapidamente Rudolph destruiu a montagem de fóssil e matou -de novo- os zumbis com ossos osteopóricos.
Assim que todos os zumbis estavam descabeçados, magicamente as portas se abriram.
Os dois seguiram para o próximo cômodo, que parecia uma cozinha, mas sem geladeira, fogão, pia, micro-ondas ou despensa. Sobre a única bancada existente havia um Wellatom Louro Claríssimo. Hatraz achou que podia dar uma reinventada no visual... Mas lembrou de seu objetivo imediato, e do tão sonhado kit terrorista. Ela guardou a tintura na mochila pink/fashion/trendy do Ortinoco e seguiu para a próxima porta. Aquilo realmente parecia Resident Evil... Ou será que era Jogos Mortais?! D:
Ao passar pela porta, parecia que estavam em um salão de beleza. O ambiente era todo rosa, haviam toucas térmicas para todo o lado, secadores, espelhos e pentes.
Hatraz ficou com muito medo de entrar lá, pois havia mais de duas toucas (caso você não saiba os perigos que uma touca oferece, você tem muita sorte de estar vivo!).
Atrás de um balcão havia uma moça idêntica a Elle Woods (Legaly Blond/Legalmente Loira), lixando unhas com uma expressão de tédio.
- Ei! -Disse Hatraz para a mulher- Você não tem medo de ficar aí sozinha com essas toucas?
- Ahn?
- Saia daí! Você quer morrer?!
- Ah, não antes de casar! E de rosa! Num dia de verão! Num parque com a grama recém-cortada! Com os pássaros cantando! Com campistas lanchando!
- Você será minha inspiração! :O
- Ahn?
C O N T I N U A . . .

quarta-feira, 21 de julho de 2010

As crônicas de Joe - O baile - Capítulo 1

Joe estava alegre, em casa, olhando seu reflexo no espelho. Como aquele terno lhe servia bem! Joe estava se exibindo para si mesmo quando sua mãe entrou no quarto.
-AAAANDA! Parece até que tu é mulher! – E puxou o pequeno joe pela orelha até o velho carro da família, onde seu velho pai de camisa amarela terminava de engolir um presunto e enfiava a chave na ignição.
Ao chegar na festa, Joe foi correndo no bar escolher alguns salgadinhos, entre eles coxinhas, canapés, tentáculos de polvo fritos com alho e salsa, empadas de cachorro, churrasco grego com KiSuco e outras iguarias.
Ao engolir um pedaço de orelha canina do recheio de sua empada deliciosamente esmagada, Joe avistou God. Sua melhor amiga. Vestida em pura seda, maquiada em puro pó e penteada em puros grampos, ela foi até Joe em câmera lenta, fato que assustou muito os outros convidados.
- Oi, joezinho.
- Oi, Godinha. – Lindo apelido.
- Nossa... Esse terno lhe serve perfeitamente Joinho.
- AAAH! – Joe havia caído. Como? Por que? Ninguém sabia. Até que de um canto escuro saiu Chico Xavier, que, usando seus poderes psíquicos, descobriu a presença de uma força maliga de outra dimensão: A DIMENSÃO DOS MORTOS (também conhecida como a dimensão dos desprovidos de vida e de heterozice. [já reparou como mortos-vivos são afetados? Uhuhu])!
Quer saber se Joe sobreviveu? Se a força maligna afetada destruiu o baile de formatura? Aguarde! Em breve o capítulo 2 estará disponível no blog do titio joe mais perto de você!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

As crônicas de Joe - O baile

Prólogo

A formatura do ensino médio é uma passagem importante na vida dos adolescentes. Com Joe não podia ter sido diferente. Aventuras inesquecíveis vividas em apenas uma noite, erros incompreendíveis cometidos com bebida, presuntos mal comidos devolvidos, mulheres enlouquecidas gritando por mais.

Apenas uma noite.