" Hey yo nigga's!
Vo contar uma historinha muuuito intrigante sobre um remédio que queima por dentro, destrói a mata ciliar, faz caldo de feijão e provoca vomitos...
DUCOLAX!
Tava eu lá, andando pelas streets de Boobscity, minha cidade predileta, quando eu vi um anúncio que dizia o seguinte: "Para que Skol, se você tem Ducolax? Ducolax: o remédio qque desce redondo".
Fiquei muito intrigado com aquilo, e resolvi passar na farmácia mais próxima e ver que droga era Ducolax.
Entrei na farmácia e pedi pro homenzinho velho de camisa amarela ( será que meu pai trabalha em uma farmácia??) me dar três caixinhas do remédinho anunciado.
- TRÊS CAIXAS!!!?? O que você quer? Explodir o país?- Disse o farmacêutico, espantada, assustada e esbugalhadamente.
- Não, quero testar.
- Pois saiba que não vendemos remédios sem prescrição médica!!
- Quêêêêê?!
- Isso mesmo! Se ainda assim quiser os remédios, compre pelo mercado negro da internet!
- Mas... Eu não tenho internet!!
- Meu Deus!! De que universo você vem??
- Onde eu posso arranjar internet?
- Numa lan house.
-OOOH! LAN HOUSE!
Continuei dizendo LAN HOUSE por todo o caminho até a LAN HOUSE. Acho que ser maluco é minha especialidade.
Entrando lá, passei meu cartão de crédito magnético PLATINUM ainda não desbloqueado de Ibiza na maquininha ao lado do computador, entrei num site quenunca tinha ouvido falar, um tal de google, que você também não deve conhecer, e digitei " MERCADO NEGRO". Apareceram uma série de artigos no mercado livre, mas isso acontece mesmo quando você digita "morte da vovó".
Eu cliquei num site titulado "Remédios Mortais para sua Sogra", que não era tão suspeito quando o biscoito de Meerda. Depois de fechar 379 pop-ups, finalmente consegui ver o conteúdo do site. Havia o nome de vários remédios e produtos, incluindo veneno de barata.
Logo embaixo dos principais anúncios ( incluindo um teste de " você é emo?" e " você pula mais que seu oponente?", com um botãozinho de "pular". Falhei nos dois testes, mas essa é outra história.) Estava o tão estimado e anunciado DUCOLAX. Cliquei em Add To Cart, por mais que eu não soubesse o que significava aquilo.
Eu só cliquei ali porque me fez lembrar do carrinho do supermercado Mario Kart... Enfim, fiz isso mais duas vezes e fui ver o tal do subtotal. Eu quase caí da cadeira quando vi que tinha saído 30 000 dinheiros.
Aí, resolvi sair da lan house (pagando nada) e voltar para a farmácia do velhinho de camiseta amarela.
- Ei! Se eu tivesse uma prescrição médica, quanto sairia as três caixas de Ducolax??
- 90 000 dinheiros.
- P*UTA QUE PARIUUUUUU!!! - e joguei um pedaço de presunto nele que tinha pego do balcão.
Corri de volta para a Lan House para comprar os remeditos.
Gastei todos os meus dinheiros :'(
Alguns dias depois, a campainha tocou. Inicialmente achei que fosse a policia, procurando por um zoófilo, não que na minha casa eles fossem achar um, por que moro sozinho com meu gatinho e meu cachorrinho, então, né, eu não sou zoófilo, nem meu pétz, heh, mas enfim, era o correio.
O entregador era velho, e usava uma camisa amarela ( quantos empregos meu papy e seus sósias tem?).
- Você é Joe King Boobsmilos Gordosmiles? - perguntou papy.
- Você não reconhece seu próprio filho?! Que horror!
- Eu não tenho filhos! Ah, não adianta discutir com um idiota que comprou três caixas de Ducolax! Aqui está sua entrega!
O sósia de papy jogou as caixas de um metro e meio de altura por dois de largura em cima de mim. Agora compreendi por que cada uma dessas coisas custava 10 000 dinheiros.
Levei as caixas pra dentro do banheiro e como uma boa seguidora da "Ana" e da "Mia" Comi uma caixa inteira. Tinha gostinho bom!
Duas horas depois eu estava com fome, mas nada havia acontecido ainda.
Comi mais uma caixa.
Depois de mais duas horas ainda não tinha acontecido nada. Comi a terceira caixa inteira. Foi aí que, no fundo profundo e escuro dela, tinha a bula, que tava colada com durex. Entrei dentro da caixa para alcançá-lo, e comecei a ler ali mesmo.
"DUCOLAX
DUCOLAX É UM REMÉDIO DO TIPO QUE FAZ VOCÊ VIRAR UM REI, POIS FAZ VOCÊ SENTAR NO TRONO O DIA INTEIRO! MAS CUIDADO! O EFEITO COMEÇA DEPOIS DE 8-10 HORAS APÓS A INGESTÃO!"
Então fui assistir tv.
Duas horas depois, fui beber água. E voltei a ver tv. Tava passando uma maratona de " em busca do vale encantado" !!! Eu achei que ia só até o XX, mas vai até o XXIV!!!! O máximo!!!
Logo após o parto do dinossauro cinza cujo nome é memorável, mas eu não lembro, meu estômago(pelo menos achei que fosse o estômago :)) gritou:
_GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOORRRBBBIIIH!
Talvez meu estômago tenha feito aquilo porque o dinossauro que eu esqueci o nome e sua turma estavam afundando no petróleo. Então, tentei ignorar. Mas ele gritou de novo!
- GWOWOOWOOOOOOOROOORRRR!!
- LITTLEFOOOOOOOOOOOOOOOOOOOTTTTTTTTTTTTTT!!!!
Oba! Lembrei o nome!
De repente, meu corpo disse outra coisa, uma coisa que eu nunca havia escutado antes...
_ PRFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!
Um gás cheiroso invadiu o cômodo... Uau... Desse jeito ninguém precisa de Glade toque de frescor!
E então meu estômago voltou a gritar. E depois, minha calça fez xixi nela mesma! Do nada, a calça se mijou! Não sei por que a calça achou que podia se mijar em mim...
Foi aí que as coisas começaram a ir de mal a pior. Meus lindos bonsais que estavam tão vívidos segundos atrás murcharam e morreram!! T.T
- NÃÃÃÃÃÃÃO!! LILITH, JOHNATAN E TAITI, EU VINGAREI VO-
Mas meus entômago falou mais alto que minha voz.
- SSSSSBLLOOOOOOORRRRRGGGGHHHHHH!!!!!
Meu instinto animal me avisou que devia correr para o banheiro mais próximo o possível.
O problema era que minha casa não tinha banheiro!! E o mais próximo estava na casa do vizinho Tony Ramos!!
Não pudia segurar por muito tempo... A cabeça da morsa já estava pra fora da toca!
Corri até a casa do assassino vizinho Tony, e bati na porta.
Eu me assustei quando apareceu uma réplica de Homer Simpson de cor rosa-pele e carregando uma bazuca na porta da casa do vizinho.
- Quem é você????? - perguntei.
- Sou um fã dos Simpsons... E você?
- Sou alguém que pressssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssscisa usar seu trono!! Posso???
- Pffff claro que não! - e bateu a porta na minha cara. Só agora percebi que tinha errado de casa. A do Homer era nº 344 e do Tony era 443.
Então corri pro outro lado da rua e apertei a campainha do Tony.
Cheio de marra, ele abriu a porta. Estava vestido como o caçador da chapeuzinho vermelho, bermuda marrom, camisa de mangas curtas xadrez vermelha( que deixava seus pelos do busto sexymente á mostra), suspensórios e chapeuzinho estranho.
- Preciso usar seu banheiro!!
- Hum... meu inimigo mortal querndo usar meu banheiro... Hehe, posso usar para alguma coisa...Erh, para que quer usar o banheiro?
- Pra largá um barro!
- Isso é óbvio... Quero saber precisamente o que você vai fazer... Não vai implantar câmeras nem colocar uma bomba relógio, né?
- Não! É uma bomba instantânea!
- Hmmm... ENtre.
Corri até o final do corredor, entrei, sentei, e larguei. AAAAAAAAI C*R*LHO!!!!
De repente alguma coisa singela me cutucou. E eu descobri que não estava no banheiro. Descobri também que o vizinho Tony era casado!!! :O
A mulher parecia que estava morrendo, então tentei fazer uma respiração boca-a-boca nela. Nesse momento Tony entrou no cômodo.
- Não precisa agradecer. Eu sei que salvei a vida dela, e isso é o bastante. - Disse eu, humildemente.
Logo haviam mais centenas de morsas querendo espiar o mundo.
- AY CARAYYYY!!!! - gritei em espanhol.
Empurrei Tony para me dar passagem, atravessei um corredor e entrei num cômodo que era um banheiro desta vez, ufa! Ele estava tão branquinho, limpinho, cheirosinho.... Que as morsas saíram muito mais fácil. Depois de 10 minutos no banheiro resolvi me limpar.
Aproveitei o sabonete líquido cheiroso deles para lavar as mãos. E a careca. E meus três fios de cabelo. E a privada, que estava derretendo com os gases.
Saí do banheiro, que parecia o muro de Berlim, em 2002. Tinha sobrado pouco daquele lindo lugar. Pelo menos eu não acabei com o sabão líquido :)
A mulher de Tony parecia mais viva do que nunca, e Tony, mais bravo do que nunca.
Achei que seria sensato correr. A moça me deu um último adeus, e eu corri muito rápido.
Na verdade, o último adeus nunca aconteceu... Alguns anos depois eu descobri que o nome da moça era Hannah, nós tivemos 22 filhos, e tudo o mais... Mas esta é uma história pornográfica para outro dia, nigga's!
Adeus!"
sábado, 31 de julho de 2010
O remedinho que desce redondo
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As crônicas de Hatraz: Acontecimentos Natalinos - extended and extreme edition :D - Chapter 1
Chapter 1
The decision [1]
Once upon a time[2], numa vila chamada Burgers 'n Meats, vivia uma família MUITO grande. Composta de 2 adultos, 17 adolescentes, 3 crianças e 2 bebês, ela era uma das mais prósperas - mas pobretona - famílias dessa vila pequena demais para viver gente como a da laia de Joe, o chefe da família King-Smith.
Porém, em certas épocas do ano, a prosperidade fugia para o Amsterdã[3] e era substituída por desespero. E uma dessas épocas era o Natal.
O cupom fiscal das compras de Natal chegava a ter num total 6 dígitos trapaceiros. E isso atormentava Joe por MESES, pois seu salário de contador de histórias era de apenas 3 dígitos. Logo, quem pagava as despesas era sua amada, cansada e, atualmente, um bagaço de esposa tamanho Vovózona, Hannah Smith King.
Não se sabe até hoje por que a belíssima garota de cabelos verdes e olhos pretos casou com um retardado como Joe. Depois de dar à luz 22 filhos, não há beleza que resista...

Hannah contava com um salário aceitável de 7 dígitos como modelo tamanho GGeisy. Mesmo assim, somado às contas de luz, água, esgoto, impostos, e
scola e compras, sobravam apenas 10 dinheiros para ela gastar com ela mesma. Correção: sobrava nada, pois Joe sempre pega para gastar com cerveja.
Deixando os problemas da família de lado, Hannah tinha 15 filhos maravilhosos (ou seja, os que obedeciam ela) e 7 capetinhas. Entre esses 7 capetas bem espertinhos como a mamãe estava Hatraz, uma criança do sexo feminino que só pensava nela mesma - e em presentes.
O problema era que Hatraz estava aprontando demais esse ano: defumou o gato do vizinho, bateu no apresentador de programas infantis (Ortinoco, o ornitorrinco feliz), fez macumba com seu cachorro (Zeffred), jogou GTA só para roubar as velhinhas, jogou a televisão da família pela janela e fez seus irmãos mais novos servirem ela pelo resto de suas existências.
Joe também achava isso uma p*ta falta de sacanagem e já tava xingando muito no Twitter.
- Joe... Você sabe que vai adiantar nada fazer isso, né? - falou Hannah para seu marido, certo dia.
- Sério?! Mas eu pensei que-
- Joe, você não pensa nada.
- Verdade, verdade...
- Que tal você contar pra Hatraz que, por causa do comportamento dela esse ano, ela não irá receber presente do Santa Claus? - sugeriu Hannah
- Mas por que VOCÊ não faz isso?
- Porque eu mando em você. Agora VÁ!!!
Forçado pela esposa raivosa, cuja boca expelia espuma, Joe foi contar para Hatraz que ela ficaria sem presentes esse ano.
A reação de Hatraz foi terrível: ela se jogou no chão e girou feito o vovô Abe Simpson (de você sabe onde!), esperneou, atirou pedras nos Porshes[4] dos vizinhos, etc. Mas ela sabia que isso não traria seus presentes de volta. E justo quando queria um kit terrorista...
- Já sei! - decidiu Hatraz - Vou reclamar com o Santa Claus! Ele com certeza vai me devolver os presentes!

As aparências enganam... Oo... Logo, o dedo de Hatraz que está levantado NÃO é o indicador.
[1] Do inglês, significa "capítulo 1 - a decisão".
[2] Do inglês, significa "era uma vez".
[3] Amsterdã é a capital da Holanda.
[4] Veja imagem desse carro aqui.
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uhuuu
Capa e nome da nova historinha!
"Como eu já falei, crianças, minhas mamains estão escrevendo uma nova hsitória, do mesmo jeito que escreveram "Os f(p)eitos heróicos de Joe K.", ou seja, à moda antiga! xD
E isso é tudo culpa da Iza, claro, que só pode entrar no computador nos finais de semana, então está sendo só a pobre da Anny que está cuidando do blog... Ah, e esse é o último post de julho, uhuuuu! Enfim, chega de notícias tristes e vamos às coisas boas!
Acima, está a capa da historinha "As crônicas de Hatraz: Acontecimentos Natalinos - extended and extreme edition :D". Pelo que vocês podem adivinhar pelo título, Hatraz provavelmente se envolverá em problemas natalinos e irá reclamar com uma pessoinha chamada Santa Claus (aka Papai Noel ou Bom Velhinho). A narrativa também é em 3ª pessoa (ou seja, é a Iza e a Anny quem narram) e a história tem como personagem principal a Hatraz (não o Joe!). Acho que essa é a primeira vez que acontece isso...
Porém, Iza e Anny acham que irá demorar para começar a postar os capítulos (porque a Iza é uma tirana), mas como Anny é a mãe-de-todos (kkkkkkkkkk brincadeirinha mamain), resolveu postar mais umas imagens da história... Olha os spoilers aí, genteim!


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sexta-feira, 30 de julho de 2010
Jornal Correio Macabrense - terça feira, 28 de julho de 2010
"Olá, kidos!
Voltei para lhes mostrar mais uma matéria que publiquei! Espero que eu tenha sido direto e claro... =)"
O que há no fundo do poço?
Simples! Um bêbado, é a resposta correta!
Quando caiu a noite no dia 27 de julho de 2010, ou seja, ontem, um grito rasgou o silêncio: um homem de 1,57 m e 95 kg (NÃO é "quilos", e sim "kilogramas", ouviram??) acabara de tropeçar em um gato pingado (que fugia de um zoófilo, segundo testemunhas) perto de um terreno baldio, levando-o a cair num poço.
O bêbado Alokahahaha Leidigaga, de 37 anos, quase se juntou a Deus, porém a bondosa Grazella Biscoitinho discou o 190, salvando sua bendita vida. "Estou contente por ter salvo ele", disse Grazella, "Agora, ele me deve sua vida (ou R$ 1.000,00)".
Alokahahaha não corre risco de morte; pena que não se possa dizer o mesmo do gato pingado em que tropeçou (para maiores informações, leia o jornal Correio Macabrense do dia 27/7). O poço em que o bêbado caiu teve uma forte intoxicação alimentar ao ingerir Alokahahaha, sendo levado posteriormente à UTI, mas passa bem.
Voltei para lhes mostrar mais uma matéria que publiquei! Espero que eu tenha sido direto e claro... =)"
O que há no fundo do poço?
Simples! Um bêbado, é a resposta correta!
Quando caiu a noite no dia 27 de julho de 2010, ou seja, ontem, um grito rasgou o silêncio: um homem de 1,57 m e 95 kg (NÃO é "quilos", e sim "kilogramas", ouviram??) acabara de tropeçar em um gato pingado (que fugia de um zoófilo, segundo testemunhas) perto de um terreno baldio, levando-o a cair num poço.
O bêbado Alokahahaha Leidigaga, de 37 anos, quase se juntou a Deus, porém a bondosa Grazella Biscoitinho discou o 190, salvando sua bendita vida. "Estou contente por ter salvo ele", disse Grazella, "Agora, ele me deve sua vida (ou R$ 1.000,00)".
Alokahahaha não corre risco de morte; pena que não se possa dizer o mesmo do gato pingado em que tropeçou (para maiores informações, leia o jornal Correio Macabrense do dia 27/7). O poço em que o bêbado caiu teve uma forte intoxicação alimentar ao ingerir Alokahahaha, sendo levado posteriormente à UTI, mas passa bem.
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terça-feira, 27 de julho de 2010
Jornal Correio Macabrense - terça feira, 27 de julho de 2010
"Oiii kidz... Sabiam que o titio Joe agora, além de contador de histórias, é um repórter so super-badalado jornal Correio Macabrense??! Pois é, pois é. Como estou tão feliz, gostaria de partilhar com vocês as notícias que escrevi... *-* Aaahh, fico tão feliz por ampliar o pequenino cérebro que vocês, crianças, possuem com notícias fresquinhas, sejam nacionais ou mundias... Bom, aqui vai a primeira notícia!"
HOMEM MATA GATO =O
Zoófilo assassina um gato em um terreno baldio com socos, pontapés e petelecos
Na madrugada de ontem, ocorreu um crime mais macabro do que se possa imaginar: um zoófilo tarado abordou um gato pingado e, diante da rejeição e reação da vítima felina, o assasinou a socos, pontapés e petelecos.
A profissional do sexo, Grazella Biscoitinho viu tudo. "O gato quase que exerceu minha profissão, mas forçadamente!", descreveu ela.
A polícia ainda investiga o caso. Segundo o delegado do 0º departamento de polícia, Justino Biba, há a suspeita de que outro fanático estava ajudando o zoófilo assassino, que ainda está foragido, Ailóvi Pétz. "Na cena do crime, escontramos pegadas do gato, do Ailóvi (que calça tamanho 41) e de alguém que calça tamanho 89", explica Justino. "Esperamos encontrar logo esse segundo elemento e fazê-lo participar do meu clip 'Eu sou Biba'".
Para quem quiser ajudar a prender o gatuno, à esquerda está a foto dele, quando ele tinha doze anos. Atualmente, ele tem 65 e, possivelmente, está nas redondezas de Boobscity.
Se você não gostou dessa matéria, sugiro que faça uma coisa: primeiro, pegue uma picareta de borracha. Segundo, vá catar minhoca no asfalto com o item mencionado no primeiro passo. Terceiro: cante uma marchinha de carnaval para passar o tempo. Quarto: seja feliz.
HOMEM MATA GATO =O
Zoófilo assassina um gato em um terreno baldio com socos, pontapés e petelecos
Na madrugada de ontem, ocorreu um crime mais macabro do que se possa imaginar: um zoófilo tarado abordou um gato pingado e, diante da rejeição e reação da vítima felina, o assasinou a socos, pontapés e petelecos.
A profissional do sexo, Grazella Biscoitinho viu tudo. "O gato quase que exerceu minha profissão, mas forçadamente!", descreveu ela.
A polícia ainda investiga o caso. Segundo o delegado do 0º departamento de polícia, Justino Biba, há a suspeita de que outro fanático estava ajudando o zoófilo assassino, que ainda está foragido, Ailóvi Pétz. "Na cena do crime, escontramos pegadas do gato, do Ailóvi (que calça tamanho 41) e de alguém que calça tamanho 89", explica Justino. "Esperamos encontrar logo esse segundo elemento e fazê-lo participar do meu clip 'Eu sou Biba'".

Para quem quiser ajudar a prender o gatuno, à esquerda está a foto dele, quando ele tinha doze anos. Atualmente, ele tem 65 e, possivelmente, está nas redondezas de Boobscity.
Se você não gostou dessa matéria, sugiro que faça uma coisa: primeiro, pegue uma picareta de borracha. Segundo, vá catar minhoca no asfalto com o item mencionado no primeiro passo. Terceiro: cante uma marchinha de carnaval para passar o tempo. Quarto: seja feliz.
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Uma nova série
Oi, crianças queridas do meu coraçãããão (não, isso é mentira.... hahahahahaha xD)!
Quero avisar que uma nova série está chegando, e ela será focada na minha filhinha mal-criada chamada Hatraz.
Em breve (tipo três meses, não, brincadeira) os capítulos serão postados!
Quero avisar que uma nova série está chegando, e ela será focada na minha filhinha mal-criada chamada Hatraz.
Em breve (tipo três meses, não, brincadeira) os capítulos serão postados!
domingo, 25 de julho de 2010
Emo nas cavernas
"Hello, Kiddozz! Ha'Ya'Doin'?
Como prometido, voou contar a história dos meus dias de emo incomum... Há muito tempo atrás, depois de uma tristeza profunda, decidi virar emo, e me torturar por todas as coisas que já aconteceram. Eu comia cacos de vidro, batia minha cabeça e meus cotovelos nas paredes mofadas de minha humilde moradia, imitava o albino masoquista do Código da Vinci, etc, etc...
Depois de trinta longos minutos, percebi que isso não era ser emo, e sim era dar uma de Anny copista imitando o cara do filme acima, mas enfim...
Cheio de dúvidas de como podia ser um emo, resolvi consultar o Deus Google.
No Google, encontrei um vídeo muuuuito legal, que ensinava o passo a passo de como ser emo. Simplesmente, O MÁXIMO.
Assisti o vídeo várias vezes seguidas, e finalmente consegui o efeito desejado. Achei que mamain ficaria orgulhosa, mas me expulsou de casa. Então decidi morar numa caverna.
Porém, como todos sabem (e se não sabem, DEVIAM saber), é muito difícil encontrar um imóvel cavernoso e arcaico como uma caverna nesses dias onde a tecnologia predomina. Cheguei até a invadir sítios arqueológicos patrimoniais da UNESCO aqui, no Brasil. Mas eles me expulsaram também, jogando maldições e clavas de madeira em mim. Então, resolvi atravessar o Oceano Atlântico a nado para chegar na África e povoar uma de suas cavernas cavernosas.
Chegando na África, o povo foi bastante afetuoso e me acolheu. Mas eu traí o movivento Mama África do Chico César e matei todo mundo, meu.
Fugi rápido para uma caverna no meio da savanna, e lá dentro morava um grupo de culto ao demônio formado por uma girafa, uma zebra, uma hipopótama(uhuuu) e um leão que dançava. Achei familiar... e me juntei a eles. A princípio, eles disseram que não havia mais vagas na banda Culto Demoníaco, mas estranhamentemente (kkkkk) a hipopótama insistiu para que eles me deixassem entrar, então acabei me juntando oficialmente. A girafa tocava bateria, a zebra tocava baixo, a hipopótama usava a guitarra e cantava, enquanto o leão dançava que nem uma galinha voante...
Disseram que eu podia ser o keytarrista, mas eu não sabia que devia apertar as teclinhas, então me ofereceram outro instrumento... O EMOSARTORIALISTHIPER harpa!! Esse sim eu sabia tocar! E muito bem!
Meus dedos fluiam de um lado para o outro do belo instrumento, e as notas ecoavam como pássaros amarelos voando alegremente em um domingo ensolarado por um parque com o gramado recém-aparado completamente verde, enquanto campistas fazem piqueniques. Lindo. Belíssimo.
O(s) problema(s) era(m): aquela caverna era só para treinos, a banda não era tão popular assim e todos estavam com fome. ISSO sim era algo com que se preocupar. O leão dançante olhava maliciosamente para minha barriga avantajada, e a girafa e a hipopótama olhavam para meus belíssimos fios de cabelo imaginando, penso eu, que eram cebolinhas. Oh, Deus. F*deu. Decidi ficar e arriscar minha vidinha inutéél. Logo o pessoal começou a notar meu excesso de auto-confiança, e decidiu que aquilo não era necessariamente "saudável" para o grupo. E me expulsaram.
Tive que passar as noites em claro no meio da savanna por falta de um instrumento emo pra tocar, e de amigos para me acharem apetitoso.
Foi aí que tipo do NADA, apareceu um cara de jaleco branco com óculos e que estava segurando uma sanfona. Antes que eu gritasse que tinha um tarado querendo me agarrar, ele tapou minha boca e começou a falar:
- Olá, querido amiguinho emo perdido. Meu nome é Décio Pinto. Atrás daquela pedra no topo do penhasco está meu irmão, Caio Pinto. Moramos numa vila aqui perto. Que tal se abrigar lá? Minha mamain, Paula Tejando, e meu papain, Tomas Turbando, ficarão muito honrados em lhe abrigar.
Achei que podiam ser meus parentes, por causa de seus nomes ridículos inventados por humoristas de um canal ruim completamente mal-pago. Então segui o homem de jaleco até detrás da enorme pedra circular, que me lembrava um traseiro. Ou um hambúrguer.
Foi aí que ele começou a me mandar fazer umas coisas estranhas, tipo abaixar as calças, botar o dedo indicador da mão direita na boca e o mindinho da esquerda no umbigo e tentar cantar Macarena, enquanto ele tocava sua sanfona. Estranho. Mas fiz mesmo assim.
Estava lá eu, numa pose estranha, quando minha tia Paulinha apareceu. Logo Décio disse:
- Mamamamamainnnnn!
- Oi, bebê.
- Mmamamaminnnn, trouxe o jantar! Quer dizer... pra jantar com a gente, heh.
- Pera!
- ?
- Fiiiii! é o Joinho!
- ?
- O Joinho, é mesmo você!
- É mesmo queeem, mamamins? - disse Décio, zangado e esfomeado.
Eu não me lembrava muito daquela baranga não. Mas minha intuição feminina (uhuuu xD) me alertou que era para fingir que eu me lembrava dela.
- Titia Paulita! Quanto teeemmmpoooo! - falei.
- E não é, Joinho?! Fazem exatamente 13 anos!
- Mamaaaaaainnn! - gritou Décio - Quem diabos é Joinho?!
Paula começou a contar uma história looonga, começando a partir da data em que ela nasceu. Ela contou como ela e sua irmã eram siamesas pela cabeça, mas que fizeram uma cirurgia de separação, onde a maior parte do cérebro foi para ela mesma. E que como elas eram amigonas, dividiam até os namorados, e blá, blá, blá. E como cada uma foi para seu lado, literalmente: Jacinta (minha mamain) permaneceu no Brasil e Paula foi para a África. Até que... Jacinta casou com um cara mooooito desprovido de beleza, mas que era capaz de dar a mortadela de cada dia para ela. E Paula tinha casado com um cara tão hot quanto Voldemuerte, mas ela mesma tinha que lutar por seu pão. Ela continuou falando sobre sua obsessiva inveja da irmã e depois falou do dia em que eu nasci:
- Oh Joinho, você nasceu num domingo ensolarado em que pássaros amarelos voavam alegremente sobre um parque cuja grama estava recém-aparada em que campistas faziam pique-niques.... Foi um dia liiindo! Belíssimo! Mas daí a bruxa da sua mãe esqueceu a piranha de cabelos dela no meu carro (eu levei ela para o hosital), então eu gritei:
- Jacinta! Sua piranha!
E aí ela e o bonitão do velho barrigudo marido dela ficaram com ódio eterno e mortal de mim.
Eu nunca soube da verdade de meu nascimento. Mamain se recusava a dizer e o defunto do meu pai também nunca mais falaria, então fiquei chocado com essa história. Minha primeira reação foi dizer:
- Titia, você tá me sacaneando?!
- Não, não, Joinho!! - disse ela, chocada - Por que eu mentiria para meu queridoe odiado sobrinho??- - Não sei... Essa história parece verídica... Mas não sei se devo confiar em uma pessoa que chamou minha mammain de piranha...
- Oh, Joinho... Perdoe-me...
- Nooonca!
E então meu primitcho Décio entrou na conversa:
- Ué, mamis, achei que voxê tivesse dito piranha se referindo a presilha da minha nunca mencionada tia Jacinta!
- O que? Eu não. Queria aquela piranha de cabelo e aquele marido pra mim. Tinha minhas esperanças de que ele acreditaria que aquela mulher suada em trabalho de parto era mesmo uma vagaba. Mas ele nunca me amou. A tia finalmente recobrou a memória, e se jogou da montanha.
- Mamiiiiiisssss!! - gritou Décio, chorando descontroladamente.
- Huh. Levou foi pouco. Vagaba. Biscate. Pu-
Mas aí o meu priminho me meteu um gancho de direita, me fazendo cair do penhasco também. Mas a história de como sobrevivi à queda e como me vinguei dele é outra história... Tchau, seres! Até a próxima!"
Como prometido, voou contar a história dos meus dias de emo incomum... Há muito tempo atrás, depois de uma tristeza profunda, decidi virar emo, e me torturar por todas as coisas que já aconteceram. Eu comia cacos de vidro, batia minha cabeça e meus cotovelos nas paredes mofadas de minha humilde moradia, imitava o albino masoquista do Código da Vinci, etc, etc...
Depois de trinta longos minutos, percebi que isso não era ser emo, e sim era dar uma de Anny copista imitando o cara do filme acima, mas enfim...
Cheio de dúvidas de como podia ser um emo, resolvi consultar o Deus Google.
No Google, encontrei um vídeo muuuuito legal, que ensinava o passo a passo de como ser emo. Simplesmente, O MÁXIMO.
Assisti o vídeo várias vezes seguidas, e finalmente consegui o efeito desejado. Achei que mamain ficaria orgulhosa, mas me expulsou de casa. Então decidi morar numa caverna.
Porém, como todos sabem (e se não sabem, DEVIAM saber), é muito difícil encontrar um imóvel cavernoso e arcaico como uma caverna nesses dias onde a tecnologia predomina. Cheguei até a invadir sítios arqueológicos patrimoniais da UNESCO aqui, no Brasil. Mas eles me expulsaram também, jogando maldições e clavas de madeira em mim. Então, resolvi atravessar o Oceano Atlântico a nado para chegar na África e povoar uma de suas cavernas cavernosas.
Chegando na África, o povo foi bastante afetuoso e me acolheu. Mas eu traí o movivento Mama África do Chico César e matei todo mundo, meu.
Fugi rápido para uma caverna no meio da savanna, e lá dentro morava um grupo de culto ao demônio formado por uma girafa, uma zebra, uma hipopótama(uhuuu) e um leão que dançava. Achei familiar... e me juntei a eles. A princípio, eles disseram que não havia mais vagas na banda Culto Demoníaco, mas estranhamentemente (kkkkk) a hipopótama insistiu para que eles me deixassem entrar, então acabei me juntando oficialmente. A girafa tocava bateria, a zebra tocava baixo, a hipopótama usava a guitarra e cantava, enquanto o leão dançava que nem uma galinha voante...
Disseram que eu podia ser o keytarrista, mas eu não sabia que devia apertar as teclinhas, então me ofereceram outro instrumento... O EMOSARTORIALISTHIPER harpa!! Esse sim eu sabia tocar! E muito bem!
Meus dedos fluiam de um lado para o outro do belo instrumento, e as notas ecoavam como pássaros amarelos voando alegremente em um domingo ensolarado por um parque com o gramado recém-aparado completamente verde, enquanto campistas fazem piqueniques. Lindo. Belíssimo.
O(s) problema(s) era(m): aquela caverna era só para treinos, a banda não era tão popular assim e todos estavam com fome. ISSO sim era algo com que se preocupar. O leão dançante olhava maliciosamente para minha barriga avantajada, e a girafa e a hipopótama olhavam para meus belíssimos fios de cabelo imaginando, penso eu, que eram cebolinhas. Oh, Deus. F*deu. Decidi ficar e arriscar minha vidinha inutéél. Logo o pessoal começou a notar meu excesso de auto-confiança, e decidiu que aquilo não era necessariamente "saudável" para o grupo. E me expulsaram.
Tive que passar as noites em claro no meio da savanna por falta de um instrumento emo pra tocar, e de amigos para me acharem apetitoso.
Foi aí que tipo do NADA, apareceu um cara de jaleco branco com óculos e que estava segurando uma sanfona. Antes que eu gritasse que tinha um tarado querendo me agarrar, ele tapou minha boca e começou a falar:
- Olá, querido amiguinho emo perdido. Meu nome é Décio Pinto. Atrás daquela pedra no topo do penhasco está meu irmão, Caio Pinto. Moramos numa vila aqui perto. Que tal se abrigar lá? Minha mamain, Paula Tejando, e meu papain, Tomas Turbando, ficarão muito honrados em lhe abrigar.
Achei que podiam ser meus parentes, por causa de seus nomes ridículos inventados por humoristas de um canal ruim completamente mal-pago. Então segui o homem de jaleco até detrás da enorme pedra circular, que me lembrava um traseiro. Ou um hambúrguer.
Foi aí que ele começou a me mandar fazer umas coisas estranhas, tipo abaixar as calças, botar o dedo indicador da mão direita na boca e o mindinho da esquerda no umbigo e tentar cantar Macarena, enquanto ele tocava sua sanfona. Estranho. Mas fiz mesmo assim.
Estava lá eu, numa pose estranha, quando minha tia Paulinha apareceu. Logo Décio disse:
- Mamamamamainnnnn!
- Oi, bebê.
- Mmamamaminnnn, trouxe o jantar! Quer dizer... pra jantar com a gente, heh.
- Pera!
- ?
- Fiiiii! é o Joinho!
- ?
- O Joinho, é mesmo você!
- É mesmo queeem, mamamins? - disse Décio, zangado e esfomeado.
Eu não me lembrava muito daquela baranga não. Mas minha intuição feminina (uhuuu xD) me alertou que era para fingir que eu me lembrava dela.
- Titia Paulita! Quanto teeemmmpoooo! - falei.
- E não é, Joinho?! Fazem exatamente 13 anos!
- Mamaaaaaainnn! - gritou Décio - Quem diabos é Joinho?!
Paula começou a contar uma história looonga, começando a partir da data em que ela nasceu. Ela contou como ela e sua irmã eram siamesas pela cabeça, mas que fizeram uma cirurgia de separação, onde a maior parte do cérebro foi para ela mesma. E que como elas eram amigonas, dividiam até os namorados, e blá, blá, blá. E como cada uma foi para seu lado, literalmente: Jacinta (minha mamain) permaneceu no Brasil e Paula foi para a África. Até que... Jacinta casou com um cara mooooito desprovido de beleza, mas que era capaz de dar a mortadela de cada dia para ela. E Paula tinha casado com um cara tão hot quanto Voldemuerte, mas ela mesma tinha que lutar por seu pão. Ela continuou falando sobre sua obsessiva inveja da irmã e depois falou do dia em que eu nasci:
- Oh Joinho, você nasceu num domingo ensolarado em que pássaros amarelos voavam alegremente sobre um parque cuja grama estava recém-aparada em que campistas faziam pique-niques.... Foi um dia liiindo! Belíssimo! Mas daí a bruxa da sua mãe esqueceu a piranha de cabelos dela no meu carro (eu levei ela para o hosital), então eu gritei:
- Jacinta! Sua piranha!
E aí ela e o bonitão do velho barrigudo marido dela ficaram com ódio eterno e mortal de mim.
Eu nunca soube da verdade de meu nascimento. Mamain se recusava a dizer e o defunto do meu pai também nunca mais falaria, então fiquei chocado com essa história. Minha primeira reação foi dizer:
- Titia, você tá me sacaneando?!
- Não, não, Joinho!! - disse ela, chocada - Por que eu mentiria para meu querido
- Oh, Joinho... Perdoe-me...
- Nooonca!
E então meu primitcho Décio entrou na conversa:
- Ué, mamis, achei que voxê tivesse dito piranha se referindo a presilha da minha nunca mencionada tia Jacinta!
- O que? Eu não. Queria aquela piranha de cabelo e aquele marido pra mim. Tinha minhas esperanças de que ele acreditaria que aquela mulher suada em trabalho de parto era mesmo uma vagaba. Mas ele nunca me amou. A tia finalmente recobrou a memória, e se jogou da montanha.
- Mamiiiiiisssss!! - gritou Décio, chorando descontroladamente.
- Huh. Levou foi pouco. Vagaba. Biscate. Pu-
Mas aí o meu priminho me meteu um gancho de direita, me fazendo cair do penhasco também. Mas a história de como sobrevivi à queda e como me vinguei dele é outra história... Tchau, seres! Até a próxima!"
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