" Olá الأطفال!
Há algum tempo prometi contar a história de quando encontrei meu vizinho Tony no Alasca. E aqui estão os fatos!
Estava eu no Alasca, visitando meu lindo amigo, Papa. Ele tinha me contado como Roma era bela, mas chata, tediosa, velha e aos pedaços, e como estava chateado por causa dos padres pedófilos terem voltado à ativa. De vez em quando eu comentava com uma baboseira ou duas, mas isso não importa, pois aconteceu uma coisa bem interessante logo em seguida: o meu vizinho peludo (aka Tony Ramos) estava caído, desmaido na neve branca, suja e friolenta!
Como Tony já havia tentado me matar antes, não fui ajudá-lo. Mas meu amigo era papa na época, e tem aquele negócio de perdoar e blá blá blá... Aí eu falei da tentativa de homicídio dele, e o papa ficou interessado rapidamente ( estranho...), e correu para ajudá-lo e lhe alimentar com sopa de batata.
Mas a boca do Tony estava tão fria, dura e ressecada pelo gelo que seus lábios se colaram completamente, como sapato colado no teto com super bonder, como naquela velha propaganda... Logo, Papa não conseguiu dar-lhe a quentinha e nojentinha sopa de batata.
Como tenho uma mente muito superior, dei a idéia de tacar a sopa no rosto dele para ver se os lábios se soltavam. Papa estranhou, mas fez isso mesmo assim.
Com o rosto agora morno e coberto de papinha de batata, Tony percebeu que estava no mesmo cômodo que eu. E ficou muito pu*o. Mas então percebeu que seus braços e pernas ainda estavam congelados. O papa continuou alimentando o grande homem peludo, até que percebeu que no bolso traseiro de sua calça de tecido fino descansava um punhal de prata.
E o bom velhinho (que NÃO É o Papai Noel!) papa, perguntou para o Tony:
- Meu caro... Por que carregas tal arma em seu bolso? Você poderia usá-la para pagar seu dízimo, sabe...
- Vossa Senhoria Papal - respondeu Tony -, não posso, pois tenho que usá-la para matar um monstro que persigo desde a pequena vila de Burguers 'n Meats!
Então, num golpe fatal, o papa enfiou brutalmente as mãos no bolso do senhor Tony. Só que Tony foi mais rápido, sacou sua arma, mirou-a em Joe e a jogou. Joe havia acabado determinar suas lições diárias de kung fu, então seus reflexos estavam bem treinados. Joe agarrou a arma no ar ( Com os pés!), e puxou o gatilho ( com o dedinho mindinho!). Logo, jazia no chão um grande e morto.
- Joe!!! Matar é pecado! - falou o papa.
- Mas ele tentou me matar primeiro! Homicídio por defesa não é tão ruim assim!
- Sim, mas... Mesmo assim... Ah, Deus! Onde vamos esconder o corpo??
- Já seei! - E mergulhei o corpo de tony no caldeirão de sopa de batata. lentamente, os pelos e a carne foram se dissolvendo...
- Joe... Desperdício de comida também é pecado... ¬¬ - falou papa - Como vamos arranjar comida nesta imensidão geladoca?
- Ué... Vamos caçar pinguins!
- Mas os pinguins ficam no sul, Joe!
- F**a-se! Vamos cacá-los!
- Cacá-los??
- É! Caçar sem cedilha!
Então eu e o papa saímos para uma jornada memorável até o pólo sul para cacar pinguins. Mas essa é uma história para outro dia, quando o billy aprender que é normal jogar um homem num caldeirão de sopa, que não é motivo para molhar as calças. Tchau!!"
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quinta-feira, 22 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
O Roubo da Laranja
"Olá, crianças!Hoje vou contar um episódio pouco conhecido de minha infância... o roubo da laranja!!!
Era uma linda tarde de inverno... Estava tudo escuro, frio e, ao fundo, se escutava cachorros tossindo porque latiram demais. Revolvi caminhar... Porque não tinha nada para fazer, ora bolas, tinha só 12 anos...! Foi aí que eu avistei a laranjeira do vizinho... Era tão grande e suculenta que resolvi tomar uma laranja para mim.
TREPEEEI na laranjeira (com uma amiga de confiaça, haha) e o cheiro ácidamente delicioso invadiu minhas narinas peludas. Eu estava com muita fome. E ela também. Logo, nós estávamos muito envolvidos na "brincadeira" e arrancamos mais de um fruto perfeito.
Foi aí que... O vizinho nos viu. Ele tinha três metros de altura (para mim, porque sou muito baixinho) e estava sem a camisa, logo dava para ver seu peito e braços de Tony Ramos... Enfim... Ele ficou muito surpreso vendo eu e minha amiga fazendo aquilo com sua laranjeira, e ficou muito fulo da vida, claro. Ele gritou:
- Seus ladrões!! Minhas laranjas mágicas!! Vocês pagarãããão por isso!!E aí ele pegou a espingarda de cano duplo para matar esta dupla formosa q eu e minha amiga formávamos.
Apavorados, nós enfiamos algumas laranjas em nossas roupas finas e curtas, ideais para uma tarde na árvore com um parceiro leal, e corremos o mais rápido que pudíamos. O vizinho corria com seus pelos bustais(kkkkk) balançando ferozmente, se aproximando cada vez mais. Ele começou a atirar. E de repente, lá estava minha amiguinha, no chão, com uma mancha verde terrível nas costas.O terrível vizinho Tony Ramos tinha uma arminha de paintball. :O
Mas, obviamente, eu não sabia o que era uma arma de paintball. Quero dizer, eu sei que, em vez de balas ela solta tinta, mas eu nunca soube reconhecer uma... Por isso achei que era uma espingarda.
Ela me disse:
- Corra, Joe... Corra... Para o mundo Fadástico das Fadinhas Purpurinadas!!
Como eu não era boiola, não fazia ideia do que ela estava falando e nem sabia onde ficava aquele treco.
Foi aí que o vizinho Tony Ramos realmente sacou uma espingarda e a matou.
- God! Nããããão!- gritei com toda a força que eu tinha ( god era o apelido de minha AMADA amiga). Godofreda havia deixado este mundo. Godofreda havia me deixado. Cachorra!
Triste e espantado, corri para casa.
Ao abrir a porta, gritei pela minha mamamamamamainnnn.
Minha mamain tava cozinhando, em seu caldeirão, uma sopa de feijão, eu acho, quando eu gritei pelo seu nome.
- Mamain!! Minha God morrééééuuuuuuuuuuuuuuuuuu... uuuuuu.... uuuuuu..... auuuu... AUUUUUUU!!!
Foi quando eu virei um lobisomem.
Mamain ficou aterrorizada. Largou a sopa e correu. Eu corri também, é claro. Tony, o vizinho raivoso (é um grande título para um vizinho peludo!) arrombou a porta branca de carvalho da minha humilde residência e encontrou o caldeirão quente abandonado. E bebeu toda a sopa de mamãe. A última coisa que mamain cozinhou para Joe e ele acabou com ela.
Que vizinho mais sem modos! Fiquei com raiva e corri em sua direção.
Era minha primeira vez como lobisomem, God havia morrido, mamãe me abandonara e era culpa de quem?! Do vizinho raivoso, claro!! E não me diga que foi minha, criança mal-criada!!
Bem, continuando... Com medo, ameaçei o vizinho mostrando meus terríveis caninos, e ele fugiu.
Alguns anos depois, o reencontrei no Alasca, ah, mas isso é outra história, que contarei outro dia... Não fiquem tristes, eu sei que vocês gostaram... Tchau crianças!! Até outro dia!!"
Era uma linda tarde de inverno... Estava tudo escuro, frio e, ao fundo, se escutava cachorros tossindo porque latiram demais. Revolvi caminhar... Porque não tinha nada para fazer, ora bolas, tinha só 12 anos...! Foi aí que eu avistei a laranjeira do vizinho... Era tão grande e suculenta que resolvi tomar uma laranja para mim.
TREPEEEI na laranjeira (com uma amiga de confiaça, haha) e o cheiro ácidamente delicioso invadiu minhas narinas peludas. Eu estava com muita fome. E ela também. Logo, nós estávamos muito envolvidos na "brincadeira" e arrancamos mais de um fruto perfeito.
Foi aí que... O vizinho nos viu. Ele tinha três metros de altura (para mim, porque sou muito baixinho) e estava sem a camisa, logo dava para ver seu peito e braços de Tony Ramos... Enfim... Ele ficou muito surpreso vendo eu e minha amiga fazendo aquilo com sua laranjeira, e ficou muito fulo da vida, claro. Ele gritou:
- Seus ladrões!! Minhas laranjas mágicas!! Vocês pagarãããão por isso!!E aí ele pegou a espingarda de cano duplo para matar esta dupla formosa q eu e minha amiga formávamos.
Apavorados, nós enfiamos algumas laranjas em nossas roupas finas e curtas, ideais para uma tarde na árvore com um parceiro leal, e corremos o mais rápido que pudíamos. O vizinho corria com seus pelos bustais(kkkkk) balançando ferozmente, se aproximando cada vez mais. Ele começou a atirar. E de repente, lá estava minha amiguinha, no chão, com uma mancha verde terrível nas costas.O terrível vizinho Tony Ramos tinha uma arminha de paintball. :O
Mas, obviamente, eu não sabia o que era uma arma de paintball. Quero dizer, eu sei que, em vez de balas ela solta tinta, mas eu nunca soube reconhecer uma... Por isso achei que era uma espingarda.
Ela me disse:
- Corra, Joe... Corra... Para o mundo Fadástico das Fadinhas Purpurinadas!!
Como eu não era boiola, não fazia ideia do que ela estava falando e nem sabia onde ficava aquele treco.
Foi aí que o vizinho Tony Ramos realmente sacou uma espingarda e a matou.
- God! Nããããão!- gritei com toda a força que eu tinha ( god era o apelido de minha AMADA amiga). Godofreda havia deixado este mundo. Godofreda havia me deixado. Cachorra!
Triste e espantado, corri para casa.
Ao abrir a porta, gritei pela minha mamamamamamainnnn.
Minha mamain tava cozinhando, em seu caldeirão, uma sopa de feijão, eu acho, quando eu gritei pelo seu nome.
- Mamain!! Minha God morrééééuuuuuuuuuuuuuuuuuu... uuuuuu.... uuuuuu..... auuuu... AUUUUUUU!!!
Foi quando eu virei um lobisomem.
Mamain ficou aterrorizada. Largou a sopa e correu. Eu corri também, é claro. Tony, o vizinho raivoso (é um grande título para um vizinho peludo!) arrombou a porta branca de carvalho da minha humilde residência e encontrou o caldeirão quente abandonado. E bebeu toda a sopa de mamãe. A última coisa que mamain cozinhou para Joe e ele acabou com ela.
Que vizinho mais sem modos! Fiquei com raiva e corri em sua direção.
Era minha primeira vez como lobisomem, God havia morrido, mamãe me abandonara e era culpa de quem?! Do vizinho raivoso, claro!! E não me diga que foi minha, criança mal-criada!!
Bem, continuando... Com medo, ameaçei o vizinho mostrando meus terríveis caninos, e ele fugiu.
Alguns anos depois, o reencontrei no Alasca, ah, mas isso é outra história, que contarei outro dia... Não fiquem tristes, eu sei que vocês gostaram... Tchau crianças!! Até outro dia!!"
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