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terça-feira, 12 de outubro de 2010

As crônicas de Hatraz: Acontecimentos Natalinos - extended and extreme edition :} - Chapter 6

CHAPTER 6
HATRAZ VS GIANT CAP!!!

Hatraz tentou dar um soco no ar, fazendo uma de suas Sacred Crow's Claws voar na cara/corpo/membros da maligna e gigante touca gigantesca (que era grande!).
A touca ficou mais que p**a da vida, e decidiu fazer algo construtivo, como arranjar comida para os pobres, deixando-os com um couro ca
beludo mais apetitoso (e uma alma
mais roubável =) ).
A touca fugiu. Hatraz se sentiu vitoriosamente vencedora.
Decidiram seguir viagem.
Horas depois...
Finalmente conseguiram atravessar o pátio de vitral. A porta logo em frente da azul, de resina pláxicá, e no batente haviam os seguintes dizeres:
"Se apaixonar pelo inimigo pode ser perigoso. Sucos são 100% seguros (Suco de melancia não tem garantias. Aquelas sementes são chatas!). Patrocinador: AZA SUCOZ"
Aquela frase parecia mesmo muito bem fundada.
Passaram pela porta, e ali havia um menino de aproximadamente 10 anos, chorando num canto (por acaso sua aparência lembrava muito a de "O Náufrago". Com barba e tudo!), e abraçado a uma bola suja e rasgada, gritando "Spaaaaaaaaaaaaaaaaaaaalding!" loucamente.
Hatraz, usando toda a sua sensualidade de 8 anos, foi ajudar o menino.

Ela olhou profundamente nos olhos dele, e disse:
- Qual é o seu nómí, beibí?
- Ale-Alejandro... E o seu?
- Haa-Hatraz!
- Legal! O seu nome também é duplo no início!
- Ahn? Achei que você estivesse fazendo um trocadilho com a música da Lady Gaga!
- Não. Meu nome é Ale-Alejandro.
- Ah... Eu sou Hatraz. É um prazer inenarrável te conhecer, Ale. Posso te chamar de Ale?
- Claro... Posso te chamar de AZA?
- Ahn?
- É meu suco favorito... Você é minha amiga favorita... Sacou?
- Haha, ok... Sou sua amiga favorita!
EnCENSURADOspiu e se agarrCENSURADO.

Rudolph aceitou continuar a jornada carregando o pequeno Ale.
Finalmente saíram do DEATH VALLEY.
Ainda restava grande parte da jornada.
No caminho até o próximo iglu, pararam para saborear um abacate congelado, também conhecido como quaseguacadura.
De repente, o táxi-trenó quebrou. Rudolph desceu para empurrar, mas não deu certo.
Ficaram horas e horas parados no deserto de gelo, até que... :O

CONTINUA...

domingo, 1 de agosto de 2010

As crônicas de Hatraz: Acontecimentos Natalinos - extended and extreme edition (: - Chapter 2

Chapter 2
The journey[1]

Hatraz estava decidida. Iria visitar o bom velhinho naquela noite mesmo.
Enfiou algumas roupas em sua odiosa mochila rosa do Ortinoco e partiu.
Pulou o portão de casa e tomou um táxi até o aeroporto. Ela pagou o taxista careca e barrigudo com uma notinha de 10 dinheiros falsa. Agora, sem aquela nota, brincar de "políticos corruptos" e "mercadinho" nunca mais seria igual. Ela se dirigiu ao balcão da empresa aérea Vipadopes (VIaje PAra os DOis Pólos Em Segundos), e falou com a atendente:
- Oi, moça! Tem uma manchona vermelha na sua boca!
- Oh! Acho que é meu batom...
- Creeeeeeeeeeeeeeeeeeedo!
- O que você quer?
- Ah, sim. Quero viajar ainda hoje para o Pólo Norte.
- Desculpe, nossa companhia só faz o Pólo Sul.
- Mas...
- Mas o quê?! O nome da empresa diz "dois pólos"?! Pffff hahahahahahaha, por que será que as pessoas sempre dizem isso? Haha, um dia você entenderá os negócios. Um agiota poderia te ajudar!
A mulher terminou a frase cuspindo seu dente de ouro pirateado (nos dois sentidos kkk) na menina.
- Éah... Tchau!
Hatraz correu até o próximo guichê de atendimento, da empresa SIASIPA (Santa Is Awesome, Santa Is Perfect Airlines[2] :) )
- Eu quero uma passagem para o próximo voo para o Pólo Norte!
- Que cidándi? - disse a atendente esquelética vestida de vermelho, usando uma barba branca (que não está comprovado se é falsa ou não) e um sotaque não-identificável.
- Hmmm... Noelândia?!
- Háh, litoral, eh! Vai usar bíquíñí - a atendente olhou para a menina pela primeira vez - Nesses seus peitos de tábua? Quantos anús você tem, garotta?
- Oito. Algum problema, TIA?
- Você tem menos de doze... Quanto dinheiro você tem?
Hatraz mostrou à moça todas as suas 23 notinhas.
- Vá embora! - disse a delicada mulher.
- EU NÃO DESISTIREI! VOU GANHAR MEU KIT TERRORISTA CONTENDO UMA GRANADA, UMA BOMBA, DOIS SACOS DE ESTALINHOS E UMA IZA A QUALQUER CUSTO! - gritou Hatraz, raivosa.
Chorosa, Hatraz ficou andando pelo aeroporto. Sem perceber, passou pelos seguranças até as salas de embarque. Ela viu que um voo para Noelândia estava em última chamada. Ela correu até a mulher que estava no portão e disse:
- Ahhhh, me deixa entrar, minha mãe tá nesse avião e me esqueceu, e levou minha passagem, e me deu um presunto! AAAAAAH!
- Ok, ok! Passssssssssssse - acho que ela era ofidioglota.
Hatraz entrou no avião, e havia um assento disponível ao lado de uma velha babona.
A velha parecia amigável. Até ofereceu uma bala de abacaxi para Hatraz. Aquilo era suspeito.
Como Hatraz gostava muito de abacaxi, aceitou.
Segundos depois, um corpo jazia no chão da aeronave. A velha oferecera a bala à menina com o intuito de ser educada, pois realmente queria comê-la, mas achou que seria muito rude não oferecer à menina, que maldosamente a aceitou. Agora a velha havia morrido de fome.


Uma aeromoça varreu a velha até a porta do avião e a jogou fora. A dentadura da esfomeada continuava ali, fitando Hatraz fixamente, culpando-a.
O avião pousou e adivinha só?! Estava nevando em Noelândia. Muito.
Hatraz desceu do avião e entrou em um táxi-trenó.
- Para a residência dos Noel, por favor.

[1] Do inglês, significa "capítulo 2 - a jornada/viagem"
[2] Do inglês, significa "Companhia aérea Noel é incrível, Noel é perfeito".